DIA MUNDIAL DE DIABETES: Farmácia Central continua sem fitas para medir glicemia

Qua, 14 Nov 2018

Situação é recorrente na atual gestão da SES e pode atrapalhar o socorro de pacientes em situação grave

A Farmácia Central da Secretaria de Saúde do Distrito Federal está com estoque zerado de fitas para medir glicemia. A falta do produto, que é recorrente nesta gestão da SES, ocorre na data em que é comemorado o Dia Mundial do Diabetes. A reportagem do SindSaúde já noticiou a mesma situação diversas vezes.

A declaração de nada consta do produto foi expedida nesta terça-feira (13). Em uma breve pesquisa pela internet, o material pôde ser encontrado por aproximadamente R$ 50. No dia 5 de novembro, a Diretoria da Samu já havia enviado um documento à SES alertando sobre a carência do material.

Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, a falta de fitas de glicemia pode ocasionar até mesmo a morte de pacientes em estado grave. “O controle glicêmico precisa ser feito principalmente em situações extremas, em pacientes diabéticos ou não.

GDF é condenado a pagar horas extras a dois sindicalizados

Ter, 13 Nov 2018

Essas e outras ações foram acompanhadas pelo Jurídico do SindSaúde

Sindicalizados que recorreram ao Departamento Jurídico do SindSaúde-DF saíram vitoriosos em cinco ações na Justiça, nesta semana. O primeiro êxito foi de uma servidora adventista que conquistou o direito de não ser escalada em datas específicas por motivos religiosos. O GDF também foi condenado em dois casos por dívidas em exercício findo e duas condenações ao pagamento de horas extras.

Para assegurar que servidora participante da Igreja Adventista do Sétimo Dia possa resguardar sua prática religiosa de guardar os sábados, o DF foi condenado a abster-se de escalá-la entre o pôr do sol de sexta-feira ao pôr do sol de sábado. Os Senhores Juízes da Terceira Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal do TJDFT entenderam que a laicidade do Estado não o exime de respeitar e garantir a Liberdade Religiosa dos cidadãos, direito fundamental previsto no art.

Secretaria de Saúde não tem dados oficiais sobre déficit de servidores

Ter, 13 Nov 2018

Pasta diz que nomeou, desde 2014, mais de 10 mil pessoas

São diversos os problemas na Saúde do Distrito Federal e, além de não tê-los resolvido, a gestão de Rodrigo Rollemberg confessa desconhecer muito a realidade da rede. A Secretaria de Saúde não soube informar, por exemplo, o déficit de servidores e a quantidade de pessoas que estão na fila aguardando cirurgias em Brasília.

Em reportagem do Jornal de Brasília, a SES confirma que não tem os dados. Diz que nomeou, desde 2014, mais de 10 mil pessoas para a pasta. No entanto, apenas 7 mil teriam tomado posse e a pasta não sabe oficialmente qual o déficit real.

Em três anos - 2015, 2016 e 2017 - foram concedidos mais de 95 mil afastamentos por motivo de saúde aos servidores da Saúde. Para a professora de Saúde Coletiva da UnB, Carla Pintas, é preciso repensar o perfil de cada servidor.

“Não

GATA: uma história de luta do SindSaúde para os servidores do DF

Seg, 12 Nov 2018

SindSaúde-DF sempre esteve ao lado do servidor e encampou essa batalha

A Gratificação de Atividade Técnico-Administrativa (GATA) é uma luta antiga dos servidores da Secretaria de Saúde. Desde 2004 os funcionários da rede no DF brigam por esse direito e reconhecimento, que outras categorias já tinham.

O SindSaúde-DF sempre esteve ao lado do trabalhador nessa briga e lutou muito para conquistá-la. Agora, diante de tanto descaso do governo, continua e continuará brigando para garantir que os servidores tenham incorporada a última parcela.

Clique na imagem para ver a linha do tempo da GATA:

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ISONOMIA

A diferença da carga horária, de 4 horas para quem faz 40 horas, resultante da isonomia contida na lei 5174/2013 que deveria também estar sendo paga desde 2015 quando todos os servidores técnicos e auxiliares em saúde tiveram a sua redução efetivada, deverá ser paga de forma negociada, conforme declarações do governador eleito, Ibaneis Rocha.

Somente

ESTOQUE ZERADO: Farmácia Central está sem gaze, seringa e agulha

Seg, 12 Nov 2018

Materiais básicos de consumo da Secretaria de Saúde estão faltando nas prateleiras

A Farmácia Central, que abastece as unidades da rede de Saúde, está com estoque zerado de gaze, seringa e agulhas. É o que informam os documentos da própria farmácia com data desta segunda-feira (12).

Além dos três instrumentos de trabalho dos profissionais da saúde, também está em falta hidrocloratiazida, remédio para controle da pressão arterial indicado para pacientes com pressão alta.

“Parece que o governador vai deixar a Saúde do DF ainda pior do que estava antes da eleição. Onde já se viu faltar gaze e agulha na farmácia?”, questiona a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues.

O descaso não é novidade. Como o SindSaúde registrou na última semana, o estoque central da Secretaria de Saúde do Distrito Federal está sem ao menos 18 medicamentos e insumos. O mesmo se repete na Farmácia do Componente Especializado (antiga Farmácia de Alto Custo), que está sem ao menos 13 medicamentos.

Servidores manifestam contra fechamento de serviços no Hospital do Gama

Seg, 12 Nov 2018

Unidade de Saúde passa por desmonte e profissionais reivindicam melhores condições e mais investimentos

Servidores do Hospital Regional do Gama (HRG) protestaram na manhã desta segunda-feira (12) contra o abandono e sucateamento da unidade de saúde. Os trabalhadores entoaram gritos de guerra e levantaram faixas como dizeres como “Quem ama, defende o Hospital do Gama” e “Vamos Tirar o HRG da UTI”.

Os trabalhadores tema o fechamento de serviços na unidade, como já ocorreu com a Pediatria, em maio deste ano. Agora, segundo eles, uma grande ameaça é o atendimento no Pronto Socorro Infantil. A unidade tem, com frequência, o registro de falta de equipamentos e profissionais.

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Na semana passada, o SindSaúde publicou duas matérias que mostravam exemplos do desmonte que o HRG tem sofrido. Em uma delas, foi noticiado um relatório que expunha o alto nível de cancelamento de cirurgias devido a problemas técnicos.

TURNO DA FOME: GDF insiste em oferecer a plantonistas apenas uma refeição

Seg, 12 Nov 2018

Portaria publicada nesta segunda-feira reforça que servidores que trabalham por 12 horas têm direito somente a um almoço ou ceia

A menos de dois meses de deixar o Palácio do Buriti, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) insiste com o chamado “turno da fome” aos servidores da Secretaria de Saúde. Segundo uma portaria, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira (12), funcionários da SES que estão em plantão por 12 horas receberão apenas uma refeição (almoço ou ceia).

Têm direito a duas refeições (jantar e ceia ou café da manhã e ceia) somente os plantonistas que trabalham por 18 horas. Em junho deste ano, a pasta de Saúde publicou uma portaria que limitava aos trabalhadores que estão em plantão por 12 horas o direito a uma ceia, que consiste em uma refeição leve no final da noite, um lanche.

Ou seja, desta vez os servidores deverão indicar que refeição irão receber.

No apagar das luzes, GDF abre licitação para planos de saúde para o servidor

Sex, 09 Nov 2018

O que está por trás dessa súbita preocupação com a saúde dos servidores?

No apagar das luzes, a menos de dois meses do fim do mandato de Rodrigo Rollemberg (PSB), o Governo do Distrito Federal abriu concorrência para licitar a contratação de duas operadoras de planos de saúde particular e uma operadora de assistência odontológica para servidores ativos e inativos do DF.

A disputa foi divulgada nesta sexta-feira (9), no Diário Oficial do DF, e busca planos na modalidade coletivo empresarial, com abrangência regional, com garantia de atendimento de urgência e emergência em todo território nacional, com coparticipação, podendo apresentar adicionalmente operadora que oferte planos ambulatoriais.

Além dos servidos ativos e inativos, também seriam beneficiados dependentes legais e pensionistas. A administração ficará a cargo do INAS (Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal), ligado à Secretaria de Planejamento (SEPLAG).

O GDF, que nesta gestão mostrou total desprezo pelo cumprimento das leis conquistadas pelos servidores, alega que essa iniciativa é em cumprimento à legislação vigente.

GDF é condenado a pagar mais de R$ 78 mil a três servidores

Sex, 09 Nov 2018

Sindicalizados contaram com auxílio do Jurídico do SindSaúde nas suas ações

A semana termina com mais vitórias do Departamento Jurídico do SindSaúde. Nas ações acompanhadas pelos advogados do sindicato, 3 sindicalizados conseguiram na Justiça valores oriundos de exercício findo. Os processos somam mais de R$ 78 mil.

O Distrito Federal foi condenado a pagar R$ 3.481,83 a um servidor referente a acertos financeiros decorrentes de exercícios anteriores. O órgão julgador foi o 1º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF.

Na segunda ação, o 2º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF condenou o Governo do Distrito Federal a pagar R$ 39.914,75 a título de débitos reconhecidos administrativamente.

Por fim, o Jurídico conseguiu fazer com que o DF execute o pagamento de diferenças remuneratórias devidas em exercícios anteriores. O valor desta ação é de R$ 35.550,35. A 1ª Vara da Fazenda Pública do DF julgou procedente o pedido da sindicalizada.

Em

Lavanderia do HRAN registra recorrentes inundações

Qui, 08 Nov 2018

Segundo os funcionários, água vem do esgoto e mau cheiro persiste mesmo após a limpeza do local

Com a chegada da época de chuvas em Brasília, funcionários da lavanderia do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) reclamam de recorrentes inundações no local. Segundo eles, o esgoto da unidade não suporta o volume de chuva e transborda quando há temporais na cidade.

Como se não se bastasse, há apenas um ralo para suportar tamanha quantidade de chuva. “Já cheguei a pegar micose no pé [por conta da situação]”, alega um trabalhador. Além disso, de acordo com outra servidora, ratos são vistos no período noturno nas redondezas da lavanderia.

O SindSaúde esteve no local nesta quinta-feira (8) e o presenciou com algumas poças d’água e com um forte odor de esgoto. Na quarta-feira (7), a lavanderia havia sido inundada. Trabalham no setor servidores estatutários da SES e funcionários de uma empresa terceirizada.

GDF é proibido de descontar valores indevidos de sindicalizado

Qui, 08 Nov 2018

Jurídico do SindSaúde também conquistou na Justiça a condenação do DF em pagamento de dívidas de exercício findo

O Departamento Jurídico do SindSaúde-DF obteve sucesso em ações na Justiça para servidores sindicalizados. As duas ações já sentenciadas nesta semana são referentes a valores de exercício findo e a abstenção do GDF descontar valores do contracheque de servidor.

Uma servidora que recorreu ao Jurídico do sindicato obteve êxito em ação para o recebimento de quantia oriunda de exercício findo. O DF foi condenado pelo 1º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF a pagar R$ 2.519,22 referentes aos acertos financeiros decorrentes de exercícios anteriores.

Outra vitória foi a proibição do GDF de descontar dos proventos do servidor, alegando um suposto valor recebido indevidamente pelo mesmo. Segundo o entendimento do 2º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF, o sindicalizado não contribuiu para o erro da Administração Pública do DF, sendo a culpa exclusiva desta, assim sendo nada presume má-fé do trabalhador.

MP pede esclarecimentos a secretário de Saúde sobre falhas no HRAN

Qua, 07 Nov 2018

Promotores questionam suposta quantidade insuficiente de equipamentos no hospital

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) solicitou ao secretário de Saúde do DF, Humberto Lucena da Fonseca, explicações sobre falhas em equipamentos do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). O ofício foi encaminhado a Fonseca em 29 de outubro e o secretário deve respondê-lo até 13 de novembro.

Em agosto, a Diretoria Administrativa da SES já havia respondido aos questionamentos dos promotores sobre o assunto, mas o MP reiterou o pedido no final do mês de outubro. À época, a Diretoria respondeu que o funcionamento da maior parte dos equipamentos do HRAN não supria a demanda dos pacientes.

No ofício encaminhado ao secretário de Saúde, o Ministério Público quer saber a quantidade de diversos equipamentos, em diversos setores do hospital. O órgão fiscalizador cita: autoclaves de roupas privativas (máquina que mata micro-organismos nos tecidos), oxímetro de pulso (dispositivo que mede a quantidade oxigênio no sangue), monitores, ventiladores, entre outros.

PROSUS

A

Farmácia de Alto Custo da 102 Sul está sem 13 remédios

Qua, 07 Nov 2018

Medicamentos em falta chegam a custar R$ 3 mil

A Farmácia do Componente Especializado (antiga Farmácia de Alto Custo) está sem ao menos 13 medicamentos. A informação consta em lista obtida pela reportagem do SindSaúde. A maior parte dos produtos com estoque zerado é de responsabilidade Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

Entre os remédios que deveriam ter sido entregues pela SES, estão a Octreotida Pó Para Suspensão Injetável e Rituximabe Solução Injetável que custam, cada um, aproximadamente R$ 3 mil. Eles são usados, respectivamente, para o tratamento hormonal e do sistema imunológico.

ALTO CUSTO

Apenas dois medicamentos - Bimatoprosta Solução Oftálmica e Latanoprosta Solução Oftálmica– são repassados pelo Ministério da Saúde à farmácia. Ambos os produtos são usados para o tratamento oftalmológico e custam, cada um, cerca de R$ 50.

No mesmo documento também estão inclusos medicamentos com “estoque baixo” na farmácia da 102 Sul. São eles: Alfaepoetina Solução Injetável 10.000

Centro cirúrgico do Gama é o retrato do descaso do GDF

Ter, 06 Nov 2018

Faltam equipes médicas, insumos e manutenção de equipamentos

Relatório da Supervisão de Enfermagem da Unidade Centro Cirúrgica (UCC) do Hospital Regional do Gama apresenta um balanço de cirurgias de fevereiro a setembro de 2018. O resultado dos oitos meses é mais uma prova do abandono do Governo do Distrito Federal com a Saúde Pública do DF.

O centro cirúrgico é um conjunto de áreas correlacionadas aos procedimentos anestésicos, cirúrgicos, recuperação e pós-operatório. No Hospital do Gama, a área corresponde a um amplo espaço com banheiros, lavabos, salas de procedimentos e 8 salas cirúrgicas, porém apenas 5 estão em funcionamento. Segundo o documento, foram realizados na unidade 2.804 cirurgias, sendo 769 agendadas e 2.036 emergenciais. Entretanto, mesmo com estes números expressivos, existe um número alarmante de cancelamentos de cirurgias por diversos problemas que poderiam ser evitados com uma gestão comprometida.

Só em setembro de 2018, 10 cirurgias foram canceladas.

Estoque da Farmácia Central está sem ao menos 18 medicamentos e insumos

Ter, 06 Nov 2018

O que chama mais atenção na lista é que são produtos de baixo custo

O estoque central da Secretaria de Saúde do Distrito Federal está sem ao menos 18 medicamentos e insumos. Segundo documentos obtidos pela reportagem do SindSaúde, falta desde álcool etílico a Diazepam, medicamento usado para aliviar sintomas de ansiedade.

O que chama mais atenção na lista de produtos com estoque zerado são os preços baixos. O genérico do Diazepam 5 mg, por exemplo, em uma breve pesquisa pela internet, pode ser encontrado por aproximadamente R$ 3,50. Já o álcool etílico custa R$ 7, o litro. Outros itens em falta, como o carvão ativado em pó 25 g e o eletrodo descartável, podem ser encontrados no mercado por cerca de R$ 2 e R$ 15, respectivamente.

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Nesta segunda-feira (5), a Diretoria da Samu enviou um documento à SES alertando sobre a carência no estoque de glicemia.

Sem servidores, profissionais de enfermagem são desviados de função no HRG

Seg, 05 Nov 2018

Unidade está sem funcionários no Setor de Anatomia e profissionais têm que fazer a entrega de corpos

O Hospital Regional do Gama (HRG) está sem servidores para receber e acondicionar corpos no setor de Anatomia da unidade. Tais tarefas são de responsabilidade de auxiliares de necropsia e padioleiros, respectivamente. Por conta da falta de funcionários responsáveis pelo serviço, enfermeiros e técnicos de enfermagem denunciam que foram desviados de suas funções e precisam realizar trabalhos fora de suas competências.

Conforme aviso fixado no hospital, enfermeiros e técnicos devem realizar as seguintes tarefas: acondicionar os corpos na geladeira, preencher o livro de cadáveres do necrotério e realizar pedidos de necropsia.

ao corpo de enfermagem

O SindSaúde sempre recebe denúncias de casos de desvios de funções de servidores da SES. No final de setembro, devido a um calote da Secretaria de Saúde a uma empresa terceirizada, técnicos de enfermagem do Samu ficaram a frente do atendimento do telefone 192 do órgão.

Pacientes reclamam de falta de estrutura e médicos na UPA de Ceilândia

Seg, 05 Nov 2018

DF 1, da Rede Globo, mostrou caos no local em reportagem nesta segunda-feira (5)

A UPA de Ceilândia está em péssimas condições e pacientes que chegam no local precisando de atendimento estão voltando para casa frustrados: além da infraestrutura precária, faltam médicos.

“odia estar sem cadeira e piso, mas tinha que ter médico. É impossível uma UPA ou hospital sem médico”, reclama Jeferson Santos, um dos pacientes que foi até o local e voltou para casa sem atendimento.

No local, é comum encontrar a entrada e sala de espera vazia. Mas isso não é reflexo de um atendimento rápido e eficiente, mas sim de falta de profissionais. Normalmente, segundo informações da reportagem da TV Globo desta segunda-feira (5), apenas um médico atende no local, apenas os casos muito graves.

Dona Tereza chegou no local após sofrer um enfarto e voltou para casa sem ser atendida. “Para onde eu vou? É muito humilhante isso.

Hospital do Gama fica sem óleo diesel para funcionamento de caldeiras

Seg, 05 Nov 2018

Segundo servidores, um empréstimo feito pelo Instituto Hospital de Base garantiu o trabalho

O Hospital Regional do Gama (HRG) ficou sem óleo diesel no fim de semana e, segundo fontes do SindSaúde-DF, as caldeiras só funcionaram após um empréstimo do óleo feito pelo Instituto Hospital de Base do Distrito Federal. O óleo é para funcionamento de caldeiras e geradores de toda a Secretaria de Saúde. Sem ele, ficam comprometidos a esterilização de equipamentos, lavagem e secagem de roupas de cama e o aquecimento de água para o banho dos pacientes.

A informação é que desde a última semana, o óleo já estava em falta em algumas unidades da rede de Saúde. Nesta segunda-feira (5), o Paranoá também já estaria com o produto em falta e já teria recorrido ao Instituto Hospital de Base pedindo ajuda.

Procurada pela reportagem, a SES não respondeu aos questionamentos, não informou como estão os estoques e contrato de fornecimento e nem sobre os empréstimos feitos pelo IHB.

Em

Jurídico sai vitorioso em ações da Gata e redução de carga horária

Qui, 01 Nov 2018

Em apenas um processo, o GDF terá que desembolsar R$ 7,6 mil

O mês de novembro começa com várias vitórias a sindicalizados do SindSaúde-DF que recorreram ao Departamento Jurídico da entidade. Em uma delas, o Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) condenou o GDF a reduzir a carga horária de um servidor da Saúde, de 24 para 20 horas semanais, e a pagar valores retroativos proporcionais à jornada de trabalho.

O TJDFT também condenou o governo local a incorporar a Gratificação de Atividade Técnico-Administrativa (GATA) na folha de pagamento de um funcionário da Saúde.

Em outras ações, a Justiça do DF julgou procedentes os pagamentos de valores retroativos a quatro trabalhadores da SES. Em apenas três dessas condenações, os valores a serem desembolsados pelo GDF foram divulgados. Nessas ações, os servidores da SES receberão cerca de R$ 7,6 mil, R$ 4 mil e R$ 500, respectivamente.

Atendimento

Servidores denunciam falta de espaço no Hospital de Samambaia

Qui, 01 Nov 2018

Banheiro utilizado por funcionários está em situação precária e pode ser reduzido pela metade

Servidores denunciam a precariedade no espaço do banheiro utilizado por eles na lavanderia do Hospital Regional de Samambaia (HRSam). E a situação tende a piorar. De acordo com os relatos, a direção da unidade pretende dividir o espaço em dois, para uso masculino e feminino. Acontece que, se esta obra for realizada, o tamanho de cada sanitário será inviável para uso.

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A reclamação é que falta um ambiente adequado para que os trabalhadores da unidade deixem seus pertences e possam se preparar para realizar o serviço. Inclusive os enxovais usados por pacientes estão amontoados e misturados com objetos pessoais dos funcionários.

Segundo do denunciante, o banheiro será reduzido em 1mx2m, espaço para troca de roupa, armários, chuveiros e uso do sanitário. Servidores pedem que alguma providência seja tomada antes que órgãos reguladores façam interdições que possam atrapalhar ainda o atendimento dos pacientes.