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sexta-feira, 28 janeiro, 2022

SindSaúde busca ampliação definitiva de margem consignável do salário a 40%

Ofício foi encaminhado ao Secretário de Economia pedindo alteração legislativa para o benefício

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SindSaúde DF
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Distrito Federal

O SindSaúde busca uma solução definitiva para auxiliar os servidores que precisam pedir empréstimos e solicitou, nesta segunda-feira (10), que a Secretaria de Economia envie à Câmara Legislativa do DF um projeto de Lei Complementar para revisar o percentual de margem consignável dos servidores do GDF.

Em ofício enviado ao secretário de Economia, José Itamar Feitosa, a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, explica que os trabalhadores da Saúde seguem sofrendo as consequências da pandemia também no bolso.

“Os desafios que se apresentaram durante a pandemia foram imprevisíveis. É o caso do desemprego de filhos e demais parentes de servidores, que obrigou nossos servidores a assumirem responsabilidades além daquelas já previstas no orçamento mensal”, explica Marli.

Veja o ofício enviado pelo SindSaúde

O SindSaúde também solicita ao GDF a diminuição dos juros para que o servidor tenha melhores condições de pagamento, na busca por parcelas mais baixas.

Margem consignável

A margem consignável permite o desconto e consequente pagamento de serviços e empréstimos contraídos por servidores junto a instituições financeiras.

Por lei, a margem consignável dos servidores do GDF é 30% do salário. No ano passado, o então secretário de Economia, André Clemente, editou a Portaria n°. 130, de 05/05/2021, ampliando esse percentual a 40%, de forma a beneficiar os servidores que precisavam de ajuda financeira.

A ideia do SindSaúde é que essa ampliação seja definitiva, prevista em lei. Como a lei é de iniciativa do Executivo, o ofício da presidente do sindicato ao secretário sugere o envio urgente à CLDF para que a matéria seja discutida.

“Com as novas variantes do vírus da Covid-19 e o surto de gripe, mais uma vez nossos servidores estão administrando unidades de Saúde lotadas e redução do quadro. Precisamos olhar para quem está cuidando da população do DF”, completa Marli.

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