17/04/2017 - 08:35 SindSaúde DF Categoria: Mobilização

Agora é R$90 Destaque

SindSaúde inicia campanha de filiação 2017 com uma grande novidade, a tão sonhada mensalidade de R$ 90,00. Tanto os atuais quantos os novos sindicalizados serão contemplados. Entenda melhor com vai funcionar.

Começou em abril a nova campanha de filiação do SindSaúde. A grande novidade deste ano é o valor da mensalidade que será de  R$ 90.

Os filiados que hoje já pagam R$160 ao mês podem reduzir para R$90, sindicalizando um amigo. É a campanha “Tamos juntos na luta”.

“O SindSaúde é uma das entidades sindicais mais atuante do DF.  Graças ao nosso incansável trabalho que envolve atendimento aos associados, assessoria jurídica completa, mobilizações, greves, negociações políticas, informações atualizadas para a categoria, entre outras tantas”, destaca a presidente do sindicato, Marli Rodrigues.

Para a diretoria do SindSaúde, o valor anterior de R$160 era o maior empecilho para muitos não se filiarem. “Com a redução será possível a filiação de todos. O momento é dos trabalhadores se organizarem, se unirem e lutar junto com um sindicato que não se rende e nem negocia às escondidas. O governo da maldição não se cansa e está cada vez mais pegando pesado”, realça Marli.

O SindSaúde destaca ainda que a categoria passa por um momento histórico de luta contra as ações doentias do GDF, como tentativa de implementação das portarias 77, 78, 141 e IHBDF. Sendo que a portaria 141 teve seus artigos mais nocivos suspensos, após uma ação do sindicato no TCDF. (Veja a decisão)

Diariamente é publicado portarias, decretos e circulares que destroem os direitos conquistados e desmontam o serviço público.

“O número de atendimento jurídico no sindicato tem aumentado todos os dias. Os servidores estão sendo saqueados a cada momento, por isso, é hora de unificação e fortalecimento da categoria”, lembra presidente.

Os sindicalizados têm direito ainda a diversos serviços oferecidos pelo SindSaúde. Confira:

- Jurídico SindSaúde: O filiado do SindSaúde tem à disposição um serviço jurídico especializado para atender em diversas áreas, como direito administrativo, cível, família, juizado especial cível e criminal, previdenciário ou trabalhista. Horário de atendimento: 2ª a 5ª de 9h às 11h30 / 6ª feira de 14h às 17h.

- Revisão de contracheque: Você filiado tem dúvidas com relação ao seu contracheque? O SindSaúde conta com profissional que analisa seu contracheque verificando seu enquadramento na Tabela de Vencimentos, a regularidade no pagamento das gratificações e adicionais. É necessário agendar um horário através do nosso telefone 4063-9077. Os atendimentos acontecem sempre às segundas e quartas, de 14h às 16h30.

- Imposto de Renda: Os servidores filiados têm ajuda do SindSaúde para fazer a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Acompanhe a situação da sua restituição, caso haja, no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se houver a necessidade de fazer retificação compareça à sede do SindSaúde em horário comercial.

- Saúde Card: O serviço de assistência à saúde do SindSaúde conta com diversas clínicas credenciadas em todas as cidades satélites do Distrito Federal. Todos os filiados ao Sindicato têm direito ao SaúdeCard. O que era bom ficou ainda melhor. O SindSaúde ampliou as especialidades atendidas que deixaram de ser apenas cinco para ter todas em seu quadro de assistência. Retire sua carteirinha na sede do Sindicato.

- Prodent: Em parceria com a Prodent, os servidores filiados ao SindSaúde têm direito a consultas gratuitas em todo o Brasil através da maior operadora exclusivamente odontológica do país. Para realizar a marcação de consultas basta ligar para 0800.772.0909. As carteirinhas estão disponíveis na sede do SindSaúde para retirada. Consulte a rede credenciada aqui:http://www.prodent.net.br/rede-credenciada.aspx

- MasterClin Vantagens: A parceria tem por objetivo oferecer aos filiados do SindSaúde e seus dependentes, descontos e benefícios em uma rede de mais de 4.000 estabelecimentos de produtos e serviços em Brasília e região, tais como: laboratórios de exames clínicos, educação, estética, clínicas médicas, academias, curso de línguas, etc. Acesse: http://www.cartaomasterclin.com.br/sindsaudedf.

Para se filiar basta escolher uma das opções:

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no (61) 40639077 ou Whatsapp (61)99653-6237

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13/04/2017 - 10:30 SindSaúde Notícias Categoria: Mobilização

E as pecúnias da Saúde? Destaque

GDF determina orçamento insuficiente para pagar pecúnias da Saúde e Educação

Em reunião com representantes da Educação, na segunda-feira (11/04), o governador Rodrigo Rollemberg, acenou com o pagamento das pecúnias para todos os aposentados do GDF, até o limite orçamentário de R$100 milhões.

“Mais uma vez, o governo mente para os trabalhadores. Nas negociações das pecúnias de 2015, ocorridas ao longo do ano passado, o secretário de fazenda, em audiência pública, realizada em novembro, na CLDF, se comprometeu a apresentar o cronograma de 2016, a partir de fevereiro/2017, iniciando o pagamento”, lembrou Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

A sinalização do pagamento é para o 2° semestre de 2017, mas a lei 840/2011, determina 60 dias para a quitação. E, o mais grave, estipula um limite orçamentário, deixando claro que uns serão privilegiados em detrimento de outros.

“Se o montante devido aos aposentados da saúde 2016, é de R$71 milhões e os da Educação, mais de R$100 milhões, como o governo estipula esse mesmo valor, para pagar todos? E os servidores dos outros órgãos? Como pagar mais de R$170 milhões, com apenas cem milhões? ”, denuncia Marli Rodrigues.

“Causa estranheza e constrangimento, o fato de as outras categorias, tomarem conhecimento dessa ação de governo, através da mesa de negociações do pessoal da educação. Essa atitude do governo, é a cristalização do desrespeito dispensado por ele, nas relações com os servidores”, realça Marli.

Diante disso, o SindSaúde define estratégias necessárias, para assegurar o direito do servidor da saúde. “Não aceitaremos ser alijados e tampouco, preteridos, na realização do nosso direito”, garante a presidente.

O servidor aposentado desconhece o respeito no governo Rollemberg e são tratados como refugo. “Demos o nosso sangue e suor, no labor de anos a fio. E, hoje, o governo nos recompensa com o desdém, provocando-nos lágrimas de revolta e indignação, lamenta servidor aposentado C.L.O.

Saiba governador, que trabalhar na saúde, não é para qualquer um. Conhecemos todas as dores, as perdas, mas também, vivenciamos a vitória e o renascimento. E é assim que nos encontramos hoje, fortes e unidos, em defesa de nossas conquistas.

 SINDSAUDE sempre ao lado do servidor!

12/04/2017 - 11:27 SindSaúde DF Categoria: Desmandos de Rollemberg

Geração sangrenta Destaque

O desejo de retaliação é maior do que a empatia com a dor do outro. Esse governo torpe sobrevive de politicagem.

Pela primeira vez na história da capital do País, população, servidores públicos, parlamentares, sindicatos, órgãos de fiscalização e controle social compartilham da mesma opinião: Brasília está sob o pior governo.

Em 2016, foi necessário o voto de 17 deputados para derrubar o decreto da mordaça, proposto no ano passado pelo governador Rodrigo Rollemberg. Sem contar o “discurso dúbio”, que quando era candidato se posicionava contra as Organizações Sociais (OSs), e hoje as defende com unhas e dentes. Principalmente, quando o assunto é a criação do Instituto Hospital de Base.

“A receita” para melhorar a assistência à saúde da população assinada pelo governador e o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, é o sucateamento do serviço público por completo.

São R$550 milhões ao ano investidos no Hospital de Base, valor que pode ser comparado ao superfaturamento do Mané Garrincha, na ordem de R$ 2 bilhões.

Atualmente, essa quantia é o assombro dos governantes da Operação Lava-Jato. Mas, Rollemberg parece não temer a algo semelhante no futuro. Como o desencadeamento de uma operação titulada de "blood generation" (geração sangrenta).

“É o governo do falta tudo e da instalação de um novo sistema de corrupção. Não resolve os problemas, só cria portarias que destroem os direitos adquiridos e projeta mecanismos de roubo. Essa é a especialidade desse governo incompetente”, denuncia Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

E para completar o circo, o GDF ignora os problemas que preocupam os brasilienses, como a greve de 24 dias dos professores, o caos na Saúde, a operação tartaruga da Polícia Civil e o aumento da passagem de ônibus. São três anos sem avanços.

“O governador, dentro de um processo de arrogância política jamais vista, publica todos os dias uma nova portaria e intimida os servidores públicos para cumprirem aquilo que chega a ser inconstitucional”, destaca Marli.

Entretanto, o SindSaúde retoma a realidade e lembra que a gestão não é vitalícia. Esse ano é pré-eleitoral e o voto é possibilidade de uma nova construção.

“Vai passar rápido. Precisamos renovar nossas forças, todos os dias, para suportar a pressão que estamos passando”, incentivou a sindicalista.

O sindicato está atento a esse cenário de “Vamos saquear o Brasil, vamos faturar um milhão”, juntamente com a força-tarefa da Câmara Legislativa e as ações judiciais.

Marli Rodrigues finaliza com uma sugestão de quem tem experiência com a saúde pública do DF. “Rollemberg precisa entender que ele não pode administrar o DF como se ele estivesse administrando sua cozinha ou seu haras. Ele precisa compreender que trabalhamos com vidas. Quem cuida de pessoas, são seres humanos também, os quais têm família, dores e compromissos”.

Seguimos fortes na campanha #TodosContraRollemberg!

APOSENTADORIA TRAVADA Destaque

Mudanças nos processos da SES atrasam aposentadorias

O SindSaúde vem recebendo toda semana dezenas de reclamações na demora dos processos de aposentadoria. Algumas depois de quase um ano retornam ao ponto inicial por diversos motivos, mas o principal é a falta de preparo dos responsáveis por dar andamento.

Antes da descentralização os processos de aposentadoria eram encaminhados diretamente para a Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep).

Aposentados são proibidos de entrar na ADMC e fazem panelaço na porta da SESAtualmente, todos os processos que estavam lá foram encaminhados para as superintendências regionais, mas os servidores designados, apesar de terem passado por um curso de capacitação, não se sentem aptos a desenvolverem esse trabalho. Só por isso, os processos estão parados nas superintendências.

Segundo a Secretaria de Saúde, uma média de 250 processos está na Gerência de Aposentadorias e Pensões (GAPE) e que levam, em média, cinco meses para a publicação do ato no Diário Oficial do DF (DODF). Na prática, não é o que ocorre.

As mudanças estão acontecendo de forma atropelada. A Gerência de Análise de Processo teve que mudar de sala, sem planejamento.
"Do momento da portaria publicada, em 22 de fevereiro deste ano, a gerência de pessoas deveria ter sido preparada para receber os trabalhos, mas como tudo nesse governo, não houve planejamento. Apenas uma reunião foi feita após a publicação", destacou Marli Rodrigues, presidente do SindSaude.

Má fé
Servidores inativos exigem pagamento de suas pecúniasOs problemas vão além da desorganização. Uma servidora aposentou-se em 2016, e tem 18 meses de licenças-prêmio para receber.
Isso seria motivo de comemoração se não fosse a má-fé que a Secretaria de Saúde usou ao entregar o formulário do abono de permanência preenchido pelo sistema.

“As perguntas que eu teria que marcar X ou deixar em branco já estavam preenchidas, como no item em que falaria da averbação de nove meses da minha licença. Isso não era preciso, por que, eu tinha tempo suficiente. Então perdi metade da minha pecúnia que eu guardava pra receber quando aposentasse”, explicou ela.

Pagamentos atrasados
Há dois anos o governo de Rodrigo Rollemberg vem travando lutas com os aposentados. Eles querem o pagamento de suas pecúnias, que deveriam ter sido depositadas em 60 dias, e ele afirma que não há dinheiro para cumprir a lei.

Em 2016, o SindSaúde junto com a Comissão de Aposentados brigaram para que esse dinheiro, que foi guardado muitas vezes à força, fosse depositado a quem de direito. E esse ano não vai ser diferente.

Os 802 servidores da saúde que se tornaram inativos em 2016 participaram de um panelaço em frente a Secretaria de Saúde na última sexta-feira (7), e conseguiram com o apoio da deputada Celina Leão a lista com os nomes de quem deve receber o benefício

Click aqui e confira o seu nome na listagem:

NÃO À TERCEIRIZAÇÃO! Destaque

Audiência pública debaterá o projeto de lei que transforma o HBDF em instituto

O SindSaúde convoca à população e aos servidores da Secretaria de Saúde para comparecerem nesta segunda-feira (10), às 15h30, ao auditório da Câmara Legislativa para participar da audiência pública sobre a imposição do Governo do Distrito Federal em mudar o Hospital de Base para Instituto.

“É o governo do falta tudo e da instalação de um novo sistema de corrupção. Não resolve os problemas, só cria portarias que destroem os direitos adquiridos e projeta mecanismos de roubo. Essa é a especialidade desse governo incompetente.”, denuncia Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

Servidor, saia do seu posto de trabalho e venha nos ajudar a defender o Base público e 100% público!   

07/04/2017 - 08:30 SindSaúde DF Categoria: Mobilização

Pé na porta


Panelaço dos Aposentados da Saúde cobram do GDF o pagamento das conversões de suas licenças prêmios não usufruídas, em pecúnias. No mês de março, GDF anunciou a publicação de um cronograma para o pagamento das pecúnias de outra categoria. Mas nenhuma data foi apresentada.


Hoje (06), mais de oitenta aposentados e o SindSaúde realizaram um panelaço na Secretaria de Saúde para cobrar essa listagem com os respectivos valores das pecúnias a serem recebidos. O SINDSAUDE requereu há mais de três semanas, a planilha com os nomes para buscar uma negociação com as Secretarias de Fazenda e Planejamento. Mas SES negava esse direito aos servidores.

Durante o manifesto as portas da sede da Secretaria foi fechada e a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, sofreu com o desrespeito e o descaso dos assessores, que mentiram sobre a existência do processo.

“Falaram para esperar do lado de fora e que não tinham nenhum conhecimento sobre a listagem. E demonstraram total descaso com os aposentados. Além disso, falaram para voltar outro dia”, denunciou Marli.

Mas, a Marli Rodrigues, não se deu por vencida com a falsa satisfação e garantiu que não desocuparia a entrada principal enquanto não adquirisse a planilha Em seguida, a deputada, Celina Leão, também cobrou respostas da SES.

“Nós cobramos e com muito barulho conseguimos o que nós é de direito. A Secretaria como sempre não tem dinheiro para pagar, mas a deputada se comprometeu em enviar emendas para esse pagamento. Além disso, a Celina vai mobilizar os demais deputados para também ajudar no orçamento”, garantiu Marli Rodrigues.

O SindSaúde lembra ainda que esse é um dos primeiros passos para a conquista. “Primeiro passo era ter conhecimento desses valores, e agora vem a parte mais importante que é conquistar os recursos com os deputados para garantimos mais esse direito.

Chega de humilhação!

06/04/2017 - 10:52 SindSaúde Notícias Categoria: Mobilização

Aposentados sim. Inativos, nunca!

Aposentados da Saúde, dos anos 2016 e alguns dos anos anteriores, amargam a inércia e desrespeito de Rollemberg em pagar o que lhes é direito, a conversão de suas licenças prêmios não usufruídas, em pecúnias. 

No mês de março, GDF anunciou a publicação de um cronograma para o pagamento das pecúnias de outra categoria. Mas nenhuma data foi apresentada.

O SINDSAUDE requereu há mais de três semanas, a planilha com os nomes e os valores das pecúnias, para buscar uma negociação com a fazenda e o planejamento e, até a presente data, não obteve qualquer resposta.

“Até, depois de aposentados, os servidores da saúde serão perseguidos? Onde ficam os princípios constitucionais de isonomia e equidade? Compreendemos, então que, mesmo aposentados, teremos que continuar a luta e a resistência para fazer valer os nossos direitos”, destaca Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

Assim, como os aposentados de 2015, fizeram um histórico "apitaço" para conseguirem a listagem deles, o SindSaude CONVOCA todos os aposentado e servidores da ativa para um mega panelaço na sede da SES, onde só sairemos de lá, com a nossa reivindicação atendida.

Chega de humilhação!

 

PANELAÇO DA RESISTÊNCIA

Local: Sede da SES (antiga CLDF, no final da Asa Norte)

Data: 06/04/2017 (5a feira)

Concentração a partir das 9h, na rampa de acesso, da portaria principal

05/04/2017 - 08:23 SindSaúde Notícias Categoria: Mobilização

Sob pressão

Trabalhadores com restrições médicas denunciam que estão sendo relocados sem anuência do Sindicato, chefias e Conselho de Saúde do DF

Mais de 70% dos casos dos servidores da Saúde que possuem restrição médica são relacionados a quadros de ansiedade, depressão e locomoção. É o que afirma as pesquisas da Secretaria de Saúde e Instituto Dados.  

Mas não é essa a preocupação que o governo tem demonstrado diante das doenças causadas pelas péssimas condições de trabalho, geradas pelo sucateamento na rede pública de saúde.

Todos os dias, profissionais estão sendo transferidos à revelia dos seus postos de trabalho. Em alguns casos nem mesmo a chefia tem ciência, e em outras coordenações tem feito pressões e ameaças à servidores que não aderirem a nova gestão do GDF.

“Economizar às custas do trabalhador. Não vamos permitir que os direitos e garantias já conquistados sejam destruídos. Essa é uma decisão do Conselho. Essas novas políticas têm que ser discutidas com a categoria, por que, nós que temos o dever de fazer. Nenhum trabalhador será movimentado para a Atenção Primária. Vamos antes discutir essa movimentação um a um”, declarou Helvécio Ferreira, presidente do Conselho de Saúde do DF.

SindSaúde, servidores e Conselho se reuniram nessa última terça-feira (04), para determinar diretrizes contra as portarias 77,78 e 141, além da criação do Instituto Hospital de Base.

“O sindicato acionou a Justiça para que possamos suspender as portarias. Não fazemos mais acordo com o governo. Por que para os sindicatos e imprensa o GDF anuncia uma proposta, mas todos os dias são denúncias e mais denúncias. Eles desrespeitam o trabalhador, que há anos está carregando a Saúde nas costas e comprovam ser incapazes de administrar a rede”, denuncia Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.  

O Conselho garantiu que vai deliberar o controle da política e a fiscalização. E solicitou ainda aos servidores que negasse as determinações de transferência para outros setores. “Não é para atender esses pedidos de relocação. Não é para assinar, por que, se um assina afeta a união do coletivo e tira a argumentação do Conselho. Nós, vamos agir com o poder que esse conselho tem”, garantiu Helvécio Ferreira.

A proposta ajustada entre Conselho, SindSaúde e servidores foi: a criação da lista nominal de todos os trabalhadores que tenham restrição médica para que todas as ações que forem remetentes a esses servidores sejam acompanhadas.

Além disso, uma reunião foi agendada para dia dezenove de abril. Serão convocadas para a discussão a Secretaria de Saúde, Tribunal de Contas, Entidades de Classes, Conselho e trabalhadores.

“Não permitiremos nenhuma irregularidade e nenhuma ação intempestiva com relação a essa implantação da atenção primária. O servidor é o agente operacional do Estado. Sem eles não tem saúde”, finalizou o presidente do Conselho. 

03/04/2017 - 20:17 SindSaúde DF Categoria: Mobilização

Sindicatos freiam Instituto

Sindicatos da saúde fazem força-tarefa para adiar votação do projeto que cria instituto para gerir o Hospital de Base do DF. Projeto não teria sido descutido com categoria e sociedade. 

A criação do Instituto Hospital de Base foi a discussão acalorada da mesa redonda na Câmara Legislatina, nessa segunda-feira (03). A Presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, esteve em reunião na CLDF, com deputados, governo e Ministério Público, nessa segunda-feira(03). 

Com a posição já definida, o sindicato não só deixou claro a sua recusa ao projeto, como destacou os pontos que geram essa negativa. "Faço um apelo a essa casa para não perdemos, não retroceder. Eu vi esse filme já acontecer. E o filme pior que existe é "eu sei o que você fez no verão passado" Esse projeto nos leva para uma lama enorme. Esse Instituto não vai resolver o nosso problema. Ficamos assustados com esse projeto",destacou Marli Rodrigues.

Deputados já demonstram recusa ao projeto e pedem mais cautela para o presidente da Casa, Joe Valle, ao incluir projeto na pauta do Plenário. Base do governo pressiona e articula votação para amanhã(04/04).

 "Não aceitamos discutir esse projeto de destruição.Queremos, sim, debater melhorias para o HBDF, mantendo o modelo público, com o fortalecimento do SUS!", ponderou presidente. 

A presidente lembrou ainda que o o Hospital de Base representa a história de Brasília e está disponível à toda população. "Ele jamais pode ser comparado a Rede Sarah. O hospital de Base é do povo.

Outro fator a ser observado é o sucatemento ao funcionalismo público no DF. "como fica a situação funcional? Celestistas e estatutários trabalhando sob regimes diferentes em uma mesma gestão? Não consigo entender isso?!", encerra Marli.

31/03/2017 - 11:52 SindSaúde DF Categoria: Mobilização

Abaixo as Portarias do mal Destaque

Presidente do Conselho de Saúde, Helvécio Pereira, garantiu em reunião com o SindSaúde que não vai permitir percas aos trabalhadores nas portarias 77 e 78

A direção do SindSaude conversou com o presidente do Conselho de Saúde do DF, Helvécio Ferreira da Silva, durante essa semana, requerendo uma revisão da resolução 465 e buscando uma redaçao objetiva para a mesma. O objetivo é evitar deturpações em sua interpretação, justificando a partir dela, a confecção de portarias que suprimem os direitos e conquistas dos servidores.

É inadmissível que a política formulada, a partir dessa resoluçao, expressa na Portaria 77 e a sua implementação, na 78, venham na contramão dos trabalhadores da saúde. Prejudicar servidores, principalmente, os que tem restrição laboral, mas são plenamente produtivos, ou tratar o "excedente" que não vai compor as equipes como "refugo", é um grande equívoco, para não dizer crueldade, desse novo modelo de assistência .

O Presidente do CSDF, expõe com sensatez, quando diz que "Não se constrói o SUS prejudicando aqueles que se sacrificam todos os dias: o trabalhador da saúde. Principalmente aqueles que hoje estão com restrições médicas por causa de anos de dedicação ao trabalho nas unidades de saúde do DF”.

O Presidente do Conselho concorda que é preciso vetar todos os efeitos das portarias 77 e 78, que prejudicam os nossos servidores. E, se os gestores atribuem a uma resolução do CSDF, o mote para as famigeradas portarias, lá é o forum adequado, para corrigir essa distorção.

Helvécio Ferreira, se mostrou sensível à situação trazida pelo sindicato e, demonstrou preocupação com a forma com que a resolução foi mal interpretada. Ele garantiu uma reunião, em conjunto com o SindSaúde e os trabalhadores que possuem restrição médica para a próxima terça-feira, dia 04 de abril, às 9h na Sede do Conselho da Saúde. 

“Não vamos permitir nenhum tipo de perda para a categoria. Da mesma forma que o SindSaúde atuou através do Tribunal de Contas do DF contra a portaria 94, que passou a ser 141, durante o processo, vamos com o nosso próprio sangue defender os direitos dos servidores da atenção primária", garantiu Marli Rodrigues.

O SindSaúde acredita que, Helvécio Ferreira, primeiro servidor de nível médio a ocupar a presidência do Conselho, deve carregar consigo o compromisso de buscar soluções para o nosso sistema de saúde, em parceria com os trabalhadores, a sociedade e o ente estatal. E, lembra que, sempre que recorre ao mesmo para dirimir conflitos que se apresentam, no labor diário, ele tem sido receptivo e se mostra inclinado a resolver o que for necessário. Inclusive, mantendo um canal aberto, de forma permanente e democrática, para as negociações com a categoria.

O SINDSAUDE convoca ainda, TODOS os servidores que atualmente estão de atestado médico e profissionais que serão atingidos pelos efeitos das portarias 77 e 78, para a reunião com o CSDF. Helvécio Ferreira, assegurou a sua realização. O controle social se faz com a sua participação!