20/06/2018 - 13:31 SindSaúde DF Categoria: Informe pecúnias

INFORMATIVO SOBRE PAGAMENTO DAS PECÚNIAS Destaque

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Informamos aos aposentados/2016 que as pecúnias devidas aos servidores que se aposentaram no período de 10 a 23/05/2016 serão depositadas no dia 28/06 à noite, estando disponível nas contas, no dia seguinte.

Estamos nesta luta com os aposentados da saúde para receberem as pecunias desde 2015. Antes, eram pagas no prazo regulamentar.

Os grupos são formados por servidores de todas as categorias e filiados em diversas entidades ou não.

Percebi que, quando nos aposentados, perdemos a referência e o status da função. Nos tornamos simplesmente "inativos"...

Não podemos corroborar essa falta de política de pessoas para os aposentados. Nem por parte do Estado e nem pelas entidades representativas.

Sou colaboradora e sindicalizada ao SindSaúde. Tive o apoio integral da presidente Marli Rodrigues para encampar essa luta... Nos momentos em que eu não pude estar à frente, por razões óbvias (ainda estou em atividade e sob franca perseguição), foi ela que fez o apitaço e panelaço com os aposentados... É ela quem comanda parte das articulações nos bastidores, em busca de apoio.

Agora, estou com mais dois grupos (aposentados em 2017 e 2018) para continuarmos a luta, que é muito árdua e solitária... Poucos se interessam pela causa dos aposentados... Porém, os nossos poucos aliados tem sido incansáveis...

Precisamos continuar unidos e agregar mais colegas que, estão esperando o pagamento, sem uma orientação segura e sem saber que eles podem ser peças fundamentais para acelerarmos as conquistas...

É constrangedor que, após anos de trabalho massacrante na saúde, ainda precisemos continuar a luta para receber o que a lei determina seja pago em até 60 dias. Os nossos colegas que se aposentaram estão aguardando há mais de dois anos...

E lhes garanto que tudo o que o governo gostaria é que nos acomodassemos e ficássemos só lamentando, buscando culpados, sem lutar... Fizemos ocupação na Presidência da CLDF por duas vezes... Movimentos em frente ao Buriti... Várias reuniões com o Chefe da Casa Civil, no Colégio de líderes e com o Secretário de Fazenda... Enfim, estamos dando trabalho e já somos um divisor de águas na história dos movimentos dos trabalhadores. Mas, aposentado não aparece... A mídia esconde a nossa luta! Mas, o governo sabe que estamos firmes... E pressionando!

Contamos com o apoio IMPRESCINDÍVEL da CLDF. Principalmente dos deputados Júlio César, Raimundo Ribeiro, Bispo Renato, Wasny de Roure, Wellington, Celina Leão e Joe Valle.

Porém, estamos vendo o ano findando e cada vez mais as pecúnias ficando para trás... Os recursos retirados do IPREV não foram usados para pagar os aposentados, nem as emendas parlamentares destinadas a esse fim. O governo, simplesmente protela e paga a conta-gotas...

Ainda tem mais de 600 aposentados sem receber em 2016. O número de 2017 deve ultrapassar 800. Se conseguirmos mobilizar 500 pessoas, no mínimo, e fazer uma ação bem articulada, DUVIDO esse pagamento não acelerar...

Pensem, colegas! Não depende de mim, ou de meia dúzia... Depende de TODOS! Claro que, quando esse movimento acontecer, vão aparecer lideranças de todo canto. Sindicatos que nunca se importaram, se farão presentes... Sem problemas! O que importa é o RESULTADO!!! Vamos cobrar o que é nosso direito?

Lembrem-se: nós somos os atores principais de nossas lutas e conquistas... Nós somos o sindicato!

Pensem nisso!

Abraços fraternos,

Silene Almeida
Coord. Grupo Pecúnias Saude /2016/2017/2018

11/05/2018 - 12:11 Lurian Leles Categoria: Informe dia das mães, clube da saúde

Em parceria com Clube da Saúde, SindSaúde promove dia dedicado às mães no próximo domingo (13) Destaque

Um dia de lazer e muita animação está sendo preparado para as mães da Saúde. Em comemoração ao dia delas, o SindSaúde realiza evento em parceria com o Clube da Saúde, no próximo domingo (13), a partir das 9h. Muitas atividades, música e animação esperam as servidoras e seus familiares.

Será lançada ainda a campanha “A mãe mais linda do mundo”, onde os filhos serão convidados a participar e dizer porque esse título merece ser da sua. O prêmio será um smartphone.
Mães e filhos, compareçam!

Serviço:
Local: Clube da Saúde (SIA - Guará, Brasília - DF, 71215-000)
Data: domingo, 13 de maio
Horário: 9h

11/12/2017 - 14:19 SindSaúde DF Categoria: Informe 13º salário

Pagamento do 13º Destaque

Cumprindo a rotina de atrasos, imposto desde o inicio da gestão, o governo vai pagar os aniversariantes do mês de novembro. Eles terão seu 13º salário depositado na noite desta terça-feira (12). A confirmação foi obtida junto a fontes do governo.

“Os servidores da saúde viveram a penúria para receber seus direitos durante todo o ano, Rollemberg não iria fazer diferente no final, mesmo tendo prometido pagar pontualmente, quando pegou o dinheiro do IPREV. Parece que o governo não entende que pagando corretamente o servidor, a economia gira no DF. É bom para todos, não só para nós”, avalia a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

01/12/2017 - 19:20 SindSaúde DF Categoria: Informe ministério da saúde

Ministro da Saúde é detonado nas redes sociais por desabastecimento em farmácias de alto custo Destaque

Ricardo Barros recebeu chuva de críticas em postagem por falta de imunossupressores para transplantados e de medicamento para hipertrofia muscular espinhal na rede pública

A incompetência e a falta de compromisso com a saúde transcende o GDF. Na esplanada, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que é Engenheiro, mostra que também não entende de gestão, de acordo com a avaliação de internautas parentes de pacientes que necessitam de medicamentos.

Ricardo Barros foi duramente criticado uma postagem em seu perfil no facebook pela falta de medicamentos imunossupressores nas farmácias de alto custo dos estados. Enquanto o gestor comemorava a ampliação dos atendimentos de saúde em Londrina, no Paraná, internautas o culpavam pela falta de medicamentos.

Os imunossupressores são remédios que os transplantados precisam tomar o resto da vida para evitar a rejeição do órgão. A falta dos principais medicamentos foi recentemente abordada pelo Jornal Nacional (clique aqui para ver). De acordo com a Associação Brasileira de Transplantados, sete estados encontram-se com problemas na distribuição dos remédios.

Hipertrofia muscular espinhal
Em outra postagem, Catia Trevellin, mãe de Gianlucca que é portador de hipertrofia muscular espinhal, rechaçou Barros. “Ricardo de Barros meu filho esta morrendo por sua causa, você é o responsável pela VIDA dele desde o dia 30 de março!”, disse. Segundo ela, mesmo com decisão judicial favorável ao garoto, o ministro não autoriza a compra do medicamento de alto custo, avaliado em R$ 2.2 milhões.

01/12/2017 - 15:06 Lurian Leles Categoria: Informe servidores da ses, saúde mental

Saúde mental do trabalhador Destaque

Gestão fecha os olhos para a saúde mental do servidor

Os relatos circulam quase que diariamente pelos corredores dos hospitais até chegarem ao SindSaúde, entidade que defende e luta pelos direitos dos servidores da área da Saúde. Perseguições, assédios, total falta de condições de trabalho, entre tantos outros problemas já conhecidos dentro da Secretaria de Saúde (SES-DF), têm andado lado a lado como surgimento de transtornos psicológicos entre os servidores, gerando afastamentos por licença médica e até mesmo alguns casos de suicídio.

Os efeitos colaterais desse cenário como depressão, estresse, ansiedade, transtorno pós traumático e outros distúrbios mentais, são uma realidade na vida e no ambiente de trabalho. A Previdência Social aponta que, só em 2016, 75,3 mil trabalhadores foram afastados em todo o Brasil. No DF, 6,2% da população adulta sofre com esses problemas, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS) em dados divulgados em abril deste ano.

Mulheres são as mais afetadas
Segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde, foram notificados no período de 2007 a 2017, 7.770 casos de transtornos mentais relacionados ao trabalho. As trabalhadoras são maioria, com 60% dos casos no􀆟ficados (4.646).

Com relação à faixa, trabalhadores entre 30 e 49 anos correspondem a 67,3 % dos casos.

O SindSaúde tentou obter dados específicos sobre os servidores da Saúde junto à SES-DF e a Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SubSaúde), da Secretaria de Planejamento (Seplag) — responsável pelas perícias em casos de licenças e afastamentos por motivo de saúde. A Pasta negou acesso a qualquer tipo de informação nesse sentido. ”A impressão que temos é que a categoria está adoecendo e nada tem sido feito pela Secretaria de Saúde e demais órgãos do governo para que isso seja evitado”, crítica a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

Problema recorrente
Não é de hoje que o SindSaúde está preocupado com os constantes relatos de adoecimentos na categoria, principalmente no que diz respeito ao psicológico dos trabalhadores, e vem cobrando do governo que cuide da saúde de quem cuida do brasiliense.

Há dois anos, o sindicato denunciou o caso da servidora Beatriz Fernandes, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), que entrou em quadro depressivo devido a constantes assédios sofridos por parte da gestão. A história da trabalhadora terminou de forma trágica.

Trauma e perseguição
Diagnosticado com transtorno pós-traumático, associado à síndrome do pânico e quadro depressivo, em decorrência de uma situação ocorrida no local de trabalho, um técnico de enfermagem — que prefere não se identificar por temer perseguição — conta que há dois anos vive um verdadeiro calvário.

Ao longo desse período, ele já foi afastado e reintegrado ao trabalho algumas vezes. “Meu médico não tinha me dado alta por achar que não estava pronto, mas a Medicina do Trabalho sim, porém, com restrição. Daí eles começaram a me constranger, sem saber onde me colocar, querendo que eu desse a solução”, relata. O servidor queixa-se ainda que até mesmo sua vida pessoal vem sendo monitorada “numa tentativa de insinuar que não estou doente”.

Doença e abandono
Outra servidora corrobora esse pensamento. Ela conta que há cinco meses perdeu o cargo de chefia devido a perseguições dentro do ambiente de trabalho, o que também teria resultado em sua remoção. De lá para cá, desenvolveu um quadro depressivo diagnosticado no fim de setembro por uma psiquiatra da própria unidade em que atua. “Ela notou que eu não estava bem, fiquei fugindo da consulta porque nunca gostei de dar atestados e sempre achei que depressão fosse uma balela. Quando finalmente me consultei, fui afastada por quinze dias”, conta a trabalhadora que diz ainda não se sentir preparada para retornar ao serviço.

 

29/11/2017 - 11:29 Lurian Leles Categoria: Informe secretaria de saúde, svo, iml

Cadê o dinheiro que estava aqui? Destaque

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  • Imagens: Peter Neylon

Serviço de Verificação de Óbitos da Secretaria de Saúde atua de forma precária sem verba de R$ 646 mil que deveria ser aplicado no setor; sucateamento do SVO sobrecarrega o Instituto Médico Legal, que anunciou que não fará mais a liberação de cadáveres por morte natural

O Instituto Médico Legal (IML) não manipulará e nem liberará aqueles que falecerem por morte natural a partir do final desta semana. A orientação de entidades partiu da premissa de que esta é uma função do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) da Secretaria de Saúde (SES-DF). O órgão, no entanto, encontra-se sucateado pela falta de investimentos.

Em concurso realizado pela SES para esta área, houve apenas para médico patologista e AOSD Anatomia Patológica e não fez para técnico em necropsia. Ou seja, falta servidor para esse serviço.

Em 2016, os ministérios públicos do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e de Contas do DF (MPC-DF) investigaram o que ocorreu com a verba de R$ 646 mil da União, que deveria ser investida no SVO. Na ocasião, foi encaminhado ofício ao Tribunal de Contas da União (TCU) demonstrando que o recurso foi desviado e utilizado de forma indevida no Hospital de Base (HBDF).

Atualmente, 40% da demanda atendida hoje pelo IML é de mortes por causas naturais. A SES foi notificada no dia 17. Dois rabecões teriam sido oferecidos à Pasta, que estaria sem viaturas para a coleta dos corpos, mas a cessão foi recusada pela própria secretaria. Já houve determinação do MPDFT para a implantação do SVO e o governo tinha 12 meses para regularizar, já se passaram quase dois anos e nada foi feito.

"O Instituto de Medicina Legal do DF sempre realizou exames cadavéricos em casos de morte natural, ou seja, trata-se de mortes que em nada contribuem para fins criminais e assim desvirtuam a função primordial do IML, que é subsidiar a Justiça", relata Helder de Lima Macêdo, técnico em anatomia do IML, em carta aberta. “Mas qual é a relevância do Serviço de Verificação de Óbitos? Simples: o governo necessita de dados estatísticos confiáveis para implementação de suas políticas de saúde, subentende-se neste caso, a prevenção. Infelizmente o combate às moléstias se dá no topo da pirâmide, quando o fato ocorre, gerando gastos excessivos e o caos na rede pública de saúde", explica.

“A desorganização da gestão culminou em inúmeros problemas, inclusive abriu brechas para que ocorram situações como a da Máfia das Funerárias. É um desrespeito sem fim com os que partiram e seus familiares”, avalia a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, citando a investigação que deflagrou a quadrilha que extorquia até mesmo na emissão de certidão de óbitos, documento que é gratuito. “É nessas horas que fica nítido como o governo de Rollemberg peca por pura incompetência de gestão, pois há recursos que não são empregados”, classifica.

O SVO
Através da Portaria n° 1.405 de 29 de Junho de 2006, o Ministério da Saúde instituiu a Rede Nacional de Serviços de Verificação de Óbito e Esclarecimento da Causa Mortis (SVO). Em 2010, uma portaria conjunta estabeleceu normas de cooperação mútua entre a SES-DF e a Polícia Civil do DF (PCDF). O departamento funciona no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e só assina os óbitos dos que faleceram nos hospitais do DF.

O SindSaúde questionou a Secretaria de Saúde sobre o funcionamento do local, como atuam os servidores e sobre os investimentos — inclusive a respeito da verba de R$ 646 mil. Apesar de não responder de forma clara aos questionamentos sobre recursos e déficit de trabalhadores, a Pasta afirmou que estão sendo feitas adequações nas unidades hospitalares e pediu compreensão do IML.

Confira a nota na íntegra:

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal dispõe de Serviço de Verificação do Óbito, responsável por desenvolver ações que buscam esclarecer a causa de óbitos, com ou sem assistência médica, sem elucidação diagnóstica, sobretudo aqueles casos de interesse epidemiológico. Ao SVO devem ser encaminhados os óbitos ocorridos em via pública ou domicílio, após afastada a possibilidade de causa externa como, por exemplo, os acidentes, homicídios, suicídios, dose excessiva de medicação, entre outras.

Atualmente os corpos são removidos para o IML onde são avaliados por médicos patologistas da SESDF, que promovem a análise do corpo, dos documentos e prontuários disponíveis no sistema eletrônico da Secretaria de Saúde. Havendo a necessidade de realização de necropsia, por solicitação da família ou quando houver suspeita de doença de notificação compulsória, o corpo é removido para o Hospital Regional da Ceilândia.

O IML é um importante parceiro da SESDF e vem ao longo dos anos contribuindo com as ações de SVO realizadas no DF, entretanto, estão em curso diversos ajustes em estruturas próprias da secretaria para que todos os serviços vinculados ao Serviço sejam realizados exclusivamente em unidades da rede SUS/DF. Dentre os ajustes estão adequações em unidades hospitalares, registro de informações dos laudos emitidos pelo SVO, elaboração de plano de aquisição de equipamentos, insumos e veículos, dimensionamento de força de trabalho necessária e a construção da sede definitiva do SVO.

O Ministério da Saúde consolidou os repasses financeiros para o SVO no Bloco de Financiamento da Vigilância em Saúde e tais recursos vêm sendo aplicados em ações próprias da Vigilância. O planejamento de 2018 prevê a consolidação das ações de estruturação definitiva do Serviço na rede, havendo a programação financeira específica a partir do bloco financeiro da Vigilância para sua execução.

28/11/2017 - 09:55 SindSaúde DF Categoria: Informe censura, rollemberg, justiça

A (in)Justiça joga no time dos poderosos! Destaque

Por Marli Rodrigues

Diz a lenda que a deusa Themis, figura mitológica que representa a Justiça, não foi criada com os olhos vendados. No século XVI, artistas alemães colocaram esse adereço para simbolizar a imparcialidade do julgador.

Sabemos, porém, que “neutralidade científica" e “imparcialidade do juiz” só existem no mundo imaginário, irreal.

No nosso cotidiano, experimentamos calejados o rigor das decisões contrárias à coletividade. Em todas as áreas, acumulam-se julgados favorecendo os poderosos em detrimento do povo.

No Distrito Federal, não é diferente! A parceria mais exitosa do “competente" Rollemberg foi com o judiciário!

Nunca antes, na história política e social do DF, vimos tantas decisões estapafúrdias e desconectadas das necessidades da maioria.

Na saúde, Rollemberg deitou e rolou... e continua chafurdando no lodaçal em que está o seu governo.

Dentre tantas decisões equivocadas e eivadas de irregularidades, destaca-se a celeridade da justiça em atender, inaudita altera pars (sem ouvir a outra parte), contra os trabalhadores que esboçaram reagir à opressão. Os movimentos foram considerados ilegais, antes mesmo da decretação oficial das paralisações. É um novo instituto jurídico inventado para atender ao governante claudicante do DF, a decretação da ilegalidade preventiva. Nem bem as assembleias acabavam e o oficial de Justiça já estava à espreita, aguardando para nos notificar.

Da mesma forma constrangedora, o judiciário disse “amém” ao Instituto Hospital de Base, como serviço social autônomo. A farra das terceirizações e quarteirizações está liberada! Dane-se o paciente... Tô nem aí para o sistema público! Saúde, ou melhor a doença, é para lucrar e compartilhar com os amigos... Vide as indicações feitas para o Conselho Administrativo do IHBDF.

Na capital do país, os oprimidos e abandonados clamam por auxílio e compaixão. A sociedade faz ouvidos moucos... A Justiça, pune-lhe as pretensões! Quem ousa questionar os desmandos dos déspotas togados?

E, na mesma capital em que pequenas Beatrizes, que imploram pela chance de viver; e crianças famintas ainda desmaiam de fome nas escolas, sonhando com a merenda do dia-a-dia para sustentar-lhes o corpo e dar dignidade à sua frágil e tenra existência... Tantos anônimos que morrem agonizantes à espera de uma UTI, um procedimento, uma cirurgia, um medicamento, quase todos segurando uma LIMINAR judicial, obrigando o Estado a agir e NADA acontece... As pessoas são ludibridadas acreditando que terão oportunidades iguais e que a Justiça lhes dará apoio. Ledo engano! Não há execução; não se recolhe multas; não se condena por improbidade ou sequer há um mandado de prisão ou condução coercitiva para quem descumpre esses mandados. Rollemberg tem seus “brothers" em todos os poderes...

Se a Justiça fosse célere e eficaz para julgar e obrigar o Estado a agir, quando demandados, poderíamos avocar imparcialidade.

Não é o que vemos e assistimos! Julgam-se com celeridade assuntos administrativos e relega-se a outros planos, a questão do acesso ao SUS...

E para piorar o quadro apresentado, o Estado não vem sozinho oferecer o ombro amigo para o chefe do executivo local. Para dar ares de legalidade, se associou ao Promotor Jairo Bisol, que não se sabe por que cargas d'água mudou o seu posicionamento tão firme contras as terceirizações.

Será que o MP esqueceu dos prejuízos materiais, econômicos, sociais e outros de natureza tão intima que sequer pode ser revelado? Quantas vidas mais teremos que perder para sensibilizar o MP?

Desafiamos os ilustres promotores a conhecer a realidade de quem está na fila aguardando hemodiálise, quimioterapia, radioterapia ou qualquer outro procedimento.

Tem que ter estômago de aço para mentir e iludir alguém desesperado... Tem que ter um parceiro forte, com a mão pesada para massacrar os que se opõem... E isso, Rollemberg faz muito bem... Ele é desprovido de compaixão e humanidade. O sadismo e o cinismo, aliados à sua arrogância e imaturidade transformam-no num personagem patético, fraco, sem referências, que usa o poder da máquina para angariar mídias positivas.

Curiosamente, após denuncias feitas num veiculo nacional, o silêncio impera no DF. Tomara que, ao deitarem os cúmplices desse genocídio, quais sejam, juízes, promotores, políticos, lideranças e o próprio executivo escutem o lamento vindo do exército de alijados à própria sorte, com a conivência e bênçãos dos citados!

Não resta dúvida que, esse artigo será submetido ao censor-mor do DF e que o mesmo será ignorado. Mas, aqui, em nosso espaço, damos nosso grito de guerra e rejeitamos a pecha de coitadinhos...

Vamos sim, lutar... Vamos sim, denunciar todas as mazelas do Instituto... Vamos fortalecer o #eufico no Hospital de Base...

Não aceitaremos ser expulsos de nossas casas, por um governo sem propostas, sem projetos, sem ação.

Como já virou moda, Rollemberg dorme e acorda vasculhando as notícias postadas pelo SindSaúde. E, para não deixar cair no esquecimento, continua agindo como menino mimado que ao ser advertido, pega a bola e vai embora, pois ela é dele... Ainda hoje, soubemos de mais uma ação judicial, onde o nosso direito constitucional de manifestação foi cerceado sob pena de multa diária, porque constatamos a sua INCOMPETÊNCIA e o ilustramos em sua versão demoníaca... Os seus tutores acataram o pedido de retirada do ar, desse material informativo aos servidores.

Rollemberg não governa e não aceita críticas! E a justiça acolhe esses pedidos bizarros... Virou parceira! E também será responsável pelo genocídio que se avizinha... O que fizeram no HRSM (real sociedade espanhola, em Santa Maria) é fichinha perto do que vai acontecer no maior centro de alta complexidade do sistema público de saúde do DF. A Justiça será a avalista dessa tragédia...

Sabemos que a mão pesada e a espada das autoridades judiciais pairam sob nossas cabeças. Mas, não há bem que dure para sempre e nem mal que nunca se acabe... 2018 está chegando e com ele varreremos os usurpadores da democracia. Se houve um golpe politico, ele ocorreu aqui, no DF. Em clima de democracia e de esperança aos mais incautos, o povo elegeu o que tinha de pior para governar o DF. Porém, não há mal que dure para sempre...

A lei pode ser para todos, mas, a Justiça é só para alguns!

Dinheiro e poder fazem prensas pararem, facilitam o tráfico de influência em ambientes que deveriam ser imparciais e emudece blogueiros, jornalistas e a dita imprensa livre.

Mas, ele não pode privar o povo de pensar e despertar... Em tempos de redes sociais, as notícias de alastram à velocidade da luz! E não há juiz mais rápido e eficiente que isso...

Continuaremos nossa missão de defender o SUS e os servidores. Goste Rollemberg ou não! A bola pode ser dele e o juiz também ter sido “seduzido” em seu joguinho escroque. Mas, nós somos os craques!!

27/11/2017 - 11:23 SindSaúde DF Categoria: Informe insalubridade

SindSaúde conversa com especialista sobre insalubridade para os servidores Destaque

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O tema, que o governo tem medo de debater, é um direito de todo o servidor da saúde que trabalha no ambiente hospitalar

É hora de desfazer uma injustiça açodada pelos governos do Distrito Federal. Todo o ambiente hospitalar de acolhimento a paciente expuso o servidor à insalubridade. Porém, no Distrito Federal, sobretudo sem desemprego de Rodrigo Rollemberg, esse orientado para a esquerda.

A Norma Regulamentadora nº 15 do MTE, em seu anexo 14, explica os critérios para concessão do adicional. Ela cita quais trabalhos ou operações fazem jus à concessão do adicional. E informa também o grau de insalubridade a ser concedido ao trabalhador exposto.

Segundo um NR, para um contrato de extensão de insalubridade por exposição a riscos biológicos e necessários "a execução de trabalho ou operação em contato permanente com isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não é previamente esterilizados e / ou contato permanente com pacientes ou material infecto-contagiante.

A NR 15, entretanto, função e não atividade exercida, quando fala em exposição a insalubridade. Ela diz são os cargos de Médicos, Técnicos, Enfermeiros, Nutricionistas e afins. Mas ficam de for passsères, como: Atendentes, Recepcionistas, e pessoal, normalmente responsável pela triagem de pacientes.

Já a Norma Regulamentadora 32, que é mais atual, aponta a probabilidade do risco existe em todas como áreas de acolhimento a paciente, como UPAs e centros de Saúde. Muitos autores e estudiosos divagam sobre o tema, indicando a si mesmo.

Está claro que o SindSaúde não é essa essa bandeira sozinho. A tese é encampada por especialistas, como o professor Rafael Romualdo, da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida do Trabalho, da Universidade de Brasília. Segundo ele, um NR 15 que trata da insalubridade em ambiente hospitalar pecou.

"Ora, quando o recepcionista faz um atendimento humanizado a pacientes, não há como saber que tipo de patologia um paciente tem apenas por olhar sua rosto, desse modo toda uma área hospitalar possui um risco biológico, sem distinção de pessoa, profissional, gênero ", Diz.

A insalubridade e dividida em graus, sendo: Mínimo, Médio e Máximo, segundo a NR 15. Esta distinção deve ser observada levando em opinião do tipo de exposição do trabalhador ao agente prejudicial à saúde, pois existe maior e menor probabilidade de exposição. "Um paciente com Tuberculose é diferente de um paciente com enxaqueca, o risco existe para os dois casos, mas em proporções diferentes", exemplifica o especialista da UnB.

Os critérios para o percentual da insalubridade pela CLT são 10% para grau mínimo, 20% para grau médio e 40% para grau máximo. No caso dos servidores, regidos pela Lei 8112/91, os percentuais de 5%, 10% e 20%, respectivamente. Essa diferença entre a CLT e estatutários, inclusive também é motivo de discussão. "Afinal, servidor estatutário não é trabalhador como o da CLT? Não deve haver distinção ", alerta o especialista da UnB.

O próprio ambiente hospitalar mostra uma situação contraditória que acaba pressionando o Buriti. Os trabalhadores da cozinha e vigilância, por exemplo, recebem uma insalubridade por estar exposto. Sendo assim, reconhecer uma insalubridade é mais do que óbvio, e uma questão de justiça. Pela CLT, estes profissionais têm direito ou adicional de insalubridade.

Sendo assim, com todos esses esclarecimentos, entendemos que, automaticamente, quando o servidor trabalha por 25 anos em insalubre local, ele tem o direito líquido e certo à aposentadoria especial. É uma hora de nossos representantes políticos e governadores em uma inércia de lado e debater esse tema, que é de alta relevância para servidores da saúde. O SindSaúde vai trabalhar arduamente para que nossos direitos e implementados não DF.

- Um projeto de emenda à lei Orgânica, de autoria do deputado distrital Rodrigo Delmasso (Podemos) está em trâmite na Câmara Legislativa. O texto propõe os servidores da saúde com direito a aposentadoria especial após 25 anos de trabalho em insalubre local. Com a necessidade de adicionar melhorias ao PL, debate precisa ser iniciado.

 

Cobrança do SindSaúde sobre pecúnias repercute na mídia Destaque

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Após constante reivindicação, pecúnias dos aposentados em janeiro de 2016 foram pagas na segunda (16)

O Metrópoles noticiou hoje (19) a luta do SindSaúde pelas pecúnias. As licenças-prêmio dos dos servidores aposentados entre 16 e 26 de janeiro de 2016 foram pagas na última segunda (16), como informou o Sindicato.

O SindSaúde tem lutado desde o início desta gestão contra os desmandos de Rollemberg, para que todos, independente da categoria, consigam receber. “Não nos furtamos a mais esse combate e estamos cobrando as pecúnias, que não são privilégio, mas um direito de todos os servidores que se aposentaram sem gozar suas licenças-prêmio”, esclarece a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. “É natural que agora, com o aporte do Iprev, os aposentados sejam priorizados nesse pagamento. O SindSaúde segue cobrando até que não haja nenhum servidor sem ser contemplado”, completou.

13/10/2017 - 11:14 SindSaúde DF Categoria: Informe servidores, remoção, centro de saúde

Governo passa por cima da lei e tenta impedir atuação do SindSaúde Destaque

Presidente do SindSaúde se reuniu nesta sexta (13) com servidores do CSnº2 do Gama para tratar de remoção arbitrária; gestão ausente tentou proibir entrada do sindicato

Atento às ameaças de remoção de servidores dos centros de saúde para hospitais, o SindSaúde esteve na manhã de hoje (13) no Centro de Saúde nº 2 do Gama para reunir-se com os trabalhadores. De forma arbitrária e sem qualquer diálogo com a categoria e seus representantes, o governo está retirando profissionais dos centros de saúde, muitos deles com restrições médicas.

A situação tem ocorrido também em outras regionais. No Recanto das Emas, o transporte da hemodiálise ficou comprometido com a remoção de motoristas (leia aqui). Os servidores acreditam que a principal hipótese é a de que o governo estaria economizando às custas do trabalhador, pois com as remoções para os hospitais, gratificações como de Condições Especiais de Trabalho (GCET) e de Ações Básicas (GAB), destinadas a servidores lotados em centros e postos de saúde, deixam de ser pagas.

Pé na porta
A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, foi impedida de entrar para a reunião, mas não acatou a decisão dos gestores — que não estavam em seu posto de trabalho nesta manhã. “Aqui no Gama e na Saúde, o sindicato representa. Está na constituição e nós não vamos atropelar a Carta Magna. O que o governador devia proibir era aqueles que saqueiam a saúde, deviam proibir a gestão de maltratar e negar atendimento aos pacientes. Era com isso que ele deveria se preocupar, com a gente não”, afirmou a sindicalista.

Concurso de remoção
Vale destacar que em fevereiro o GDF publicou a Portaria nº 75/2017 , estabelecendo os procedimentos de remoção de servidores. “Se a gestão já tinha em mente fazer o converte nos centros de saúde, porque não fez antes os concursos de remoção para atender à legislação e de modo menos traumático aos servidores?”,, questiona Marli. “Como mudar a rotina de servidores que já trabalham na atenção primária há quinze, vinte anos, sem qualquer discussão ou planejamento com as partes interessadas? Não estão tratando de móveis, cadeiras, mesas, mas de pessoas que merecem e devem ter a sua dignidade respeitada e preservada! Esse clima de terrorismo imposto por gestores inconsequentes compromete o serviço e a saúde mental e física dos trabalhadores.

A norma destacou que “é assegurado tratamento preferencial aos servidores com necessidades especiais ou que tenham dependentes nessa situação, no sentido de que permaneçam no local mais próximo possível de suas residências ou dos locais de tratamento e recuperação”.

Há ainda um acordo firmado entre governo, sindicatos e o Conselho de Saúde do DF (CSDF) de que nenhuma remoção seria feita sem a participação do conselho. No momento, todas elas estão suspensas.