SindSaúde

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Depois de onze horas numa cadeira na sala de espera do hospital, o menino de 5 anos morreu. Os telejornais mostraram o desespero da mãe e as imagens de outras crianças na mesma situação.

O Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia, é o único da região preparado para atender gestantes de alto risco e bebês prematuros. Recebe pacientes da capital, das cidades vizinhas, de outros estados do centro-oeste e até do norte do país.

A mãe e o menino haviam procurado um centro de saúde. Lá, ele recebeu tratamento e voltou para casa. Quando piorou, ela achou melhor levá-lo ao HMI, onde foi avaliado, recebeu medicamentos e aguardou vaga para internação, ao lado da mãe na sala de espera.

Em entrevista, a diretora do hospital, doutora Rita de Cassia Leal, disse que a superlotação a obrigava a atender as crianças naquelas acomodações improvisadas. Preferia assim, do que recusar a admissão e deixar os pais baterem cabeça à procura de atendimento pela cidade.

A justificativa é de uma médica que entendeu a razão de existir de nossa profissão: aliviar o sofrimento humano. Quantos profissionais anônimos, com esse nível de espírito público, estão espalhados pelo país, cuidando de pessoas doentes em condições precárias.

Nas três últimas décadas a sociedade brasileira desenvolveu um imenso esforço para organizar e colocar em funcionamento o Sistema Único de Saúde, que traz em si um projeto de sociedade e um modelo de desenvolvimento, que se expressam em valores civilizatórios como igualdade, democracia e emancipação. Nessa concepção, a saúde é um valor social que articula cuidados individuais e coletivos ao desenvolvimento econômico e direitos humanos.

O SUS, resultado dos esforços de movimentos sociais e forças políticas progressistas, resistiu ao tsunami neoliberal da década de 1990, mas essa construção societária e os interesses nacionais estão sob forte ataque e, a saúde como valor solidário, direito de cidadania e dever do estado nunca esteve tão ameaçada como agora.

São expressivos e, objeto de reconhecimento internacional, os avanços na atenção primária através da Estratégia de Saúde da Família (PSF), na Política Nacional de Imunização (PNI), na redução expressiva da mortalidade infantil, na Vigilância Epidemiológica e Sanitária, na política de Assistência Farmacêutica, de transplantes, no Samu, na política de Aids, na Reforma Psiquiátrica, no combate ao uso de tabaco, na política do sangue, entre outras políticas públicas.

O campo da pesquisa e inovação se fortaleceu graças ao apoio político e financeiro do Ministério da Saúde, assim como a implantação, a partir de 2008, de um dos exemplos mais bem-sucedidos de política industrial voltada para o fortalecimento da capacidade nacional na cadeia produtiva de saúde humana. A Política de Desenvolvimento Produtivo, que tem como principal instrumento parcerias entre laboratórios oficiais e empresas com produção local para o desenvolvimento e produção de produtos essenciais ao SUS.

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Quem se preocupa com a saúde mental do servidor da Saúde no Distrito Federal? Muitos não conseguem procurar ajuda pois a doença já tomou conta ou uma tragédia já aconteceu.

Os poucos, quando conseguem, percebem que necessitam de assistência médica e interdisciplinar e já apresentam a doença tão avançada que o tratamento já não causa tanto impacto como deveria causar.

Inaugurando o Outro Lado do Servidor, vamos trazer informações acerca da saúde mental dos servidores da Saúde, antes que seja tarde.

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