Presidente do SindSaúde se reúne com gestor no Guará para tratar de denúncia

Presidente do SindSaúde se reúne com gestor no Guará para tratar de denúncia

13/03/2020 - 16:34 // Por SindSaúde DF // Imagens: Éder Oliveira // Notícias

Servidores do Núcleo de Transporte denunciaram perseguição por parte da chefia

A presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues, esteve no Hospital Regional do Guará para tratar com o Diretor Administrativo da Região Centro Sul, Dr. Evillasio Sousa Ramos, sobre denúncias de servidores.

Os servidores do Núcleo de Transporte do HRGu denunciaram constantes assédios que estão sofrendo no ambiente de trabalho. Segundo os profissionais relataram, o chefe do Núcleo de Transportes, José Carlos Trindade, atua de forma distinta com alguns profissionais.

O diretor Evillasio foi informado pela presidente sobre tudo que foi denunciado e entendeu o que está acontecendo. Ele compreendeu a gravidade das denúncias e os problemas pelos quais os motoristas estão passando.

“Entregamos ao diretor a comprovação do assédio praticado contra esses servidores e solicitamos que medidas sejam tomadas”, afirmou a presidente Marli Rodrigues.

Equipe

Hoje a unidade conta com 18 motoristas – 12 servidores da Secretaria de Saúde e 6 cedidos do Ministério da Saúde. Um dos profissionais cedidos é o próprio chefe José Carlos.

O SindSaúde apresentou ao diretor a necessidade de se fazer a troca da chefia direta desses motoristas e Evillasio reafirmou o compromisso de defender a democracia e os servidores.

“Sentimos muito esforço do diretor administrativo em defender os servidores. Evillasio é um servidor de carreira muito conhecido por um bom trabalho e temos a certeza que não permitirá perseguição com servidores de Núcleo de Transporte”, disse a presidente.

O SindSaúde também destaca a necessidade de melhorar o serviço na unidade e as condições de trabalho para esses profissionais.

Nova reunião

O diretor convidou os representantes do sindicato para participar da próxima reunião junto aos motoristas que estão passando por perseguição.

“Saímos de lá com a garantia de que nenhum tipo de assédio ou perseguição prosperará na gestão dele”, finaliza.

As reclamações principais dos motoristas SES são de que o gestor atua com permissão da Gerência de Apoio Operacional  e nada é feito para mudar. Que ele teria respaldo de sua chefia direta.

Os motoristas estariam sendo obrigados a preencher formulários que não são exigido na rotina de trabalho da SES. O chefe também teria proibido os profissionais de fazer banco de horas, mesmo quando isso ocorre por conta de um atraso de atendimento de pacientes.

Clique aqui e leia matéria completa sobre a denúncia.

 

 

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