VÍDEO: Secretário deixa claro que haverá outros institutos Destaque

Durante a apresentação do projeto de lei que visa transformar o Hospital de Base (HBDF) em instituto, o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, citou ‘novos institutos’ além do que está sendo criado, deixando a entender que cada hospital do DF será gerido da mesma forma que o Base. Confira o vídeo abaixo:

 

Governo quer implantar rede de corrupção Destaque

O GDF parece querer terceirizar a Saúde a todo custo. Não bastasse a constante ameaça da implantação das organizações sociais, o governador Rodrigo Rollemberg e o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, pretendem transformar o maior hospital do DF em instituto. Um projeto de lei foi apresentado pelos gestores na manhã desta terça-feira (14) à Câmara Legislativa (CLDF).
De acordo com o Buriti, o novo modelo deverá funcionar de forma similar ao do Sarah Kubitchek. Se aprovado pela Câmara, o Executivo deverá então criar o instituto e estabelecer um conselho administrativo que preverá um regimento interno. Humberto Fonseca estima que, se transformada em lei, a implantação deverá ocorrer dentro de seis meses.

O novo modelo terá um manual próprio de contratação e gestão de pessoas. Funcionários celetistas devem ocupar o quadro do hospital, o que preocupa quanto ao destino dos atuais servidores. O secretário, no entanto, tentou apaziguar. “O projeto estabelece expressamente que todos os direitos dos servidores públicos decorridos da Lei Complementar 840 sejam mantidos. Os servidores poderão ser cedidos para o novo instituto, a Secretaria de Saúde continuará fazendo o pagamento de seus salários, não há nenhum prejuízo aos servidores que já estão no Hospital de Base”, informou.

O deputado Wasny de Roure pediu cautela, pois as portarias que tratam da atenção primária da Gratificação de Titulação (GTIT) já tem trazido tensão à categoria. “Essa proposta traz alguns elementos novos, mas em síntese é terceirização. É uma mudança de gestão expressiva e a Câmara, em última instância, que vai decidir no plenário”, avaliou. Cristiano Araújo e professor Israel Batista enalteceram que o modelo precisa ser igual ao Sarah, porém de portas abertas.

Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, transformar o HBDF em instituto de portas abertas é uma grande utopia. “Sabemos muito bem como funciona o Sarah. Há uma falsa impressão de que ele funciona a mil maravilhas, mas o acesso é restrito a poucos pacientes e os trabalhadores de lá amargam péssimas condições de trabalho e salário, como tantas vezes o sindicato já denunciou. Se esse projeto for aprovado, o Base perderá o que há de mais precioso no SUS, que é a universalidade no atendimento. Isso não podemos permitir”, afirmou.

Além disso, Marli aponta para a desvalorização do profissional. “O GDF pode falar o que quiser, mas sabemos que na prática os atuais servidores sofrerão com a mudança. Não haverá mais nomeações e a Saúde de qualidade precisa ser 100% SUS”, ponderou.

13/03/2017 - 17:07 SindSaúde DF Categoria: Mobilização assembleia geral

ASSEMBLEIA GERAL NO HBDF, EU VOU! Destaque

Mostre que você está mobilizado nos enviando uma gravação dizendo "EU VOU"! Participe da campanha e mande o seu vídeo!

Comissão geral acende ainda mais os ânimos contra portarias que reformulam atenção primária Destaque

Distritais, sindicalistas e governo participaram nesta quinta-feira (9) de Comissão Geral para debater as portarias 77 e 78, que reestrutura a Atenção Primária. A categoria compareceu em massa, muitos ficando do lado de fora da Câmara Legislativa, mas os gestores tiveram privilégio na hora de entrar, uma vez que foram avisados para chegarem mais cedo para ocupar os espaços.

Celina Leão iniciou sua falação citando o episódio ocorrido na quarta-feira (8) no Palácio do Buriti, onde a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, foi impedida de entrar em reunião com o governo. ''Aqui você não é barrada'', garantiu a parlamentar. O deputado Raimundo Ribeiro também manifestou apoio à sindicalista. 

Posteriormente, a distrital se posicionou sobre as portarias. ''Somos a favor da ampliação da Atenção Primária, mas sem destruir o que já existe'', ponderou.

A presidente do SindSaúde defendeu o fortalecimento da Atenção Primária, mas advertiu que esse não é o caminho. ''A Saúde do DF tem jeito sim, mas não haverá saída se não for construída com os servidores'' afirmou Marli. ''Portaria de cima para baixo não vai acontecer. Aqui tem gente para botar o pé na porta e dizer: no meu salário você não mexe, Rollemberg'', finalizou.

O distrital Wasny de Roure pediu ao Secretário de Saúde, Humberto Lucena, que os servidores se sintam contemplados na mudança. ''Vocês não abrem mão de participar desse projeto'', disse aos trabalhadores que lotavam o plenário. 

O diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Alan Nuno Alves, falou de forma mais técnica a respeito da reformulação, ressaltando que é preciso ''apostar na ideia da multiprofissionalidade'' do servidor. ''O perfil epidemiológico da população vem mudando ao longo dos anos, então alguns novos programas tem se mostrado eficientes", disse. Em resposta, trabalhadores que ocupavam a galeria gritaram em coro a palavra 'utopia'. 

Muito vaiado, o secretário de Saúde, Humberto Lucena, classificou as portarias como ''o caminho para a Saúde do DF''. O gestor fez apresentação técnica e disse que até junho de 2018, o governo espera aumentar a cobertura para 75% com a implantação das equipes de transição. Lucena assegurou que não haverá remoção de trabalhadores a força. ''Na portaria está dito que aqueles que quiserem se capacitar e manterem na atenção primária, assim o farão. Quem não quiser, tenho certeza que são servidores capacitados para se adaptarem em outras especialidades'', explicou. 

Sobre uma possível retirada de gratificações, Lucena se comprometeu a conversar com sindicatos para tratar da manutenção da GCET (Gratificação de Condições Especiais de Trabalho). Em relação à GMOV (Gratificação de Movimentação), o secretário garantiu não haver qualquer impedimento.  

A revisão da Gratificação de Titulação (GTIT) também foi trazida ao debate. O gestor afirmou que a portaria 94 cumpre um parecer da Procuradoria do Distrito Federal. Celina Leão contestou Lucena. ''É uma questão de análise jurídica que visa economizar recursos às custas do servidor. O parecer não é maior que a lei'', afirmou.

Ao fim do debate, o legislativo sugeriu ao governo que suspenda os efeitos das portarias até que um grupo de trabalho seja criado para debater a reformulação. 

''O desafio agora está com a Câmara em fazer a SES-DF reconhecer que não é destruindo o que já temos que vão implementar esse novo programa. As portarias precisam ser rediscutidas para que não haja prejuízo para a população e para os servidores'', avaliou Marli Rodrigues.

08/03/2017 - 16:22 SindSaúde DF Categoria: Mobilização cldf, comissão geral

TODOS JUNTOS na comissão de amanhã (9)! Destaque

O SindSaúde convoca a todos para comparecerem em massa à comissão geral da Câmara Legislativa (CLDF) e assegura que recentes manobras governistas para esvaziar o plenário não terão sucesso!

Contamos com a sua presença, servidor indignado com essas portarias da maldade, para mostrar a nossa força. Nesta quinta-feira (9), às 14h, compareça à CLDF!

Quem está indignado, vá de preto!

Todos juntos e #todoscontraRollemberg!

População do Núcleo Bandeirante, Vila Cauhy, Park Way e Riacho Fundo não aceita fechamento do PS e encerramento dos programas do CS Destaque

A população do Núcleo Bandeirante e vizinhança se uniu às suas principais e fortes lideranças, juntamente com o SindSaúde e os servidores, para se manifestarem contra a atabalhoada reforma da atenção primária prevista nas portarias 76 e 77, que acabam com os serviços prestados no centro de saúde há várias décadas.  

O recado dado aos governantes é que a população não concorda com esse modelo de araque, de mentirinha, que nada mais é que o sucateamento da assistência, empurrando mais ainda os pacientes para os prontos-socorros cada vez mais superlotados! Foi uma manifestação democrática e de cidadania, com os legítimos usuários do SUS e seus defensores, que são os servidores.

O SindSaúde, a exemplo do que já fez em Ceilandia, Santa Maria, Gama, Riacho Fundo e outras localidades, se fez presente, somando a sua voz de resistência e em favor de uma saúde pública de qualidade para todos. Na oportunidade, o deputado Wasny de Roure, presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da CLDF, levou o apoio do seu mandato a essa causa que é de todos, e se comprometeu a buscar alternativas para enfrentar a situação posta pelo governo.  

"É inadmissível que um governo eleito com a bandeira de valorizar a saúde pública se valha de artifícios mentirosos para ludibriar a todos, retirando as conquistas dos trabalhadores e negando à população o seu direito elementar de assistência à saúde. Vamos resistir e mostrar à sociedade e aos órgãos de controle esses embustes travestidos de gestão. De uma forma ou de outra, haveremos de vencer. Iremos a todas as instâncias legítimas para barrar esses desmandos!", bradou Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

07/03/2017 - 15:35 SindSaúde DF Categoria: Mobilização

SINDSAÚDE CONVOCA! Comissão Geral, dia 09/03, às 14h na CLDF Destaque

Comissão Geral, dia 09/03, às 14h na CLDF.
O GOVERNO QUER SUBTRAIR NOSSAS CONQUISTAS!

A TITULAÇÃO É NOSSA! TIREM A MÃO DE NOSSAS CONQUISTAS!! Destaque

A GTIT, Gratificação de Titulação é uma conquista de todos os servidores e foi encampada pelo SindSaúde, quando conseguimos a aprovação da Lei 3320/2004. Inicialmente, ela foi feita para especialistas, técnicos e auxiliares de saúde, e mais tarde se estendeu a médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas.

Desse modo, informamos a TODOS os servidores que, o SindSaúde não vai assistir a mais esse ato arbitrário de supressão e usurpação de direitos sem reagir! Vamos dar um "basta" nas tiranias desse governo, que elegeu o servidor como bode expiatório de sua incompetência em gerir o Estado.

Para os da área de saúde ele reservou toda a sua crueldade e vilania, atacando de forma contínua e impiedosa todas as nossas lutas e direitos. Eles querem economizar às nossas custas para continuarem "desviando" os recursos nos ralos da corrupção! Por isso, é imperioso a nossa união e mobilização!

Estamos, neste momento, reunidos com nossa equipe jurídica, estudando a estratégia mais acertada e, vamos também, buscar o apoio de todos os agentes políticos como já o fizemos, inclusive, com a provocação que motivou a Comissão Geral, dia 09/03, na CLDF, para garantir que essa conquista, fruto de muita luta, seja mantida!