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sexta-feira, 23 fevereiro, 2024

A Gripe Aviária pode voltar com força?

Brasil eleva atenção após confirmação de casos na Argentina e no Uruguai

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SindSaúde DF
SindSaúde DF
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Distrito Federal

O assunto sobre a Gripe Aviária voltou a rondar o mundo.

No Brasil, a possibilidade de retorno da doença já chama a atenção das autoridades de saúde e sanitárias do país. Isso porque aproximadamente 200 mil frangos morreram em uma granja da Província de Río Negro, a mil quilômetros de Buenos Aires, na Argentina, preocupando as nossas autoridades.

Mais casos na Argentina

Em outra granja do país vizinho, mais de 20 mil galinhas afetadas pelo vírus causador da gripe foram mortas.

A informação foi confirmada pelo Senasa (Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar da Argentina). Conforme o serviço, ao ser confirmado que pelo menos um frango está infectado com o vírus, é preciso abater todas as aves que estão na mesma granja, além de jogar fora os ovos.

Uruguai

Em fevereiro deste ano, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai confirmou a identificação de um caso de gripe aviária no país em um cisne. A pasta informou que a doença foi detectada na ave silvestre durante vigilância da Divisão de Sanidade Animal.

América do Sul

A Organização Pan-Americana de Saúde alertou para um aumento dos surtos da doença nas Américas. Equador, Peru e Argentina já declararam emergência sanitária.

Diante dos fatos, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) resolveu monitorar as ações após a confirmação do caso de Influenza Aviária no Sul do Uruguai.

Até o momento, o Brasil, maior exportador mundial de carne de frango, não registrou nenhum caso de gripe aviária. Mesmo assim, ampliou as medidas preventivas na fronteira após confirmações da doença nos países vizinhos, afirma representantes do Ministério da Agricultura.

 Como a Gripe Aviária se espalha?

A Gripe Aviária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as aves. Entretanto, algumas raras cepas do vírus podem afetar seres humanos, adverte a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A forma mais comum de entrada do vírus em um território é através das aves silvestres migratórias. O principal fator de risco para a transmissão das aves para humanos é o contato direto ou indireto com animais infectados ou com ambientes e superfícies contaminadas por fezes desses animais.  Ações como depenar, manipular carcaças e preparar aves infectadas para o consumo são fatores de risco.

Quais são os sintomas?

Em humanos, os sintomas podem variar de infecção leve do trato respiratório superior, causando febre e tosse, chegando até a uma pneumonia grave, dificuldade para respirar (síndrome de angústia respiratória aguda) e até mesmo morte.

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