05/05/2017 - 09:05 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

DF confirma segunda morte por gripe em 2017; vítima é mulher de 52 anos

Paciente tinha doença crônica e foi infectada pelo vírus respiratório influenza A H3, diz Secretaria de Saúde. Pasta reforça que grupo com doença crônica precisa buscar vacinação.

A Secretaria de Saúde confirmou na noite desta quinta-feira (4) a segunda morte pelo vírus respiratório influenza A H3, conhecido porpularmente como o da gripe. De acordo com a pasta, a vítima é uma mulher de 52 anos, que já tinha doenças crônicas. Ela sofria de pneumopatia, de doença cardiovascular crônica e de obesidade.

O outro caso foi divulgado no dia 27 de maio. No caso, a vítima foi uma mulher de 43 anos que, de acordo com a pasta, também era portadora de uma doença crônica (diabetes). Segundo o boletim da secretaria, as mortes ocorreram no Riacho Fundo I e no Itapoã.

Em 2016, no mesmo período, foram registrados 12 mortes, sendo 10 relacionadas ao Influenza A H1N1, um por Adenovírus e o outro por Metapneumovírus.

"Até o momento, foram notificados 221 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dos quais 65 foram confirmados. Ainda não houve ocorrência confirmada de H1N1", finformou a secretaria.
De acordo com a pasta, "não existem motivos para pânico" e quem tiver doença crônica precisa buscar vacinação.

Como evitar a transmissão:

Frequente lavagem e higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento;

Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir e higienizar as mãos em seguida;

Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas;

Manter os ambientes bem ventilados;

Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;

Evitar aglomerações e ambientes fechados;

Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

Fonte: G1 DF

05/05/2017 - 08:35 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Saúde registra segunda morte por gripe influenza neste ano

Até o momento, foram notificados 221 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, dos quais, 65 foram confirmados

A Secretaria de Saúde registrou a segunda morte por vírus respiratório influenza A H3 neste ano. A vítima é uma mulher de 52 anos, portadora de doença crônica. As informações estão no Boletim Epidemiológico da Gripe nº 5. O primeiro caso, confirmado no final de abril, foi também de uma mulher, mas de 43 anos. Em 2016, no mesmo período, foram registrados 12 óbitos – 10 deles relacionados ao influenza A H1N1, um por adenovírus e o outro por metapneumovírus.

Até o momento, foram notificados 221 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, dos quais, 65 foram confirmados. Ainda não houve ocorrência confirmada de H1N1 neste ano. Segundo Heloísa Araújo, diretora de Vigilância Epidemiológica da secretaria, todos os casos confirmados da síndrome por vírus respiratório, até agora, estão incluídos no período sazonal.

Ela tranquiliza a população. “Vale destacar que não existem motivos para pânico no DF. Aqueles que sejam portadores de doenças crônicas não transmissíveis devem buscar a vacinação, além dos demais grupos prioritários”, esclarece. Neste ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza na capital foi iniciada em 17 de abril, e seguirá até 26 de maio. No dia 13 de maio, véspera do Dia das Mães, acontecerá o Dia de Mobilização Nacional (Dia D), quando, em todo o País, será montadp um esquema massivo de imunização.

No Distrito Federal, neste dia, estarão à disposição da população 150 postos de vacinação. Para 2017, os grupos a serem vacinados são os profissionais da saúde, pessoas de 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto).

Estão também incluídos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens que estejam cumprindo medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. A lista inclui ainda os povos indígenas. Pela primeira vez, os professores de escolas públicas e particulares também fazem parte do público-alvo.

Fonte: Metrópoles

03/05/2017 - 08:40 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

DF começa campanha de vacinação contra gripe em escolas pública

Professores foram incluídos em grupo de risco e vão receber vacina de graça até 26 de maio, quando termina campanha de imunização. GDF espera vacinar 600 mil pessoas.

Professores da Escola Classe da 302 Norte, em Brasília, foram vacinados contra a gripe na manhã desta quarta-feira (3) pelo secretário de Saúde do Distrito Federal, Humberto Fonseca. A ação marca o início da campanha de vacinação em unidades públicas de ensino. Apenas professores foram imunizados – alunos de até 5 anos devem procurar postos de saúde.

A medida faz parte do programa Saúde na Escola, do Ministério da Saúde, e vai passar por outras escolas do DF até dia 26 de maio, quando termina o prazo para a imunização.

"A criançada já aprendeu que se vacinar é importante. O objetivo aqui é iniciar uma relação importante de saúde na escola", disse o ministro Ricardo Barros, que estava presente na ocasião.

Segundo ele, com a inclusão dos professores no grupo prioritário, 2,3 milhões de profissionais devem ser vacinados em todo o país. A preferência também vale para profissionais de saúde, povos indígenas, mulheres grávidas e com até 45 dias após o parto, e crianças com entre 6 meses e 5 anos.

Estão incluídos, ainda, funcionários do sistema prisional, adolescentes de 12 a 21 anos em cumprimento de medidas socioeducativas, idosos com mais de 60 anos, portadores de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico.

Aos gritos de apoio dos alunos, sentados no pátio da escola como plateia, a diretora, Tânia Pierre, disse ao G1 que "a vacina doeu", mas que a medida é necessária no ambiente escolar.
"Nós temos contato direto com todas as crianças e, por isso, ficamos muito expostos a todo tipo de vírus. Se o professor ficar doente, prejudica todos os alunos", afirmou. Todos os 25 professores da escola foram vacinados.

Segundo o governador Rodrigo Rollemberg, 687.155 mil pessoas que estão no grupo de risco devem ser vacinadas no DF, sendo 26 mil professores da rede pública. No ano passado, foram imunizadas 144 mil pessoas.

O ministro da Saúde afirmou que os gastos com a campanha nacional de 2017 chegaram a R$ 3,9 bilhões, mas a incidência de gripe "está muito baixa", em torno de 28%. Segundo Barros, o governo federal dispõe de 300 milhões de doses de 19 tipos de vacinas distribuídas pelo SUS em todo o país.

No dia D da vacinação contra o vírus H1N1, em 13 de maio, o secretário de Saúde vai participar de um mutirão que ocorrerá simultaneamente em 150 postos de saúde de toda a cidade.
Caso de morte

No dia 27 de maio, a Secretaria de Saúde confirmou uma morte pelo vírus respiratório influenza A H3. A vítima é uma mulher de 43 anos que, de acordo com a pasta, já era portadora de uma doença crônica.

Em 2016, nove pessoas morreram por complicações da gripe no DF no mesmo período, entre janeiro e abril. Desses casos, sete tinham relação com o vírus H1N1. O vírus H3, que causou o óbito mais recente, é um dos diversos subtipos de vírus da gripe, de acordo com o Ministério da Saúde.

Fonte: G1 DF

28/04/2017 - 09:18 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Em quatro dias, 55 mil pessoas se vacinaram contra a gripe no DF

Meta é atingir 687 mil pessoas; após a morte de uma mulher por gripe, Secretaria de Saúde divulgou nove medidas de prevenção.

A vacinação contra a gripe atraiu, até esta quinta-feira (27/4), 55.254 pessoas na capital federal — 8% da meta. O dado é o mais recente contabilizado pela Secretaria de Saúde. A campanha para o público geral começou na última segunda-feira (24). As autoridades sanitárias também confirmaram a primeira morte por complicações da doença, como o Correio adiantou. Depois do caso, foram divulgadas medidas de controle da enfermidade.

A recomendação do governo é que a população se organize ao longo da campanha. Este ano, o Dia D, data que a saúde concentra esforços na imunização, será em 13 de maio — véspera do Dia das Mães. "Quanto mais gente se vacinar, menor é a circulação do vírus. Isso é um bem coletivo", ressalta a diretora da Vigilância Epidemiológica, Heloisa Araújo.
O público alvo da campanha é o maior já registrado no DF. Ao todo, 687 mil pessoas devem receber a proteção — 7% a mais do que no ano passado, quando 644 mil se imunizaram. "A vacina é segura, eficaz e diminui o adoecimento e o risco de morte", explica Heloísa.

Morte no Riacho Fundo

A capital federal registrou o primeiro óbito por gripe de 2017. O vírus que matou a mulher de 43 anos, moradora do Riacho Fundo, é o H3N2 — um tipo semelhante ao H1N1. A vítima era diabética. "Apesar de ser doente crônica e ter direito à vacina, não identificamos registro de imunização no ano passado. Essa morte poderia ter sido evitada", completa a diretora de Vigilância Epidemiológica.

Em 2016, foram registrados nove óbitos no mesmo período, sendo sete por influenza A H1N1. Até a última semana, a pasta notificou 195 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), enquanto, no mesmo período do ano passado, ocorreram 175 notificações.

Quem deve se vacinar?

- Idosos acima de 60 anos;
- Crianças entre seis meses e cinco anos;
- Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto);
- Trabalhadores da saúde e professores;
- Indígenas;
- Portadores de doenças crônicas não transmissíveis;
- Adolescentes entre 12 e 21 anos que cumprem medidas socioeducativas, presidiários e funcionários do sistema prisional.

Como evitar a transmissão da gripe?

- Frequente lavagem e higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento;
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir e higienizar as mãos em seguida;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos e garrafas;
- Manter os ambientes bem ventilados;
- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;
- Evitar aglomerações e ambientes fechados;
- Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

Fonte: Correio Braziliense

27/04/2017 - 09:00 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Secretaria de Saúde registra primeira morte por gripe no DF em 2017

A mulher, 43 anos, morava no Riacho Fundo I. Até a primeira quinzena de abril, foram notificados 195 casos da doença

De janeiro até meados de abril, foram notificados 195 casos de pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG), uma complicação da gripe, no Distrito Federal. Os dados fazem parte do Boletim Epidemiológico da Gripe 15/2017 divulgado pela Secretaria de Saúde. Segundo o levantamento, na última semana de março, uma mulher de 43 anos, moradora do Riacho Fundo I, morreu. Ela era portadora de Diabetes Mellitus.

Entre os casos positivos, 58 estão confirmados laboratorialmente. Trinta e cinco (60,3%) ocorreram em crianças com menos de um ano, seis em crianças de um a quatro anos, dois em pessoas com idade entre dez e 14 anos, dez em adultos de 20 a 59 anos e cinco em maiores de 60 anos.

As regiões com maior incidência de casos foram Ceilândia e Recanto das Emas, com 10 casos (17,2%) e sete casos (12,1%), respectivamente. O boletim alerta para o fato de que não é possível saber se o local onde o paciente reside é o mesmo em que ele contraiu o vírus.

Segundo a Secretaria de Saúde, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é uma complicação decorrente de um quadro de agravamento da Síndrome Gripal (SG). Neste caso, além de apresentar os sintomas gripais como febre, tosse, dor de garganta, dor de cabeça ou no corpo, a pessoa apresenta também dispneia (dificuldade de respirar caracterizada por respiração rápida e curta) ou desconforto respiratório e outros.

Tanto a SRAG quanto a SG podem ser causadas por diversos vírus respiratórios, sendo os mais comuns o sincicial respiratório (VSR), influenza B e influenza A, com seus subtipos A Sazonal, AH1N1 e AH3.

Vacinação

A campanha de vacinação começou no dia 17/4 e vai até 26 de maio. A imunização protege contra três tipos: H1N1, H3N2 e influenza B (caso mais agudo da doença). De acordo com a Secretaria de Saúde, a expectativa é imunizar pelo menos 687 mil pessoas: grávidas, idosos, crianças entre seis meses e cinco anos, mulheres com até 42 dias após o parto, profissionais da saúde, professores, indígenas e doentes crônicos.

A prevenção é feita com hábitos de higiene, como proteger a boca ao tossir ou espirrar e sempre lavar as mãos. Os sintomas do H1N1 são semelhantes aos da gripe normal: febre, tosse seca e cansaço. O doente pode ainda ter infecção no sistema respiratório.

Fonte: Metrópoles

27/04/2017 - 08:17 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Distrito Federal registra primeira morte do ano por causa de gripe

A vítima é uma mulher de 43 anos que tinha diabetes e morava em Riacho Fundo. Até agora, a Secretaria de Saúde notificou 195 infecções pela doença no Distrito Federal. Preocupação também chega ao Entorno, que registrou seis óbitos neste ano

A ocorrência de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), uma complicação da gripe, assusta o Distrito Federal e o Entorno. A capital registrou o primeiro óbito de 2017. A Secretaria de Saúde notificou 195 infecções da doença, sendo que 58 estão confirmadas laboratorialmente. Nos municípios vizinhos, seis morreram e 32 adoeceram. A circulação do vírus H3N2, um tipo mais brando que o H1N1, alerta para um ano de atenção a esse tipo de micro-organismo, que não teve circulação em 2016. Ele é o causador de 13,8% das contaminações.

A situação mais crítica é em Ceilândia e no Recanto das Emas (leia Alerta). Apesar do cenário, a Secretaria de Saúde garante que o contexto era esperado. A ascensão das infecções se deu a partir da última semana de março. As crianças de até 4 anos estão na faixa etária mais acometida — 60% dos registros ocorreram nesse público. Os adultos entre 20 e 59 anos representam 17,2% dos contágios.

A vítima da gripe, uma mulher de 43 anos, tinha diabetes e morava em Riacho Fundo. A Secretaria de Saúde não divulgou outros detalhes do perfil dela e por qual vírus ela foi acometida. “A somatória de eventos que a levou ao óbito”, resume a diretora de Vigilância Epidemiológica, Heloísa da Silva Araújo. Segundo ela, a morte não é motivo para pânico. Entretanto, a especialista acrescenta que agora, com a queda das temperaturas, é o período mais propenso a contaminações. “Não existe antecipação nem aumento dos casos. As ocorrências não devem se agravar porque estamos fazendo a vacinação, o que evita a propagação do vírus. Mas, para isso, as pessoas devem se imunizar”, afirma.

O alerta vem com um tom de apelo. “Os grupos prioritários devem se vacinar e não deixar para o Dia D. O adulto aguenta ficar com gripe, mas a criança é mais frágil e, normalmente, é hospitalizada e tem complicações”, detalha Heloísa. O vírus sincicial respiratório (VSR) ainda é predominante no DF, apesar do crescimento do H3N2. Ele causa infecção aguda do trato respiratório. A maioria das crianças é infectada no primeiro ano de vida. “Esse público tem direito a se vacinar contra a gripe na rede pública. Essa é a melhor forma de prevenção”. A meta é vacinar 687 mil pessoas, público recorde.

Entorno
Desde o início do ano, 32 moradores da região tiveram a doença. Até o momento, Novo Gama, Valparaíso, Luziânia, Formosa e Planaltina registraram mortes — uma delas por H1N1. A médica Samanta Teixeira, da Coordenação de Doenças Imunopreviníveis e Respiratórias de Goiás, ancorada na variação dos casos em relação ao surto do ano passado — em 2016, mais de 200 pessoas adoeceram e 34 morreram — garante que não há motivo para maiores preocupações. “Àquela época, houve pânico por causa do H1N1. Uma situação diferente da que vivemos agora. Estamos fazendo uma vigilância mais significativa e ampliamos o painel de vírus monitorado”, explica Samanta.

Em 2017, a vacinação no Entorno terá um público 3% menor do que no ano passado. O público-alvo passou de 196.174, em 2016, para 191.550. Luziânia, distante 60km de Brasília, pode concentrar as imunizações. No total, 36.990 pessoas devem receber a proteção.

Alerta

Veja onde houve registros de complicações da gripe

Cidade Casos
Ceilândia 10
Recanto das Emas 7
Taguatinga 6
Santa Maria 6
Asa Norte 4
Guará 4
Planaltina 3
Samambaia 3
Gama 3
Riacho Fundo 2
Sudoeste/Octogonal, Varjão,
Estrutural, Park Way,
Riacho Fundo 2, Paranoá e
São Sebastião 1 (cada)
Fonte: Secretaria de Saúde do DF

Serviço

Cruzeiro Novo
SHCES - Quadra 611 - Lote 1
Hospital das Forças Armadas (HFA)

Lago Norte
SHLN - QI 3

Asa Norte
EQN 208/408

Cruzeiro Velho
Setor Escolar - Lote 4

Varjão
Quadra 5, conjunto A, lote 17 - Área Especial

Vila Planalto
Rua Piauí - Área Especial S/N

Setor Militar Urbano
Hospital Militar de Área de Brasília (HMAB)

Asa Sul
Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) - L2 sul 608/609
Hospital Dia - 508 sul
Unidade Básica de Saúde 1 - W3 sul 514/515
Unidade Básica de Saúde 2 - 612 sul
Hospital Naval - 711/911 Sul
Hospital da Força Aérea de Brasília (HFAB) - Aeroporto
Hospital de Base - SMHS 101 sul

Brazlândia
Centro de Saúde nº 1 - EQ 6/8 - Lote 3 - Setor Norte
Centro de Saúde nº 2 - EQ 45/55 Vila São José

Ceilândia
Unidade Básica de Saúde 2 - EQNN 15 Módulo F
Unidade Básica de Saúde 3 - EQNM 15 Módulo D
Unidade Básica de Saúde 4 - EQNN 16 Módulo F
Unidade Básica de Saúde 5 - EQNM 16 Módulo F
Unidade Básica de Saúde 6 - EQNP 10/14
Unidade Básica de Saúde 7 - QNO 10 Área Especial
Unidade Básica de Saúde 8 - EQNP 13/17
Unidade Básica de Saúde 9 - EQNP 28
Unidade Básica de Saúde 10 - EQNN 2
Unidade Básica de Saúde 11 - QNO 10 Área Especial
Unidade Básica de Saúde 12 - EQNQ 3/4

Gama
Centro de Saúde n°1 - Setor Sul, Quadra 6, Área Especial
Centro de Saúde n°2 - Quadra 11 Lotes A/D, Setor Sul
Centro de Saúde n°3 - Setor Leste, EQ 3/5
Centro de Saúde n°4 - Setor Leste, EQ 39/40
Centro de Saúde n°5 - Setor Central, Quadra 38, Área Especial
Centro de Saúde n°6 - Setor Oeste, EQ 12/16
Hospital Regional do Gama - Área Especial Setor Central

Guará
Unidade Básica de Saúde nº1 - QE 06, Área Especial B
Unidade Básica de Saúde n°2 - QE 23, Área Especial, Lote C
Unidade Básica de Saúde n°3 - QE 38, Área Especial
Unidade Básica de Saúde nº5 - EPTG EQ 2/3 Setor Habitacional Lúcio Costa

Estrutural
Unidade Básica de Saúde nº 4 - Avenida Central Cidade Estrutural

Núcleo Bandeirante
Centro de Saúde nº2 - 3ª Avenida, Área Especial 3

Riacho Fundo 1
Unidade Básica de Saúde nº1 - QN 1, AE 1, Conjunto 32

Riacho Fundo 2
Unidade Básica de Saúde nº1 - QC 6, Conjunto 16, Lote 1

Paranoá
Centro Saúde nº 1 - Quadra 21, área especial
ESF Jardim 2 - DF 285, Km 23, Área Especial
ESF Café sem troco - DF 130, Km 30/31
PSF Capão Seco - DF 125, BR 251 Capão Seco
ESF Cariru - Colônia Agrícola Cariru, Área Especial
ESF PADF - BR 251, Km 7

Itapoã
Centro Saúde nº 2 - Quadra 378, conjunto L, área especial

Planaltina
Unidade Básica de Saúde 1 - Quadra WL 4 Área Especial
Unidade Básica de Saúde 2 - EQ 1/10 - Área Especial A, Vila Buritis
Unidade Básica de Saúde 3 - Rua Alexandre Salgado, Quadra 20, Lote 7, Setor Tradicional
Unidade Básica de Saúde 4 - Estância Nova Planaltina Quadra 2, Rua A
Unidade Básica de Saúde 5 - Quadra 12 D, Conjunto A, Área Especial Arapoanga
Unidade Básica de Saúde Santos Dumont - DF 130
Unidade Básica de Saúde Rajadinha - N.R. Rajadinha 2, Rua 2, Lotes 16/17, Chácara Riacho Doce
Unidade Básica de Saúde Bica do DER - DF 128
Unidade Básica de Saúde Jardim Morumbi - BR 020, KM 4
Unidade Básica de Saúde Jardim Roriz - Entrequadra 3/4 - Área Especial 2
Unidade Básica de Saúde Pipiripau - Núcleo Rural Pipiripau 2, Área administrativa S/N
Unidade Básica de Saúde Taquara - Núcleo Rural Taquara Quadra 1- A/E
Unidade Básica de Saúde Rio Preto - Núcleo Rural Rio Preto
Unidade Básica de Saúde São José - Núcleo Rural São José, Área Especial
Unidade Básica de Saúde Tabatinga - Núcleo Rural Tabatinga Sede S/N

Recanto das Emas
Centro de Saúde nº 2 - Quadra 102, Área Especial 1
Clínica da Família 1 - Setor Hospitalar, EQ 104/105, Lote 25
Clínica da Família 2 - Avenida Recanto das Emas, Quadra 308 Lote 2
Unidade Básica de Saúde Rural Casa Grande - Núcleo Rural Casa Grande e Monjolo
Unidade Básica de Saúde Rural São Francisco - DF 280, Km 3, Quadra 4, Setor Habitacional Água Quente

Samambaia
Centro de Saúde nº 1 - QS 408, Área Especial 1
Centro de Saúde nº 2 - QS 611, Área Especial 2
Centro de Saúde nº 3 - QN 429, Conjunto F, Lote 1, Expansão da Samambaia
Centro de Saúde nº 4 - QN 512 Conjunto 2, Lotes 1/3
Clínica da Família 4 - Quadra 302 Conjunto 5, Lote 1

Santa Maria
Centro de Saúde nº 1 - QR 207/307, Conjunto T, Lote 2
Centro de Saúde nº 2 - EQ 21/317, Lote E, AE DRS

São Sebastião
Centro de Saúde nº 1 - Centro de Múltiplas Atividades, Conjunto 10

Sobradinho
Unidade Básica de Saúde 1 - Quadra 14, AE 22/23
Unidade Básica de Saúde 2 - Quadra 3, AE, Conunto D/E
Unidade Básica de Saúde 3 - Setor de Mansões Nova Colina
Unidade Básica de Saúde 4 - (Rota do Cavalo) DF 440
Unidade Básica de Saúde 5 - (BASEVI) AE 1, Lote 1
Unidade Básica de Saúde 6 - (Lago Oeste) DF 001, Km 12,0 Rua 8, Chácara 182

Sobradinho 2
Unidade Básica de Saúde 1 - (CSS3) AR 13, Conjunto E, Lote 1
Unidade Básica de Saúde 2 - DF 420
Unidade Básica de Saúde 3 - (Vale dos Pinheiros) Quadra 45, Conjunto A, – Setor de Mansões
Unidade Básica de Saúde 4 - (Mini Chácaras) QMS 30, AE 1
Unidade Básica de Saúde 5 - (Morada da Serra) QMS 16, Rua 14, CS 1
Unidade Básica de Saúde 6 - Vale das Acácias

Fercal
Unidade Básica de Saúde 1 - (Engenho Velho) DF 150, km 12
Unidade Básica de Saúde 2 - (Catingueiro) DF 150, Km 205

Taguatinga
Centro de Saúde n°1 - QNG Área Especial 18/19
Centro de Saúde n°2 - QND, Área especial, Praça do Bicalho
Centro de Saúde n°3 - QNL 1 A/E 2
Centro de Saúde n°4 - QNC A/E Lote 16
Centro de Saúde n°5 - Setor D Sul, Área Especial 23
Centro de Saúde n°6 - Setor C - Sul, Área Especial Nº 1
Centro de Saúde n°7 - QNM 36, Área Especial 10
Centro de Saúde nº8 - QNL 24

Águas Claras
Clínica da Família nº 1 - QS 5 Avenida Areal, Lote 24

Vicente Pires
Unidade Básica de Saúde Vicente Pires - Rua 4, Chácara 12

Se você flagrar algum centro de saúde próximo a sua casa com falta de vacina, mande para o Whatsapp do Correio ( 61 99256-3846).

Fonte: Correio Braziliense

25/04/2017 - 08:30 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Mais de 100 postos têm estoques cheios para imunizar população contra gripe

O público-alvo da campanha contra a gripe deste ano é o maior registrado na capital federal. Cerca de 687 mil pessoas devem receber a vacina, 7% a mais do que no ano passado.

Em menos de 15 segundos após entrar na sala de vacinação, o paciente fica imunizado contra gripe. Apesar de ser um processo rápido, em alguns locais, houve filas, e a espera chegou a uma hora. Logo nos primeiros momentos da manhã, centenas de idosos, gestantes, doentes crônicos e mães com crianças de até 5 anos se aglomeraram nos postos de saúde para o primeiro dia da campanha. Professores e profissionais da saúde se vacinaram na semana passada, mas não atingiram a meta. Apenas 9% do grupo esperado se vacinou. Dos 125.115 aguardados, apenas 11.090 compareceram aos postos

Mais de 100 postos de saúde estão abastecidos com 210 mil doses — devem chegar outras cinco remessas do insumo distribuído pelo Ministério da Saúde. Às 7h de ontem, técnicas de enfermagem preparavam os locais de imunização do Centro de Saúde nº 8, na 514 Sul. Lá, idosos e crianças ficaram separados. “Vacinar é importante para o idoso e para a população. Dessa forma, a gente controla a circulação dos vírus”, destaca a pensionista Fátima Maria Ferreira Lopes, 75 anos.

O público-alvo da campanha deste ano é o maior registrado na capital federal. Cerca de 687 mil pessoas devem receber a vacina, 7% a mais do que no ano passado, quando 644 mil se imunizaram. Com o olhar atento, o auditor aposentado Ivarlindo Albuquerque Lopes, 74, acompanhava a situação. “Sempre venho no começo da campanha para evitar filas ou falta de vacina”, explica. Essa é a 15ª vez que ele participa da campanha. O militar reformado Jasiel Pereira da Silva, 71, concorda com o colega de fila: “É melhor vir com calma e evitar problemas”.

Panorama

A maior preocupação das autoridades sanitárias é que a população deixe para o fim da campanha para se vacinar. “A primeira semana sempre atrai muita gente, mas, ao longo da mobilização, a procura cai. Às vezes, nem mesmo no Dia D conseguimos atrair o público esperado”, pondera a coordenadora do Centro de Saúde nº 8, Jussara Coelho. Neste ano, o Dia D, data que concentra os esforços da mobilização, será em 13 de maio, véspera do Dia das Mães. No ano passado, 30% do público se imunizou nesse dia.

Não há risco de desabastecimento, segundo a Secretaria de Saúde. A diretora de Vigilância Epidemiológica, Heloísa da Silva Araújo, diz que o número de pessoas vacinadas é parcial e que deve subir nos próximos dias. “As unidades vão enviar dados, e o panorama será atualizado ao longo da campanha, que vai até 26 de maio. Os pacientes devem se programar para se imunizar e evitar deixar para a última hora”, alerta.

Fonte: Correio Braziliense

18/04/2017 - 08:16 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Professores do DF são incluídos em grupo de risco para vacina contra gripe

Intenção é prevenir que grupo transmitam ou recebam vírus. GDF tem 188 mil vacinas disponíveis para imunização.

Os professores das redes pública e privada do Distrito Federal foram incluídos pela Secretaria de Saúde no grupo de risco da vacinação contra a gripe deste ano. A intenção é de prevenir que os profissionais de educação, que mantêm contato com grupo maiores de crianças, estejam prevenidos para não serem transmissores nem receptores do vírus. Apenas pessoas que estão no grupo de risco vão receber a vacina de graça. O restante terá de pagar até R$ 150 para se imunizar.

Até esta segunda-feira (17), o DF não teve nenhum caso de H1N1 confirmado. O governo já tem 188 mil vacinas disponíveis de dois lotes enviados pelo Ministério da Saúde. Pelo cronograma do governo, serão feitas mais cinco remessas. Neste ano, a secretaria pretende vacinar 90% dos grupos de risco, um total de 687.155 pessoas.

A campanha de vacinação, que teve início nesta segunda, vai vacinar até o dia 23 deste mês apenas profissionais de saúde. A partir da próxima segunda-feira (24), todos os grupos prioritários, que incluem também idosos, povos indígenas, puérperas (mulheres com até 45 pós-parto), gestantes, crianças entre seis meses e cinco anos, pacientes acamados, agentes penitenciários e presos terão acesso à vacina, que estarão disponíveis em 130 dos 180 postos de saúde de Brasília, de segunda a sexta, das 8 às 17 horas.

O "dia D" da campanha, está marcado para o dia 13 de maio, das 8h às 17h. Na ocasião, pessoas dos grupos de risco poderão contar com mais 20 unidades móveis para se protegerem contra o vírus.

Segundo o secretário de saúde, Humberto Fonseca, o sábado foi escolhido por ser um dia em que há maior procura pela vacinação. Fonseca ressaltou a importância de pessoas dos grupos buscarem a prevenção.

“Essa vacinação reduz casos graves e também reduz significativamente o número de complicações, principalmente, na população de maior risco. Muito importante que a população que esteja nesse grupo esteja vacinada”, disse.

Fonte: G1 DF

18/04/2017 - 08:10 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

DF se mobiliza na campanha de vacinação contra o vírus da gripe H1N1

Os professores entraram na lista de prioridade.

Assista AQUI à reportagem completa.

Fonte: DFTV

 

22/12/2016 - 10:12 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Moradores do DF são voluntários em testes de vacina contra a dengue

Nesta quarta-feira (21/12), o Instituto Butatan iniciou, no Distrito Federal, os testes clínicos em humanos da primeira vacina brasileira contra a dengue. Cerca de 1,2 mil pessoas, com idades entre 2 e 59 anos, estão participando do estudo no Centro de Saúde nº 1 de São Sebastião. Essa é a terceira e última etapa de testes antes de a vacina ser submetida à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Nesta última fase da pesquisa, os estudos visam comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço receberá placebo, uma substância com as mesmas características da vacina, mas sem os vírus, ou seja, sem efeito. Nem a equipe médica nem o participante saberão quais voluntários receberam a vacina e quais receberam o placebo. O objetivo é descobrir, mais à frente, a partir de exames coletados dos voluntários, se quem tomou a vacina ficou protegido e quem tomou o placebo contraiu a doença.

Os ensaios clínicos serão conduzidos pelo Núcleo de Medicina Tropical da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com o Hospital Universitário de Brasília e a Secretaria de Saúde do DF. Durante cinco anos, os participantes do estudo são acompanhados pela equipe médica para verificar a eficácia da proteção oferecida pela vacina.

A vacina do Butantan, desenvolvida em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), é produzida com vírus vivos, mas geneticamente atenuados, isto é, enfraquecidos. “Com os vírus vivos, a resposta imunológica tende a ser mais forte, mas, como estão enfraquecidos, eles não têm potencial para provocar a doença. A vacina deve proteger contra os quatro sorotipos da dengue com uma única dose”, explica o diretor do instituto, Jorge Kalil. Os dados disponíveis até agora, das duas primeiras fases, indicam que a vacina é segura e que induz o organismo a produzir anticorpos de maneira equilibrada contra os quatro vírus da dengue e que é potencialmente eficaz, de acordo com o instituto.

Voluntariado

Ao todo, os testes envolverão 17 mil voluntários em 13 cidades nas cinco regiões do Brasil, como Belo Horizonte, São Paulo, Manaus e Porto Alegre. Podem participar do estudo pessoas saudáveis, que já tiveram ou não dengue e que se enquadrem em três faixas etárias: dois a seis anos, sete a 17 anos e 18 a 59 anos. No DF, os voluntários que tiverem interesse em participar dos testes podem entrar em contato com a equipe do projeto de pesquisa diretamente no Centro de Saúde nº 1 de São Sebastião.

Fonte: Correio Web

19/05/2016 - 15:10 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

A um dia do fim da vacinação contra H1N1, DF atinge 97,4% do público

Meta era chegar a 80% do público-alvo; no total, 593.441 foram imunizados.
Balanço aponta 9 mortes e 117 casos da doença até 7 de maio deste ano.

Faltando um dia para o fim da campanha de vacinação contra H1N1, o Distrito Federal informou ter imunizado até esta quinta-feira (19) 97,4% do público-alvo. O índice representa 593.441 pessoas. A meta era atingir 80% dos idosos, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores da Saúde, gestantes, mães há menos de 45 dias, crianças menores de 5 anos, detentos e servidores do sistema prisional.

 Em boletim divulgado na sexta-feira (13), a Secretaria de Saúde informou que nove pessoas morreram com H1N1 neste ano. O número de casos confirmados entre 1º de janeiro e 7 de maio é 117.

Na última semana, a campanha priorizou os três grupos que ainda não apresentavam cobertura homogênea em todas as regiões administrativas: idosos, crianças de até 5 anos e grávidas. A vacina em clínicas particulares custa em torno de R$ 130.

A prevenção é feita com hábitos de higiene, como proteger a boca ao tossir ou espirrar e sempre lavar as mãos. Os sintomas do H1N1 são semelhantes aos da gripe normal: febre, tosse seca e cansaço. O doente pode ainda ter infecção no sistema respiratório.

A imunização protege contra três tipos: H1N1, H2N3 e influenza B. A Secretaria de Saúde antecipou a campanha em uma semana depois de dizer que estava em alerta, já que os registros começaram antes do período de inverno. O último registro de morte pela doença na capital federal ocorreu em 2014, quando quatro pessoas morreram por causa da gripe – incluindo uma médica da rede pública.

Balanço
De acordo com a secretaria, dos 117 casos confirmados da doença, 80 foram considerados graves e necessitaram de internação dos pacientes. As regiões com maior incidência da doença foram Santa Maria (19), Asa Norte e Ceilândia (15 cada) e Riacho Fundo (7).

Desde o início da vacinação contra gripe, no dia 30 de abril, 526 mil pessoas foram imunizadas no DF. O número corresponde a 86% do público-alvo da campanha.

Fonte: G1

09/05/2016 - 15:57 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

GDF inicia distribuição de 143,3 mil novas doses de vacina contra H1N1

Ministério da Saúde repassou terceira remessa de imunização na quinta.
Antecipação de campanha baixou estoques, disse Secretaria da Saúde.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal começa a distribuir nesta segunda-feira (9) as 143,3 mil doses da vacina contra H1N1 recebidas na semana passada. A pasta anunciou a nova remessa na última quinta-feira (5), depois de ter afirma que os estoques estavam em baixa por conta da antecipação da campanha de imunização em duas semanas.

 Segundo o governo do DF, foram vacinadas até a última quinta 435.333 pessoas, 71,5% do público-alvo da campanha iniciada no dia 18 de abril. A imunização está prevista para acontecer até 20 de maio.

O grupo é formado por crianças entre 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, idosos, pessoas com duas doenças ao mesmo tempo, povos indígenas, presidiários e funcionários do sistema prisional.

A secretaria afirma que até o dia 13 está prevista a entrega de outro lote, que será usado para vacinar crianças entre 6 meses e 2 anos de idade. A vacinação deve ser realizada 30 dias após a primeira dose.

 "Com essa remessa que recebemos será possível imunizar todas as pessoas que pertencem ao público-alvo que ainda não foram vacinadas. Desde o dia 18 de abril, quando iniciamos a campanha para alguns grupos, estamos tendo uma alta procura pela vacina, o que fez com que os estoques de algumas unidades tivessem esgotado", afirma a diretora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Cristina Segatto.

A meta da secretaria é imunizar 80% das 609 mil pessoas que fazem parte do grupo prioritário. De acordo com a pasta, profissionais de saúde e mães há menos de 45 dias foram os grupos que mais vacinaram, com 100% e 82,4%, respectivamente, da meta de vacinação.

Em seguida vêm os pacientes com duas doenças ao mesmo tempo (77,4%) e idosos (65,9%), o grupo com que menos buscou a vacinação. A imunização vai até o dia 20 de maio em todos os centros e postos de saúde do DF.

Casos no DF
O Distrito Federal confirmou 65 casos de pacientes infectados pelo vírus H1N1 desde o início do ano até 24 de abril, informou a Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (29). São quatro a mais em comparação aos números divulgados na última sexta-feira (22).

09/05/2016 05h45 - Atualizado em 09/05/2016 05h45
GDF inicia distribuição de 143,3 mil novas doses de vacina contra H1N1
Ministério da Saúde repassou terceira remessa de imunização na quinta.
Antecipação de campanha baixou estoques, disse Secretaria da Saúde.

Do G1 DF
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Equipe do Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília, faz vacinação contra gripe em esquema de 'drive-thru' (Foto: Renato Araújo/GDF)
Equipe do Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília, faz vacinação contra gripe em esquema de 'drive-thru' (Foto: Renato Araújo/GDF)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal começa a distribuir nesta segunda-feira (9) as 143,3 mil doses da vacina contra H1N1 recebidas na semana passada. A pasta anunciou a nova remessa na última quinta-feira (5), depois de ter afirma que os estoques estavam em baixa por conta da antecipação da campanha de imunização em duas semanas.
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Segundo o governo do DF, foram vacinadas até a última quinta 435.333 pessoas, 71,5% do público-alvo da campanha iniciada no dia 18 de abril. A imunização está prevista para acontecer até 20 de maio.

O grupo é formado por crianças entre 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, idosos, pessoas com duas doenças ao mesmo tempo, povos indígenas, presidiários e funcionários do sistema prisional.

A secretaria afirma que até o dia 13 está prevista a entrega de outro lote, que será usado para vacinar crianças entre 6 meses e 2 anos de idade. A vacinação deve ser realizada 30 dias após a primeira dose.
 
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Gripe A volta a preocupar o país.

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    mortes em 2016
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"Com essa remessa que recebemos será possível imunizar todas as pessoas que pertencem ao público-alvo que ainda não foram vacinadas. Desde o dia 18 de abril, quando iniciamos a campanha para alguns grupos, estamos tendo uma alta procura pela vacina, o que fez com que os estoques de algumas unidades tivessem esgotado", afirma a diretora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Cristina Segatto.

A meta da secretaria é imunizar 80% das 609 mil pessoas que fazem parte do grupo prioritário. De acordo com a pasta, profissionais de saúde e mães há menos de 45 dias foram os grupos que mais vacinaram, com 100% e 82,4%, respectivamente, da meta de vacinação.

Em seguida vêm os pacientes com duas doenças ao mesmo tempo (77,4%) e idosos (65,9%), o grupo com que menos buscou a vacinação. A imunização vai até o dia 20 de maio em todos os centros e postos de saúde do DF.

Casos no DF
O Distrito Federal confirmou 65 casos de pacientes infectados pelo vírus H1N1 desde o início do ano até 24 de abril, informou a Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (29). São quatro a mais em comparação aos números divulgados na última sexta-feira (22).
Posto de saúde nº 9, no Cruzeiro Novo. (Foto: Alexandre Bastos/G1)
Posto de saúde nº 9, no Cruzeiro Novo. (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Desses casos, 55 se apresentaram de forma mais grave (84,6%) – havendo necessidade de internação do indivíduo. Ao todo, foram 221 notificações.

A secretaria qualificou este ano como "atípico". O motivo é o início precoce de notificações e o fato de que no ano passado não foi registrado nenhum caso.

Cinco pessoas morreram por complicações da doença. Quatro eram mulheres, sendo uma idosa e três adultas entre 30 e 49 anos. A outra morte foi de um homem de 18 anos. A secretaria ainda investiga a morte de mais uma pessoa.

Dos 55 casos graves, oito ocorreram em menores de 5 anos de idade. Segundo a secretaria, 12 mulheres grávidas foram infectadas pelo vírus – sete delas tendo apresentado a forma mais grave da doença.

A região com maior número de casos foi Ceilândia, com nove ocorrências (13,8%). Na Asa Norte, foram oito casos (12,3%). Em Taguatinga e Sobradinho I e II, foram quatro (6,1% cada).

Fonte: G1

02/05/2016 - 12:40 Escrito por Suzano Almeida Informe

SES deixa servidores sem alimentação no Dia D

Servidores que trabalharam no último sábado (30) no “Dia D” contra a Gripe foram surpreendidos com a falta de recursos para se alimentarem, durante a campanha de combate ao vírus H1N1. Diferente do que ocorre há quase duas décadas, de acordo com os próprios trabalhadores, a Secretaria de Saúde não cedeu a alimentação nem tíquetes que pudessem servir para que eles se mantivessem no período de 8h às 17h.

Os servidores acusam a Secretaria de Saúde de sequer ter avisado com antecedência que não concederia a alimentação, o que os pegou se surpresa. “Não nos preparamos e quem não tinha condições não teve como trazer alimentação ou algum tipo de lanche para passar o dia. O comum é que a secretaria mande refeições para nós e, quando isso não ocorre, tíquetes para que nós possamos ir ao comércio mais próximo para almoçarmos”, denunciou uma servidora do Centro de Saúde n°3 de Taguatinga. “É a primeira vez em 17 anos de secretaria que isso ocorre comigo”, lamentou.

A demanda foi grande em toda a rede de centros de saúde que disponibilizaram a vacinação, sem horário de pausa. Os servidores dizem que, em alguns postos, as doses chegaram a acabar tamanha a procura.

Culpa da LRF
Procurada por esta reportagem, a Secretaria de Saúde respondeu que a suspensão da alimentação para os servidores que trabalharam durante o dia D da campanha de vacinação contra a gripe foi necessária devido à falta de contrato para este tipo de serviço. De acordo com a pasta, seria gasto em torno de R$ 1 milhão, sem cobertura contratual, para conseguir fornecer a alimentação às equipes, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A Secretaria de Saúde esclareceu, ainda, que todos os servidores recebem auxílio-alimentação em dinheiro. Além disso, a pasta informou que os profissionais que trabalharam no último sábado receberão folga compensatória sem abono deste auxílio.

Profissionais, como os técnicos de enfermagem, recebem algo em torno de R$ 386,00. Para compensar o valor, na maioria dos casos, os servidores por não poderem sair de seus plantões se alimentam nas próprias unidades de saúde, com alimentação fornecida pelas mesmas.

30/04/2016 - 14:17 Escrito por SindSaúde DF Na Mídia

Em 'Dia D', DF bate meta e vacina 180 mil contra gripe neste sábado

Expectativa era imunizar 160 mil; Hran teve tenda com 'drive-thru' de doses.
Desde o dia 18, foram aplicadas 385,1 mil vacinas em 63% do público-alvo.

Mais de 180 mil moradores do Distrito Federal receberam vacinas contra os tipos mais comuns de gripe ao longo deste sábado (30), nomeado "Dia D" de combate à doença em todo o país. O número é 64,4% maior que a expectativa inicial da Secretaria de Saúde, que era de 110 mil pacientes. Mesmo assim, a pasta diz que não houve falta de vacina em nenhum posto.

 No acumulado desde o dia 18 de abril, a imunização já foi aplicada em 385.183 pessoas, número que corresponde a 63% do público alvo da rede pública. A campanha termina em 20 de maio e busca reforçar a imunidade de 609 mil moradores da capital.

Podem se vacinar crianças, gestantes, mães há menos de 45 dias, profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pacientes com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Neste sábado, o governo disponibilizou um serviço de “drive thru” no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) para que pacientes com dificuldade de locomoção pudessem se imunizar sem sair do carro. A vacina protege contra os vírus H1N1, H3N2 e influenza B (caso mais agudo da doença).

“A partir deste sábado todas as pessoas que fazem parte do público-alvo poderão ser vacinadas. Já recebemos do Ministério da Saúde 70% das doses e temos um estoque suficiente para atender todos os grupos de risco, até recebermos todo o quantitativo", afirmou a diretora da Vigilância Epidemiológica do DF, Cristina Segatto, nesta sexta (29).

Cronograma
A imunização para todos os pacientes indicados deveria começar apenas neste sábado, mas foi antecipada para alguns grupos. No último dia 18, crianças de seis meses a 5 anos, gestantes, mães há menos de 45 dias e profissionais da saúde puderam recorrer à vacina.

 Na última segunda (25), passaram a receber a imunização idosos e pacientes com doenças crônicas. As antecipações foram possíveis após recebimento de doses do Ministério da Saúde.

Quando o governo divulgou a mudança da data, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Tiago Coelho, afirmou que a medida havia sido tomada "pelo caráter atípico de virulência e letalidade do H1N1 que temos percebido nas últimas semanas epidemiológicas no Brasil e no DF".

Na ocasião, a pasta alegou ter usado critério técnico para fazer a alteração e disse que a antecipação se devia ao estado de alerta em que o DF se encontrava em relação à doença, por três pessoas terem morrido desde o começo do ano até a data. Nesta sexta (29), o GDF divulgou boletim mostrando que foram 65 casos e cinco mortes deste janeiro.

A prevenção da doença é feita com hábitos de higiene, como proteger a boca ao tossir ou espirrar e sempre lavar as mãos. Os sintomas do H1N1 são semelhantes aos da gripe normal: febre, tosse seca e cansaço. O doente pode ainda ter infecção no sistema respiratório.

'Ano atípico'
O DF confirmou 65 casos de pacientes infectados pelo vírus H1N1 desde o início do ano até 24 de abril, informou a Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (29). São quatro a mais em comparação aos números divulgados na última sexta-feira (22).

Desses casos, 55 se apresentaram de forma mais grave (84,6%) – havendo necessidade de internação do indivíduo. Ao todo, foram 221 notificações.

A secretaria qualificou este ano como "atípico". O motivo é o início precoce de notificações e o fato de que no ano passado não foi registrado nenhum caso.

Cinco pessoas morreram por complicações da doença. Quatro eram mulheres, sendo uma idosa e três adultas entre 30 e 49 anos. A outra morte foi de um homem de 18 anos. A secretaria ainda investiga a morte de mais uma pessoa.

Dos 55 casos graves, oito ocorreram em menores de 5 anos de idade. Segundo a secretaria, 12 mulheres grávidas foram infectadas pelo vírus – sete delas tendo apresentado a forma mais grave da doença.

A região com maior número de casos foi Ceilândia, com nove ocorrências (13,8%). Na Asa Norte, foram oito casos (12,3%). Em Taguatinga e Sobradinho I e II, foram quatro (6,1% cada).

Fonte: G1