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terça-feira, 2 março, 2021

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Negacionismo: A estupidez que mata

Bolsonaro é o causador de todo o agravamento da pandemia do novo coronavírus no Brasil

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Com mais de 225 mil mortos, 9 milhões de infectados, UTI’s lotadas, hospitais sem leitos disponíveis, o povo brasileiro segue assistindo ao trágico longa-metragem que se intitula a pandemia da Covid-19.

Diante de um cenário caótico e catastrófico, o povo brasileiro e o mundo testemunharam pelas telas de diversos veículos de comunicação, a triste disputa de quem mata primeiro, se é a Covid-19 ou a negligência do Estado.

Por mais voraz que seja o novo coronavírus, a irresponsabilidade do Governo Federal ganhou a disputa com o vírus e matou milhares de brasileiros. Na falta de oxigênio que findou com inúmeras vidas, quem matou não foi a Covid-19, e sim o Estado, na falta de UTI’s quem sacrificou o povo não foi o vírus, mais uma vez foi o abandono do Estado. Mas quem é o Estado?

O Estado é aquele que vê a aflição do povo, a dor da mãe que assiste seu filho agonizar por falta de oxigênio ou por falta de vaga na UTI sem o mínimo de dignidade, esse é o Estado.

Quando um país tem um líder, possui um comandante, porque o representante tem responsabilidade com o bem mais precioso que norteia os nobres de coração: a vida! E a proteger a qualquer custo não é o lema do presidente da República.

Por mais incrível que pareça, o Brasil caminha e luta contra a pandemia, entre erros e acertos, sem contar com a parcimônia e nem com a mínima comiseração do dito comandante, temos inclusive, que admitir que as migalhas de vacina que gloriosamente chegaram ao nosso país, foram luta dos representantes de outras esferas da nação e daqueles que se colocaram contra o negacionismo.

É imperioso neste momento travar um combate contra o negacionismo, pois a vida independe de cor, raça, nacionalidade, religião e fronteira. Defender a vida não é só uma questão de honra, mas sim de bom senso e cidadania.

Durante a abertura do ano Judiciário, nesta segunda-feira (1º), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, sentado ao lado do presidente Bolsonaro, enalteceu a importância da ciência e o absurdo que é o negacionismo. “Não tenho dúvidas de que a ciência, que agora conta com a tão almejada vacina, vencerá o vírus; a prudência vencerá a perturbação; e a racionalidade vencerá o obscurantismo”, disse Fux.

“Para tanto, não devemos dar ouvidos às vozes isoladas, algumas inclusive no âmbito do Poder Judiciário, que abusam da liberdade de expressão para propagar ódio, desprezo às vítimas e negacionismo científico. É tempo de valorizarmos as vozes ponderadas, confiantes e criativas que laboram diuturnamente, nas esferas públicas e privadas, para juntos vencermos essa batalha”, finalizou o presidente do STF.

Até os mais estúpidos, atrasados e conservadores conseguiram enxergar por cima do muro e entenderam que a vacina é a única saída para o controle da pandemia. Porém, o ‘capitão’ não remove o antolho e continua a ruminar o ódio e o obscurantismo.

Enquanto Bolsonaro segue em um haras confortável com água, luz, telefone, Wi-fi e muita cloroquina, ao povo consciente cabe lutar pelo direito cível à vacinação. Quando se fala em direito cível só existem dois lados: contra ou a favor, não há meio termo. Não podemos recuar em busca do direito a vacina, pois é o buscamos a qualquer preço. VACINA BRASIL!!!

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