SindSaúde DF

18/12/2018 - 15:31 Notícias SindSaúde DF

MP quer saber se SES tem condições reais de assumir serviço de remoção de corpos

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A partir de janeiro, em casos de mortes naturais, atendimento não será mais do IML. Preocupação do órgão é possível caos na falta do atendimento

A Secretaria de Saúde do DF tem até esta quarta-feira (19) para esclarecer ao Ministério Público do DF se está efetivamente preparada para absorver a demanda de remoção de corpos em caso de morte natural, hoje realizada pelo Instituto Médico Legal, a partir de 1º de janeiro de 2019.

Em recente inspeção no IML, a Promotoria de Justiça de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde foi informada de que, a partir de 1º de janeiro de 2019, o IML não mais fará a remoção de cadáveres cujas mortes fossem decorrentes de causa natural. Isso porque o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), estrutura vinculada à Secretaria de Saúde do DF, já estaria apto a absorver em definitivo demanda.

Em ofício enviado pela promotoria, o órgão alerta para os riscos:

“Registro ainda que a potencial suspensão/paralisação dos serviços de remoção de cadáveres (morte natural) pode resultar em transtornos com graves prejuízos para a população, bem como para a saúde pública do Distrito Federal.”

MPDFT

Desde 2017 o IML tenta entregar essa parte do serviço à SES. A função, por lei, deveria ser do SVO, mas, com o sucateamento na SES, o serviço opera de forma precária no DF.

A principal preocupação é que cerca de 40% das mortes analisadas pelos funcionários públicos do ILM não têm relação com violência. São mortes de causas naturais. Será que a SES, nos atuais condições de falta de gestão, teria como operar essa demanda sem prejudicar a população?

Para a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues, a resposta é não. “Não há estrutura adequada e dimensionamento de pessoal suficiente para essa demanda. Uma gestão que deixa faltar seringa e luvas nos hospitais, vai certamente dar mais esse sofrimento para parentes de pessoas que tiveram morte natural. O MPDF precisa mesmo cobrar. Estamos a 13 dias do dia 1º de janeiro e, pelo histórico de incompetência da gestão atual, o GDF não planejou essa ação. Resta saber se informaram à nova equipe durante a transição. Sofre novamente a população”, afirma.

Em janeiro de 2018, o SVO funcionava apenas no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Na época, o Governo do DF anunciou que ampliaria para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e Hospital Regional de Sobradinho (HRS).

Procurada pela reportagem nesta terça-feira, a SES não respondeu sobre a ampliação e as mudanças feitas para que o SVO atende todas as remoções de mortes naturais.

18/12/2018 - 14:04 Notícias SindSaúde DF

Incompetência: SES devolve mais recurso federal e ainda fica com saldo devedor

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Ministério da Saúde enviou ofício com a cobrança por conta de pagamento sem atualização dos valores

Não bastasse ter que devolver recursos ao Ministério da Saúde por incompetência de gestão, a Secretaria de Saúde do DF ainda fez o pagamento sem atualização dos valores. Agora, em ofício enviado em 6 de dezembro último, o MS cobra o pagamento de um saldo devedor.

O recurso que veio do Fundo Nacional de Saúde para “Estruturação do Núcleo de Economia da Saúde do Distrito Federal” foi devolvido integralmente já que nenhum centavo dos R$ 248.148,72 (duzentos e quarenta e oito mil, cento e quarenta e oito reais e setenta e dois centavos) foi utilizado.

A SES fez a devolução em duas parcelas, em 17/09/2018 e 08/10/2018. No entanto, os valores foram recolhidos sem atualização. Agora, a secretaria tem que fazer a devolução da diferença do saldo devedor, no valor de RS 4.166,74 (quatro mil, cento e sessenta e seis reais e setenta e quatro centavos).

O valor está corrigido proporcionalmente às datas dos pagamentos efetuados pela SES e deve ser pago até 13 de janeiro, 30 dias corridos após a notificação, assinada pela SES em 13 de dezembro.

mscobra

“Recurso devolvido que poderia muito bem ser utilizado se houvesse boa gestão. E ainda ter que gerar uma nova logística para o pagamento de menos de R$ 5 mil de diferença de saldo devedor. Tudo isso porque houve incompetência desse governo e seus aliados. Se o recurso tivesse sido aplicado, bastava a prestação de contas”, afirma a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues.

Sobre as recorrentes devoluções de recursos ao MS, ocorridas na gestão do governo de Rodrigo Rollemberg e do secretário Humberto Fonseca, o futuro secretário de Saúde, Osnei Okumoto, pontuou que há um planejamento.

Em visita aos diretores do SindSaúde-DF, Okumoto afirmou que pretende montar uma equipe técnica para elaborar os projetos e executar todos os recursos repassados pelo Governo Federal, evitando assim a devolução.

17/12/2018 - 19:13 Notícias SindSaúde DF

NÃO DEIXE SEUS DIREITOS CAÍREM EM EXERCÍCIO FINDO!

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  • Imagens: Peter Neylon

Todo final de ano é aquela correria até os setores de pagamento da Secretaria de Saúde para garantir que os pagamentos devidos durante o ano corrente e sem qualquer pendência sejam quitados dentro do exercício. 

Se não forem pagos, caem no famigerado "restos a pagar", mais popularmente conhecido na SES como "exercício findo"! Quando isso ocorre, o credor fica refém da burocracia pública, pois depende de "reconhecimento de dívida", do orçamento previsto e de recurso financeiro (dinheiro em caixa disponível para esse fim). Resumindo: a perder de vista!

O que fazer para evitar essa dor de cabeça?

O setor de pagamento da SES emitiu o alerta abaixo para os servidores ficarem atentos e não deixarem que isso aconteça. Leia abaixo:

Senhores Gestores de Pessoas,

Informamos que será aberta a versão 28 suplementar para lançamentos de acertos financeiros ano 2018. Ressaltamos que não pode lançar nessa versão: diferenças 13 sem vínculo, e servidores nomeados após fechamento da folha 12/2018 que serão pagos versão 75, e os servidores efetivos que terão o pagamento na versão 01/2019.

Os lançamentos devem ser realizados no PAGPDT 104/2018.
Lembramos que o prazo para lançamento e cálculo será até dia 21/12 as 12hs e homologação dia 24/12 até as 10hs, sem prorrogação.

Então, se vc tem passivos apurados neste ano, corra até o setor de pessoal de sua unidade e verifique se seu processo está finalizado sem pendências. Se ainda tiver alguma inconsistência, solicite o ajuste na folha suplementar, VERSÃO 28, código PAGPDT 104/2018.

Então, não perca tempo! Corra e garanta seus direitos!

17/12/2018 - 14:57 Notícias SindSaúde DF

Conheça as principais lutas do SindSaúde

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  • Imagens: Éder Oliveira
Sem desanimar, o sindicato segue na defesa dos direitos e condições melhores de trabalho para os servidores da  Saúde
 
A GATA E O RATO
 
Desde setembro de 2015, os servidores aguardam a incorporação da Gratificação de Atividade Técnico-Administrativa (GATA), que foi regulada pela Lei 5.008/2012. Para garantir a conquista, criada em 2004, foram muitas greves, paralisações, retaliações, punições e injustiças.
 
Quando o SindSaúde encampou essa luta, houve muita resistência dos governantes e uma adesão maciça dos trabalhadores. À época, Rodrigo Rollemberg (PSB), então senador, afirmou que faria pressão para o próximo governador pagar a incorporação. Por um capricho do destino, ele mesmo se elegeu governador e mudou de ideia.
 
Uma greve em 2015 cobrou o cumprimento da lei. O chefe do Executivo prometeu grupos de trabalho para tudo, mas não passou de uma reunião.
Agora, no final dessa gestão, os servidores se enchem de esperança de novos tempos, novos gestores e novas negociações. O ano de 2019 está chegando e a incorporação da GATA é o item número 1 das negociações, seguida da isomia de carga horária e da terceira parcela do reajuste dos especialistas.

ISONOMIA 20H
Os servidores da Saúde podem dizer, orgulhosos, que são os únicos do Brasil que têm uma única carga horária: 20 horas semanais. Contra muitos e com o apoio de poucos, o sonho da Isonomia foi gestado no SindSaúde. Ninguém, ou quase ninguém, creditava que o nível médio e auxiliar pudessem conseguir o que as carreiras de nível superior já usufruíam.
Muitas articulações e movimentos foram feitos e, a partir de 2011, o sonho começou a tomar forma. Em 2013, o projeto de lei foi aprovado e a Lei 5.174 foi sancionada, resultado de uma coalizão de forças políticas. A categoria unida foi a base dessa grande conquista do servidor da Saúde do Distrito Federal.
A Justiça obrigou que carga horária fosse reduzida, mas o atual governador deu o calote na diferença que deve ser paga a quem tem carga horária ampliada!
São quatro anos de usurpação de direitos e tentativa de revogar a lei por parte do GDF. O SindSaúde resistiu e articulou as alianças necessárias para evitar que essa manobra covarde se concretizasse. Os servidores têm as 20 horas garantidas.

TITULAÇÃO PARA TODOS
A retirada da Gratificação de Titulação (GTIT) foi mais uma das muitas maldades contra servidores no governo Rollemberg. Em alguns casos, ela chega a 30% do vencimento dos profissionais e é a garantia de um direito conquistado após dedicação do servidores.
De acordo com a Portaria 141, de 2018, um novo recadastramento seria feito com adoção de nova metodologia para análise dos títulos. A GTIT, paga há anos, estava ameaçada. O SindSaúde entrou com representação junto ao TCDF na luta para defender o direito dos servidores, sindicalizados ou não. Em pouco tempo, foi derrotada a arrogância do governador e de seu secretário de Saúde, Humberto Fonseca.
Eles foram obrigados a acatar a decisão do Tribunal de Contas do DF e retomar a concessão do pagamento suspenso há dois anos da GTIT. A GTIT é NOSSA!

APOSENTADOS, SIM. INATIVOS, NUNCA!
Quem se aposenta tem direito a receber as licenças-prêmio não usufruídas em pecúnia (dinheiro) em até 60 dias após a aposentadoria. Garantir esse direito, que é previsto na Lei 840/2011 do regime dos servidores do DF, é mais uma luta do SindSaúde-DF diante dos calotes reiterados e do descaso do Governo do Distrito Federal.
A briga pelo pagamento suspenso por Rollemberg foi uma das pautas da greve do primeiro ano de governo. Depois disso, várias categorias se uniram ao sindicato para reuniões e pressões naS SecretariaS de Saúde, Fazenda e Casa Civil, além da Câmara Legislativa. Só em fevereiro de 2017 os servidores que se aposentaram em dezembro de 2015 conseguiram receber o que tinham direito.
Com o fim de 2015, o SindSaúde iniciou uma nova batalha pelos aposentados de 2016, e assim sucessivamente. Nem os panelaços nem as mudanças na Reforma da Previdência do DF sensibilizaram o governo e o fizeram cumprir seu dever. Só os aposentados até 15 de junho de 2016 receberam suas pecúnias. Com o fim do governo se aproximando, o calote chega a mais de R$ 700 milhões em pecúnias a serem pagas.

VITÓRIA
Apesar do calote, uma conquista em relação às pecúnias precisa ser comemorada: o fim da prática de decretar “exercício findo” nos processos. “Infelizmente, os tempos atuais são sombrios. Não podemos mais nos aposentar e curtir essa nova fase da vida. O que temos visto acontecer nos dá a certeza que os tempos de luta são para todos, ativos e aposentados”, lamenta a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues.

GDF ACABA COM AS HORAS EXTRAS E CRIA TPD
Sob a alegação de economizar, Rollemberg publicou a Lei 6.137/2018, que acabou com as horas extras na SES, substituindo-as por Trabalho por Período Determinado (TPD).
A medida afronta a legislação trabalhista e a Constituição Federal, pois sequestra direitos previstos na CLT, fixando um valor único por categoria e aplicando a incidência de 25% sobre a hora trabalhada, quando a lei determina que seja de 50% o acréscimo. Além disso, o valor fixado ignora a classificação do servidor e sua faixa de vencimentos, rebaixando todos a um mesmo valor fixo.
Não bastasse a forma de cálculo nociva aos trabalhadores, o GDF deixa de cumprir o prazo estipulado para pagamento, que deveria ser de até 60 dias após a realização do trabalho. O primeiro pagamento para os servidores que fizeram o TPD ocorreu com mais de 100 dias de atraso! É o governo do desrespeito e da mentira!
O SindSaúde já ingressou com representação no Tribunal de Contas para anular esse dispositivo da referida lei e aguarda deferimento.
14/12/2018 - 17:34 Notícias SindSaúde DF

SindSaúde está de recesso de 17 de dezembro a 6 de janeiro

Alguns serviços funcionarão em regime de plantão

O SindSaúde estará de recesso a partir da segunda-feira (17/12) e estará com atividades suspensas até domingo (6/1) em virtude das festas de fim de ano. As atividades serão retomadas normalmente em 7 de janeiro, segunda-feira.

Durante o período, haverá plantão jurídico para emergências, prazos em processo administrativo, medida constritiva de liberdade e outras situações mediante avaliação.  Contato: (61) 99159-0377.

Excepcionalmente, em janeiro de 2019, o Departamento Jurídico atenderá somente os prazos judiciais ou administrativos, retornando a receber documentos para ações ordinárias a partir de 4 de fevereiro.

Os associados que têm plano de aparelho móvel via parceria SindSaúde que tiverem algum problema em suas linhas telefônicas podem entrar em contato pelo celular (61) 99148-7840.

Durante o período do recesso, também haverá plantão da Direção no seguinte contato:
17/12 a 20/12 - Rodrigo Conde – (61) 98153-0159

Telefones de plantão:
Associado que tem plano móvel de telefone Claro: (61) 99159-0377
Jurídico: (61) 99159-0377

A Direção do SindSaúde-DF deseja boas festas a todos os servidores da Saúde. Em 2019 continuamos nossa luta, cada vez mais fortes, em defesa da categoria.

14/12/2018 - 14:25 Notícias SindSaúde DF

Paciente aguarda há dois dias por cardiologista no HRT

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Homem de 82 anos já enfartou quatro vezes e passou noite em cadeira de rodas por falta de maca

A família de Antonio Batista dos Passos, de 82 anos, vive um tormento desde a última quarta-feira (12), quando ele sentiu fortes dores no peito e foi levado para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

O idoso foi atendido por um clínico geral por falta cardiologista e passou a noite em uma cadeira de rodas por falta de macas. Ele já sofreu quatro enfartos, o último há três meses.

 “Quando conseguiram uma maca para ele, não tinha colchão e ele chegou ficar uma manhã deitado na maca dura aguardando”, conta a filha, Janete Batista.

Antonio conseguiu fazer os exames, mas aguarda há dois dias o atendimento de um cardiologista. Segundo os profissionais do hospital informaram à família, não há previsão de um especialista aparecer no local.

“Nossos pacientes estão correndo risco de morrer por falta de estrutura e organização da secretaria. Essa gestão não cansa de matar pacientes”, reclama a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues.

14/12/2018 - 13:29 Notícias SindSaúde DF

Pacientes estão sem atendimento no Gama por falta de energia

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Posto improvisado embaixo de arquibancada do Estádio Bezerrão está fechado

Os pacientes da Região Leste que buscam atendimento no Centro de Saúde improvisado no Estádio Bezerrão, no Gama, estão voltando para casa frustrados. O local está fechado há três dias por falta de energia.  

“Como se não bastasse o local insalubre e inapropriado ao atendimento de Saúde, agora o paciente ainda dá de cara na porta. O que esse governo está fazendo no apagar das luzes é ainda pior do que vem fazendo esses últimos anos”, afirma a presidente do SindSsaúde-DF, Marli Rodrigues.

O local se tornou um posto de atendimento depois que o governo abandonou a obra do Centro de Saúde 8 e três equipes de Saúde da Família atendiam no Estádio. O local do antigo posto se tornou abrigo para moradores de rua, tráfico de drogas e criadouro de mosquito da dengue.

As obras começaram em 2015, tinham previsão de 12 meses, e custaram R$ 3 milhões de reais. O contrato previa a manutenção das partes hidráulica e elétrica, além de adequações de acessibilidade.

Em maio o SindSaúde denunciou pela primeira vez a situação da Saúde no Gama. Em agosto, uma reportagem da TV Globo mostrou a precariedade a que os servidores e pacientes se submetiam no Estádio Bezerrão. Nos dois momentos, a Novacap prometeu contratar uma nova empresa para readequar o projeto e reiniciar a obra.

“ Só promessas e nada foi feito. A população quer uma resposta e ninguém fala nada. Cadê a energia, governador? Onde serão atendidos os pacientes, secretário Humberto?”, questiona Marli.

13/12/2018 - 17:22 Notícias SindSaúde DF

Show Solidário de Leonardo tem parceria do SindSaúde

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Sindicalizados podem retirar vale-ingressos nas regionais, ajudar na iniciativa e curtir o evento

Mais uma vez, o SindSaúde apoia a iniciativa do Fundo de Envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo - FEICOTUR/ DF e é parceiro do Show Solidário do cantor Leonardo. O evento será no dia 29 de dezembro de 2018, às 21h, no Pavilhão do Parque da Cidade.

O objetivo é arrecadar o maior número possível de alimentos não perecíveis para doação à instituições. Na edição de 2017, foram arrecadadas 55 toneladas.

Os sindicalizados já podem retirar o vale-ingresso para a pista do evento com os diretores e delegados do SindSaúde, nas regionais de Saúde. Depois, devem se dirigir a um dos pontos de troca abaixo para adquirir os 5kg de alimento e trocar pelo ingresso. Caso o servidor prefira, ele pode ir diretamente a um dos pontos de troca, informar que é sindicalizado e fazer todo o procedimento de retirada e troca de vale-ingresso no local.

Mais informações para sindicalizados pelos WhatsAPPs (61) 98553-1234 ou (61) 99967-1163.

O SindSaúde também está fazendo um sorteio de convites para uma mesa do evento. Cinco servidores sindicalizados poderão ir ao show com um acompanhante cada. Para participar, basta clicar aqui e seguir as regras do sorteio no Facebook.


Pontos de troca

Dona de Casa Supermercados
• Águas Claras | Endereço: R. 7 Sul - Águas Claras, Brasília - DF
• Arniqueiras | Endereço: SHA Conjunto 4, Chácara 75, SH Col. Agrícola Arniqueira - Brasília - DF
• Candangolândia | Endereço: EQ5/7, MU 5 - Candangolândia, Brasília, DF
• Gama Leste | Endereço: Quadra 08 - Setor Leste, Brasília - DF
• Guará II | Endereço: QE 30 - Guará II, Brasília - DF
• Sobradinho | Endereço: Q 6 - Sobradinho, Brasília - DF
• Sudoeste | Endereço: CLSW 104 Bloco C - Sudoeste, Brasília - DF
• Taguatinga Norte | Endereço: QI 8, Samdu Norte - Taguatinga Norte, St. Qi QI 8 - Brasília - DF
• Asa Norte | Endereço: CLN 213 BL D - Asa Norte, Brasília, DF

 

Assista ao vídeo promocional do evento:

13/12/2018 - 13:56 Notícias SindSaúde DF

Pacientes do DF podem ficar sem oxigênio por falta de pagamento

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  • Imagens: Eder Oliveira

Empresa alertou GDF que se débito continuar, vai retirar equipamentos e suspender a entrega de gases medicinais

 A virada do ano pode ser traumática para os pacientes da rede pública de Saúde do DF. A empresa Air Liquide, que fornece gases medicinais, entre eles oxigênio para os pacientes, pode suspender o fornecimento e retirar seus equipamentos dos hospitais e centros de saúde caso o Governo do Distrito Federal não quite os débitos atrasados e regularize os pagamentos. 

A empresa está sem receber há mais de 90 dias e já informou que vai suspender o serviço a partir de 28 de dezembro se continuar sem receber. A empresa recebeu R$ 1,2 milhão de atrasados do governo, mas ainda tem uma fatura de R$ 771,2 mil para receber.

Segundo documento enviado pela Air Liquide em 10 de dezembro, ao qual o SindSaúde-DF teve acesso, a empresa pretende ir à Justiça caso o valor não seja pago e não tentará novas negociações.

Os atrasos nos pagamentos estão causando problemas e a empresa não tem conseguido “cumprir seus pagamentos junto aos seus fornecedores e prestadores de serviço para a manutenção do objeto dos contratos”, diz o ofício enviado que cita, por exemplo, o custo dos transportadores.

Gases medicinais

Além do oxigênio medicinal, utilizado na administração de medicamentos e no tratamento de doenças cardiorrespiratórias, também há o fornecimento de gases medicinais de ar sintético – utilizado como veículo para medicamentos administrados por meio de inalação – e óxido nitroso, normalmente utilizado como anestésico e analgésico.

“Este é o presente de Natal que esse governador incompetente está deixando para a população do DF: corte até no oxigênio dos pacientes. Um absurdo completo! Onde está o dinheiro que não está pagando os fornecedores previstos em contrato?”, questiona a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues.

Não é a primeira vez que a mesma empresa reclama da falta de pagamento. Em maio a Air Liquide notificou a Secretaria de Saúde (SES) sobre dívida de R$738,6 mil referente a 2016.  Air Liquide notificou a Secretaria de Saúde (SES) sobre dívida de R$738,6 mil referente a 2016.  

Em outubro deste ano, mais uma vez, a empresa avisou o GDF que poderia suspender o fornecimento por débitos em atraso, desta vez no valor de mais de R$ 800 mil. 

13/12/2018 - 12:22 Notícias SindSaúde DF

Golaço no secretário Humberto Fonseca

Bastidores

Enquanto se preocupou em trabalhar para tentar reeleger o chefe Rodrigo Rollemberg, o secretário Humberto Fonseca abriu a retaguarda e agora, levou um baita gol por baixo das pernas. 

Que sua gestão à frente da SES é falha, todos os servidores sentiram na pele. O que Fonseca certamente não imaginava, do alto de sua prepotência, é que os diretores escolhidos se destacariam.

O gol de placa desta vez é assinado por Ismael Alexandrino, diretor do Instituto Hospital de Base que, politicamente, conseguiu conquistar a confiança de outro governador. 

Ismael Alexandrino encerra seu jogo no Hospital de Base. Ele foi convidado a assumir a Secretaria de Saúde de Goiás a partir de 1º de janeiro, durante a gestão de Ronaldo Caiado (DEM). O Estado de Goiás tem quase 7 milhões de habitantes em seus 246 municípios.

Fonseca deve estar até agora procurando a bola.

12/12/2018 - 10:13 Notícias SindSaúde DF

UBS de Taguatinga interrompe distribuição de remédios controlados por 20 dias

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  • Imagens: Éder Oliveira

Caso semelhante ocorre em unidade da Ceilândia

A falta de planejamento da atual gestão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal parece não ter limite. Matéria do telejornal Bom Dia DF, da TV Globo, desta quarta-feira (12), noticiou que a Unidade Básica de Saúde n° 7 de Taguatinga interrompeu a distribuição de medicamentos controlados psiquiátricos até o final do ano.

E o motivo não é a falta desses produtos, mas sim devido as férias do farmacêutico responsável pela distribuição. No local, está fixado um aviso informando o problema. 

Na mesma reportagem, outros pacientes reclamam da falta de outros medicamentos mais simples, como o Omeprazol - utilizado para problemas gastrointestinais e encontrado em farmácias por até R$ 4.

Mas o descaso não para por aí. Segundo servidores do Centro de Saúde 10 de Ceilândia, a unidade também vai parar de fornecer psicotrópicos no recesso do Ano Novo e até 20 janeiro. O motivo informado seria o mesmo: férias do servidor farmacêutico e falta de competência da SES na administração de pessoal. 

Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, a interrupção, de uma hora para outra, de um tratamento com remédios controlados pode ocasionar sérios problemas a pacientes. De acordo com ela, "é inadmissível uma unidade de Saúde possuir um produto, mas não ter alguém que possa distribuí-lo".

Assista à reportagem completa da TV Globo

Outros casos

Após a publicação dessa matéria, o SindSaúde recebeu mensagens de diversos servidores informando sobre a falta de farmacêuticos em outras Unidades Básicas de Saúde. Segundo os funcionários, uma UBS do Núcleo Bandeirante interrompeu o fornecimento de medicamentos controlados, durante todo o mês de novembro, e a UBS do Vicente Pires, atualmente, também está com o serviço paralisado.  

11/12/2018 - 16:39 Notícias SindSaúde DF

Até nunca mais, Rollemberg

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  • Imagens: Dico Artista

Podemos afirmar, sem medo de errar, que esses foram os quatro anos mais difíceis da vida dos servidores da Saúde do DF. Os quatro anos de maior abandono na rede pública de Saúde. Em janeiro de 2015, éramos só esperança. Logo, vimos que o candidato eleito, que se promoveu com o slogan "atitude para mudar", era mais do mesmo. Como diz o ditado "por fora, bela viola. Por dentro, pão borolento". A população de Brasília foi vítima do maior estelionato eleitoral de sua história!

Enfim, está chegando a hora de dizer "adeus" a Rodrigo Rollemberg. Aqui, ele nunca mais conseguirá fazer o que fez - destruir os serviços públicos, derrubar casas, enterrar sonhos, perseguir servidores e deixar terra arrasada!

Um governante sério não vira as costas para a população e nem para os servidores, que são o elo entre o Estado e a sociedade. Não se pauta por querelas pessoais e nem é movido por decisões egoístas e personificadas, direcionadas aos que lhe apoiam. Um governante sério governa para o povo e pelo bem comum. Rollemberg foi um gestor "birrento, mimado”. Esqueceu-se do objetivo maior para o qual foi eleito como esperança de uma nova política! Cresceu em orgulho e vaidade – dois perigosíssimos conselheiros para qualquer um e mais ainda para quem exerce o poder. Foi desumano, cruel e perseguidor com os servidores.

O SindSaúde foi um dos grandes artífices para desmascarar o engodo que esse governo era. Teve participação fundamental no embate que sucedeu a quebra do diálogo e o encerramento de negociações. Fez o enfrentamento com coragem e responsabilidade. Denunciou as mazelas da saúde pública, deflagrando operações que já deram e darão respostas ao povo do Distrito Federal.

Não ficarão impunes os responsáveis pelas mortes evitáveis e pelo sofrimento dos pacientes com a desassistência. Nosso sindicato se manteve em luta, dia após dia, mesmo o governo tentando massacrar essa entidade. Não sou eu que dou “adeus” a esse governo... O SindSaúde somos nós! Somos uma categoria que, aos trancos e barrancos, se manteve de pé e pronta para o bom combate em defesa dos servidores e do bom serviço prestado.

Quem dá “adeus” a Rollemberg é o aposentado que sofre com o calote das pecúnias. O servidor removido de forma compulsória e desrespeitosa. O profissional, pai e mãe de família, que espera, há 4 anos, o pagamento da terceira parcela da GATA. Quem dá “adeus” a esse governo incompetente é o povo, que passou horas em filas de unidades de saúde, que perdeu familiares por falta de atendimento, que chorou de dor e desespero. O plantonista que cobriu os "buracos" das escalas e além da demora no pagamento, viu a hora extra ser precarizada e transformada em TPD. Economia às custas de quem trabalha e bancarrota em contratos mal explicados. Aos amigos do rei, tudo. Aos inimigos, o calote e a perseguição...

Tal qual o desfecho dos déspotas famosos de nossa história, damos esse “adeus” e lembramos que: Em Brasília, nunca mais queremos um Rollemberg! Os atos praticados por ele serão o seu verdugo... Que soltem a guilhotina!

11/12/2018 - 11:45 Notícias SindSaúde DF

TPD: Tribunal de Contas do DF quer esclarecimentos sobre atrasos no pagamento

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  • Imagens: Éder Oliveira

 Representação partiu do deputado distrital Raimundo Ribeiro

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) deu 15 dias para que a Secretaria de Saúde esclareça sobre os atrasos no pagamento do Trabalho em Período Definido (TPD). A decisão foi publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (11). A representação com o pedido de explicações à SES foi movida pelo deputado distrital Raimundo Ribeiro (MDB).

Além de propor projetos e aprovar leis, os distritais também possuem a prerrogativa de fiscalizar os atos do Poder Executivo.

Ao longo do ano, a reportagem do SindSaúde noticiou inúmeros atrasos no repasse do benefício. Há uma semana, por exemplo, o portal do sindicato publicou uma matéria que afirmava que o GDF deve dois meses (agosto e setembro) do TPD. Desde a sua criação, a concessão da TPD se tornou uma ilíada à classe da Saúde local.

Instituído por decreto, em maio deste ano, pelo poder Executivoo TPD modificou o pagamento do das horas extra. A proposta foi apreciada nas comissões da Câmara Legislativa em tempo recorde e aprovada, por unanimidade, pelos deputados que estavam na sessão, que contou com a presença de parte do alto escalão do atual governo.

O TPD tem valor fixo para qualquer servidor de mesmo cargo e é calculado sobre o vencimento básico do último padrão vigente do respectivo cargo, com acréscimo de 25% nos plantões feitos aos fins de semana, feriados ou pontos facultativos.

O SindSaúde questionou a legalidade desse decreto, em relação aos dispositivos que reduziram de forma ilegal o pagamento de horas extras. Uma ação questionando a TPD está em tramitação na Justiça e pode ser decidida a qualquer momento.

Fiscalização
A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, parabeniza a iniciativa do distrital Raimundo Ribeiro de questionar o motivo dos atrasos da TPD. A mandatária espera que os próximos membros da Câmara Legislativa “continuem zelando pelos servidores e pela população e fiscalizem possíveis irregularidades no setor público”.

TPD DODF

10/12/2018 - 14:28 Notícias SindSaúde DF

ALERTA: SES deve R$ 10 milhões de serviços de vigilância e limpeza

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Empresa enviou 7 ofícios de cobrança salientando que a dívida pode gerar correção monetária

Que o Governo do Distrito Federal tomou como prática o calote, todos já sabem. Todos os dias uma nova cobrança chega nas secretarias ou Palácio do Buriti. A mais recente foi endereçada ao secretário de Saúde do DF, senhor Humberto Fonseca. A SES, entre outras, possui dívidas que somam cerca de R$ 10 milhões, referentes a serviços de vigilância e limpeza prestados pela empresa Ipanema, nos meses de setembro e outubro deste ano.

Na última quinta-feira (6), a companhia encaminhou ao órgão sete ofícios solicitando o pagamento do trabalho realizado em unidades de saúde da região centro-sul (Candangolândia, Estrutural, Guará e Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I e II, SIA e SCIA).

Segundo o contrato firmado entre a SES e a Ipanema, o repasse dos serviços prestados pela empresa deveria ser feito em conta bancária até dois meses após a sua realização e 30 dias após apresentação da nota fiscal. Nos documentos enviados à secretaria, a companhia não menciona interromper os serviços, mas alerta que “passados 30 dias sem o devido pagamento por parte da Administração, a parcela devida será atualizada monetariamente”.

A reportagem do SindSaúde procurou a SES para saber quando a pasta irá pagar os valores devidos, mas, até a publicação desta matéria, não obteve retorno.

Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, “o trabalho de vigilantes e do pessoal de limpeza é essencial para o funcionamento de unidades de Saúde”. A sindicalista lembra que o não cumprimento de contratos tem sido prática comum na atual gestão.

Greve
Em março deste ano, vigilantes entraram em greve por 12 dias sob a reivindicação de aumento salarial, manutenção de seguro de vida e plano de saúde, e reajuste do vale-alimentação.

07/12/2018 - 16:37 Notícias SindSaúde DF

SindSaúde apresenta cenário da Saúde do DF para futuro secretário

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  • Imagens: Peter Neylon

Osney Okumoto e equipe receberam diagnóstico de dimensionamento de pessoal de toda a rede pública

A diretoria do SindSaúde-DF recebeu, nesta sexta-feira (7), na Clínica Nova Mente, o futuro secretário de Saúde, Osney Okumoto, e sua equipe para apresentar um diagnóstico da pasta e as demandas dos servidores para que o novo governo construa suas políticas com diálogo. 

A Nova Mente é uma clínica multiprofissional voltada para a saúde mental dos servidores. Ainda em campanha, Ibaneis Rocha conheceu o local, se encantou com a proposta e afirmou ser parceiro da iniciativa. O local oferecerá fisioterapia, farmácia, música, nutrição, biodança, psicologia, educação física e terapia ocupacional para os servidores. 

O secretário Okumoto reafirmou a parceria iniciada por Ibaneis e disse que quer construir junto com os servidores a administração da pasta. Prometeu transparência na gestão e diálogo. 

“Tenho visto muita coisa, ficado muito preocupado, mas, no entanto, conheci a Marli, algumas pessoas fizeram uma apresentação para mim e comecei a sentir que tem jeito de fazer um trabalho muito bacana. Mas nunca seria possível fazer algo só pelo grupo executivo e pelos amigos. Só vamos conseguir fazer com participação de vocês”, ressaltou Okumoto.

O secretário-adjunto de Gestão, Francisco Araujo, reforçou que a equipe que assume a missão na pasta está preparada para os desafios e trabalhará com “comprometimento todos os dias, dedicação e ética”. 

“Vamos aplicar cada centavo da saúde pública e dos senhores. Os trabalhadores da saúde serão nossos grandes aliados. Cuidaremos de vocês como pais. Vamos cuidar de vocês para vocês cuidarem da população. Seremos transparentes com os gastos e vamos fazer tudo conversado”, apontou. 

Valorização

“Queremos nossa saúde recuperada, reinventada. E isso passa pela valorização dos servidores. Somos servidores dispostos e somos parceiros. Queremos respeito conosco, não vamos admitir sabotagem e podem contar conosco como servidores públicos que somos, que não fogem à luta”, afirmou a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues. 

Parceiro do SindSaúde, o deputado Wellington Luiz (MDB), ressaltou a força dos servidores na luta por um cenário melhor e a importância de se valorizar o grupo que tem batalhado tanto. 

“A relação de respeito e carinho que tenho por esses servidores nasceu quando era presidente da CPI da Saúde. A partir dali eu percebi que aqui [na Saúde] se tem os melhores servidores. Pessoas que, mesmo abandonadas pelo atual governo, mantiveram seu compromisso de bem servir a população. Nós temos a disposição de dar a volta por cima e temos a condição de fazer isso”, apontou o deputado Wellington Luiz (MDB).

O deputado Wasny de Roure (PT) também prestigiou o encontro da equipe de transição com a diretoria do SindSaúde. “Foram quatro anos muito difíceis e a realidade é péssima. O atual governo perdeu recursos e a nova equipe precisará gerir o Fundo da Saúde e cuidar melhor do orçamento. Não deixe de priorizar e fortalecer o SUS, secretário. É o que a população precisa”, pediu. 

Diagnóstico

Foram expostos ao secretário diversos temas e reivindicações da categoria, como a substituição da TPD, os casos de desvio de função e o quantitativo de servidores na Saúde.

Além disso, o SindSaúde também apresentou a proposta de instalação de uma sala de situação com detalhes do funcionamento da Saúde local - seriam tratados temas como, por exemplo, a falta de insumos e medicamentos. 

07/12/2018 - 12:13 Notícias SindSaúde DF

Motorista entra com o carro no HRT e assusta pacientes

Ainda não se sabe o motivo que levou o homem a estacionar no interior do hospital

Um homem entrou com o carro dentro do Pronto Socorro do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), na madrugada desta sexta-feira (7). O vídeo com a cena inusitada foi enviado ao SindSaúde nesta manhã. Ninguém ficou ferido por conta do ocorrido. O que se sabe é que a pessoa que estacionou o veículo saiu minutos depois da unidade de saúde. 

   

06/12/2018 - 16:23 Notícias SindSaúde DF

Despesas da SES sem contratos estão entre falhas apontadas pelo TCDF

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  • Imagens: Eder Oliveira

Relatório das Contas, aprovadas com ressalvas, questiona alguns serviços prestados à Saúde

As contas de 2017 da gestão de Rodrigo Rollemberg, apesar de aprovadas pelos conselheiros do Tribunal de Contas do DF, tiveram diversas ressalvas e apontamentos de irregularidades. Uma das falhas apontadas é a inexistência de contrato para funções primordiais na Saúde. Para o SindSaúde, não é surpresa que a pasta tenha sido a mais citada com falhas nas contas. O Relatório do TCDF referente às contas do exercício de 2017 foi publicado no Diário Oficial do DF nesta quarta-feira (5).

Segundo o documento, o valor previsto na Lei Orçamentária da União de 2017 para o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) foi de R$ 13,2 bilhões. Esse valor foi somado ao orçamento distrital e totalizou R$ 42,1 bilhões a serem geridos pelo GDF.

Sobre a inexistência de contrato para algumas funções, o relatório traz dados em números exatos. Segundo ele, as secretarias que mais realizaram despesas sem cobertura contratual foram a Saúde, com gastos que chegaram a R$ 570,8 milhões no ano, e a Educação, com R$ 124,8 milhões. “Na Secretaria de Saúde, os maiores credores dessas despesas foram a Sanoli Indústria e Comércio de Alimentação, a Ipanema Segurança e a Apece Serviços Gerais”, afirma.

Algumas das empresas citadas no relatório já foram noticiadas pelo SindSaúde. A SANOLI Indústria e Comércio de Alimentação LTDA recebeu R$ 128,4 milhões em 2017. A empresa, há mais de 10 anos, também presta serviços à SES por meio de contratos emergenciais. Também recebeu recursos sem contrato a IPANEMA Segurança LTDA (R$ 94,3 milhões) e a APECE Serviços Gerais LTDA (R$ 67 milhões). 

“É impressionante como a Saúde do DF foi entregue nas mãos de gestores tão incapacitados. Não há justificativa para não ter contrato para serviços fundamentais. Quem não sabia que as unidades de saúde precisam de alimentação? Ou que a limpeza precisaria ser feita? Planejamento é o arroz com feijão de um gestor público, porém faz tempo que a Pasta não sabe o que é estratégia e organização”, diz a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

 

05/12/2018 - 17:04 Notícias SindSaúde DF

Sindicalizados podem retirar aparelho LG K9 com plano especial para falar ilimitado e 6GB de internet

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Planos disponíveis são a partir de R$ 99,90 e com WhatsApp à vontade

O SindSaúde-DF recebeu novos aparelhos LG K9 16 GB de memória para que sindicalizados aproveitem a parceria com a operadora Claro e tenham um plano de telefonia móvel com aparelho incluso. A promoção vale até 17 de dezembro ou enquanto durarem os estoques.

O equipamento tem tecnologia de TV Digital e o servidor também poderá fazer fotos em alta qualidade, jogar e assistir vídeos. Tudo isso numa tela de 5 polegadas.

O benefício para os associados inclui ainda 6 GB de internet, ligações ilimitadas para fixo ou móvel de qualquer operadora, local e interurbano, e WhatsApp à vontade.

Os planos têm mensalidades a partir de R$ 99,90* e só valem para sindicalizados do SindSaúde-DF que estiverem em dia com as obrigações estatutárias legais.

O pagamento do plano será por débito automático em conta corrente do Banco de Brasília (BRB).

O sindicalizado pode contratar seu plano e retirar seu aparelho na sede do SindSaúde.

* Vigência do contrato de 24 meses. Para mais informações, consulte o site da Claro:www.claro.com.br

05/12/2018 - 14:40 Notícias SindSaúde DF

Estoque zerado: Saúde está sem seringa, anestésico, kit cirúrgico e até luvas

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Insumos básicos para hospitais e unidades de saúde estão mais uma vez em falta na Farmácia Central

Hospitais e demais unidades de saúde do Distrito Federal correm risco de desabastecimento total de seringas, anestésicos, kits cirúrgicos e até luvas. A ameaça foi registrada pela Farmácia Central na última terça-feira (4), em documentos avisando sobre o estoque zerado.

Estão em falta luvas de procedimentos, seringa hipodérmica de vidro 10ml bico central sem agulha, o anestésico Lidocaína (cloridrato) geleia 2% bisnaga 30g, equipo intermediário 2 vias (duplicador de vias de acesso para administração de soluções parenterais) e kit cirúrgico descartável.

No caso das cirurgias, o risco é grande. O kit descartável conta com campos adequados para cobertura de mesas e paciente em sala cirúrgica.

Já o anestésico lidocaína é indicado para tratamento de dores em conexão com cistite e uretrite. O medicamento lubrifica a uretra feminina e masculina durante cistoscopia, cateterização, exploração por sonda e outros procedimentos endouretrais.

“Só um governo incompetente como este consegue deixar hospitais até sem luvas. É absurdo! Estamos falando de insumos básicos para o atendimento de um paciente”, comenta a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues.

Recentemente o SindSaúde denunciou também a falta de cateteres na rede pública. O equipamento é necessário para tratamento de recém-nascidos com indicação terapêutica de nutrição parenteral por tempo prolongado, para pacientes pós-cirúrgicos de todas as idades e portadores de síndromes.

05/12/2018 - 14:39 Notícias SindSaúde DF

Saúde do DF continua sem estoque de cateter

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Insumo está zerado na Farmácia Central e caso já foi denunciada pelo SindSaúde ao MPDFT

Mais uma vez a Secretaria de Saúde está com estoque zerado de cateter. Desta vez, o cateter intravenoso periférico 20g, para adultos. O alerta foi feito pela Farmácia Central em documento emitido nesta terça-feira (4).

Em junho, o SindSaúde-DF denunciou a falta de cateter para bebês. Na época, o insumo colocava em risco a vida dos recém-nascidos internados em UTI neonatal.

“O desabastecimento de insumos, que já era comum, só está aumentando com o fim do governo Rollemberg. Parece que ele quer deixar a terra o mais arrasada possível para o seu sucessor, colocando em risco a vida de milhões de pessoas com isso”, reclama Marli.

Denúncia

Em julho, a presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues, foi até o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para denunciar a Secretaria de Saúde também por conta da falta de cateter central de inserção periférica.

O equipamento é necessário para tratamento de recém-nascidos com indicação terapêutica de nutrição parenteral por tempo prolongado, para pacientes pós-cirúrgicos de todas as idades e portadores de síndromes.

No documento entregue ao MPDF, o sindicato destacava que: “A situação ganha contornos de conduta omissiva dolosa, uma vez que referida falta de abastecimento foi noticiada por esta entidade sindical desde 2016, quando o uso inadequado dos cateteres foi relatado por servidores lotados em hospitais públicos”.

“Vamos denunciar até o último minuto desse governo incompetente e esperamos que a Justiça faça sua parte para coibir esse tipo de ação de uma gestão tão cruel com o povo”, afirma.