SindSaúde DF

17/04/2019 - 14:45 Notícias SindSaúde DF

ATENÇÃO: Saiba como funcionarão unidades de saúde no feriado com ponto facultativo

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Apenas Emergências, UPAs e Samu funcionarão em horário integral

Durante o feriado da Semana Santa, a maioria das unidades de saúde do Distrito Federal terá horários especiais ou estarão fechadas. Esta quinta-feira (18) será ponto facultativo, conforme estabelecido pelo Poder Executivo, o que amplia o feriado da sexta-feira da paixão para muitos funcionários públicos.

“As unidades responsáveis por atendimento essenciais aos cidadãos deverão manter escalas de modo a se garantir a prestação ininterrupta dos serviços”, afirma decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) no Diário Oficial do DF de hoje.

Confira abaixo como funcionarão as unidade de saúde do DF:

EMERGÊNCIAS E UNIDADES DE PRONTO-ATENDIMENTO – Todas as emergências dos hospitais regionais e as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) vão funcionar 24 horas por dia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também funcionará em horário integral.

UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE E AMBULATÓRIOS – Na Sexta-feira da Paixão (19), as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os ambulatórios dos hospitais estarão fechados.

CAPS – Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) também estarão fechados na sexta-feira. As exceções são os CAPs do tipo III, voltados ao atendimento de retaguarda e articulação em rede, que estarão com atendimento 24 horas por dia. Os outros CAPs, dos tipos I e II, não funcionarão.

HEMOCENTRO – A Fundação Hemocentro de Brasília fechará na sexta-feira (19). No sábado, funcionará normalmente, das 7h às 18h. Para agendar doações e obter mais informações, ligue no número 160, opção 2. A entidade não funciona aos domingos.

* Com informações da Agência Saúde

17/04/2019 - 12:26 Notícias SindSaúde DF

SES publica normas para servidores que trabalham em unidades de saúde

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  • Imagens: Bruno Leão

Em publicação no Diário Oficial, a pasta define como o funcionário deve atender o público e agir caso presencie irregularidades

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal publicou nesta quarta-feira (19) uma série normas para servidores públicos que prestam atendimento em unidades de saúde. Entre outras coisas, a portaria estabelece como funcionários devem agir e também fixou regras para quem ocupa cargos de chefia.

Segundo a publicação, os agentes públicos e prestadores de serviços públicos devem tratar as pessoas com civilidade e respeito; praticar a cortesia nas relações públicas e respeitar a capacidade e as limitações individuais dos usuários, sem discriminação ou preconceito; utilizar linguagem simples, acessível e compreensível, evitando o uso de siglas, jargões e estrangeirismos.

Caso presencie eventuais situações estranhas ao ambiente de trabalho, o servidor deve levar ao conhecimento da autoridade superior as falhas, vulnerabilidades e as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo público ou função de confiança.

Citando a Lei Complementar nº 840, de 2011, a portaria da SES frisa o que são consideradas infrações leves, médias ou graves. Ordenar o desvio de funções a servidores é tido como infração leve. O assédio sexual ou moral, por exemplo, são considerados como infração média e “ter conduta escandalosa na repartição que perturbe a ordem, o andamento dos trabalhos ou cause dano à imagem da administração pública” é considerada como grave.

 A presidente do SindSaúde-DF, Marli Rodrigues, entende que " é essencial tratar com humanidade e educação um paciente". Ela, no entanto, pondera que "o governo precisa disponibilizar boas condições de trabalho para que os trabalhadores desempenhem as suas funções de maneira digna".

Público
Além disso, a portaria determina diversos direitos que os usuários do SUS possuem. Entre eles, está o de “decidir se seus familiares e acompanhantes deverão ser informados sobre seu estado de saúde”.

Veja abaixo a publicação completa:

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16/04/2019 - 17:00 Notícias SindSaúde DF

SindSaúde flagra falta de estrutura em UBS de Ceilândia. Veja fotos:

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  • Imagens: Peter Neylon

Assédio, falta de condições de trabalho e muito improviso para atender a população do Sol Nascente

Na manhã desta terça-feira (16), a Direção do SindSaúde esteve na Unidade Básica de Saúde 1, em Ceilândia. Diversas são as irregularidades encontradas pela presidente Marli Rodrigues durante a visita.

O espaço físico utilizado não proporciona as condições necessárias para um atendimento de qualidade aos pacientes. Quatro equipes dividem um espaço improvisado há 5 anos e atendem toda a população do Sol Nascente trecho 2.

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À presidente Marli Rodrigues, os servidores denunciaram que sofrem perseguições e opressão da gestão da unidade. De acordo com os trabalhadores, é costume das chefias tratar os servidores no grito.

Servidores relatam que a frase “Vamos resolver ali em baixo” era frequentemente usada na gestão da ex-gerente, Cleocilene Andrade, o que era uma indireta, que dava a entender que devolveria o servidor para o setor de origem. “Houve um caso em que a chefia incitou o paciente contra o servidor que estava em atendimento externo com as equipes na rua fazendo visitas, resultando em um ataque furioso do paciente que jogou o carro contra o servidor”, destacou.

 

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Foi possível ver a quebra dos protocolos estabelecidos pela Secretaria de Saúde, como é o caso da pia que é usada para esterilizar os instrumentos de trabalho.

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Ou então a situação da pediatria que é separada do banheiro por uma divisória simples, levando risco aos pacientes.

 

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Segundo denúncia dos servidores, a unidade não possui ponto de oxigênio, por isso os pacientes que lá ficam internados precisam de balões de oxigênio, que por sua vez, segundo relatos, constantemente estão com problemas nas válvulas. Também não possui sala de vacina, não faz curativo e não tem farmácia.

Autoritarismo

Quando a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, chegou à UBS 1 de Ceilândia, houve tentativa de barrar a entrada da direção. A postura foi pós da senhora Fernanda Dutra Macedo, supervisora de Serviços de Atenção Primária da unidade. O sindicato não se intimidou e continuou sua visita e conversa com os servidores do local. Leia aqui matéria completa sobre o ocorrido.

16/04/2019 - 12:21 Notícias SindSaúde DF

SindSaúde constata assédio moral grave na UBS nº 1, em Ceilândia

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  • Imagens: Bruno Leão

Gestão tentou impedir entrada da presidente para fiscalizar situação na unidade

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, nesta terça-feira (16) recebeu dos servidores da Unidade Básica de Saúde 1, em Ceilândia,  informação de diversas irregularidades e assédios constantes por parte dos gestores.

Ao chegar ao local, a supervisora de Serviços de Atenção Primária, da Gerência de Serviços de Atenção Primária n° 01, Fernanda Dutra Macedo, tentou proibir a entrada do SindSaúde. Porém, não obteve sucesso e a presidente continuou sua visita para ouvir denúncias a serem entregues na Secretaria de Saúde.

A UBS nº 1 atende a população do Sol Nascente trecho 2. São 4 equipes que dividem um espaço apertado, insalubre e com a promessa há 5 anos de melhorias que nunca vieram, o que impossibilita um atendimento digno aos pacientes. Segundo uma servidora do local, os protocolos da SES não são seguidos, tudo é improvisado, inclusive o banheiro é separado da pediatria por apenas uma divisória.

Os trabalhadores da unidade denunciaram que sofrem assédios constantes, além das péssimas condições de trabalho. O que ainda é mais grave, os pacientes ficam internados no local que não possui os pontos de oxigênio, o que traz risco de morte para os usuários.

“É um desperdício de dinheiro público manter essa supervisora na UBS nº 1 da Ceilândia. Ela é fisioterapeuta. Fazendo o que? Só praticando assédio!”, afirma a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

15/04/2019 - 11:13 Notícias SindSaúde DF

Servidores têm até 9 de maio para informar se querem ficar no IGESDF

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  • Imagens: Bruno Leão

Quem não obedecer o prazo, perderá a prioridade na remoção

Os servidores lotados em alguma das seis Unidades de Pronto de Atendimento (UPAs) ou no Hospital Regional de Santa Maria - unidades que compõem o Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IGESDF) - têm até 9 de maio para comunicar se querem permanecer onde atuam.

O trabalhador terá que indicar três unidades diferentes, podendo escolher pelas superintendências regionais de Saúde, Unidades de Referência Distrital (URDs), subsecretarias de Saúde ou outras unidades da administração central, com exceção do SAMU.

A manifestação deve ser feita no site www.sigs.saude.df.gov.br, em computador instalado na rede da SES-DF, com os mesmos dados de acesso ao sistema Windows. Quem estiver afastado, de licença ou de férias deverá efetuar a manifestação por meio de um processo no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) após o retorno ao posto de trabalho.

As remoções seguirão critérios como redução do pagamento de horas extras e custos com remuneração e necessidade de mais mão de obra em outras unidades de saúde.

Segundo portaria do Diário Oficial do DF, publicada em 9 de abril, as novas lotações serão efetuadas gradativamente em até 150 dias após a assinatura do contrato de gestão entre a Secretaria de Saúde e o IGESDF. Quem o prazo de solicitação, perderá a prioridade na remoção.

Regras
Segundo a Secretaria de Saúde, os trabalhadores lotados no IGESDF manterão a sua remuneração e o tempo de contagem de serviço. Além disso, os funcionários ficarão subordinados à hierarquia, aos protocolos clínicos e profissionais e ao código de ética do instituto.

12/04/2019 - 12:07 Notícias SindSaúde DF

Jurídico vence mais duas ações da GATA e três processos de exercício findo

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Com sentenças dessa semana, GDF terá que desembolsar ao menos R$ 60 mil

O Departamento Jurídico do SindSaúde encerra esta semana com vitórias que beneficiam oito sindicalizados. Ao todo, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) condenou o GDF em duas ações de pagamento da Gratificação de Atividade Técnico-Administrativa (GATA), três de concessão de valores em exercício findo e outras três referentes à restituição de valores descontados indevidamente e diferença de proventos.

Com as condenações, o governo do Distrito Federal terá que desembolsar  pelo menos R$ 60,1 mil, montante que pode ser ainda mais maior, pois em algumas condenações, como as da GATA, o Tribunal de Justiça do DF não divulgou os valores.

Além disso, em boa parte das ações, a Justiça determinou a correção monetária a partir da data em que os benefícios deveriam ter sido pagos pelo governo.

Atendimento do Departamento Jurídico para sindicalizados:
De segunda à sexta-feira
Horário: 9h às 17h
SDS Ed. Venâncio lll sala 109/113 - Brasília, DF, 70393-902
Telefones: (61) 4063-9077 ou (61) 3225-6579
WhatsApp Jurídico (informações de ações coletivas, agendamentos e dúvidas procedimentais): (61) 99314-3952
JURÍDICO SINDSAÚDE

11/04/2019 - 18:07 Notícias SindSaúde DF

Ministério da Saúde inicia campanha de vacinação contra Influenza em todo o país

Trabalhadores da Saúde podem se vacinar a partir de 22 de abril

O Ministério da Saúde iniciou a campanha nacional de vacinação contra a Influenza (doença respiratória infecciosa de origem viral) . Até 31 de maio, a pasta pretende imunizar 58,6 milhões de pessoas. A partir de 18 de abril, a campanha irá priorizar crianças de até seis anos de anos de idade e gestantes - grupos considerados mais vulneráveis.

Em 22 de abril, o órgão dará início a vacinação a outros grupos: trabalhadores de saúde, povos indígenas, mulheres até 45 dias após o parto, idosos a partir dos 60 anos, professores, pessoas portadoras de doenças crônicas, detentos, adolescentes em conflito com a lei, funcionários do sistema prisional, entre outros

O Dia D (data em que toda a população pode ser vacinada) ocorre em 4 de maio, sábado.

De acordo com o Ministério da Saúde, em todo o Distrito Federal, já foram registrados cincos casos de Influenza. Para essa região, a pasta encaminhou 841 mil doses da vacina que. Em todo o país, foram 255 registros. 

11/04/2019 - 14:03 Notícias SindSaúde DF

Atestados de até 3 dias voltam a ser avaliados pela chefia imediata na Região de Saúde Central

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  • Imagens: Peter Neylon

Circular anterior causou alto fluxo na Subsaúde e foi revogada pela própria superintendência

O superintendente da Região de Saúde Central, Luciano Gomes Almeida, revogou a circular 29, datada de 29 de março, que determinava que todos os atestados médicos, inclusive de 3 dias, apresentados na Região de Saúde Central deveriam ser submetidos a Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SUBSAÚDE). Estão nesta regional as unidades da Asa Norte, Lago Norte, Varjão, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal, Asa Sul e Lago Sul.

revogação atestados

Após aumentar o fluxo de atendimento para homologação de atestados na SUBSAÚDE, a Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGEP) indicou ao gestor que os atestados voltassem a seguir o fluxo das demais superintendências, o que desafoga a SUBSAÚDE e gera igual tratamento isonômico aos servidores.

Foi então que a superintendência reavaliou e revogou a circular. Os atestados médicos de até 3 dias voltam a ser avaliados pela chefia imediata, a qual terá autonomia para definir sobre a devida homologação.

A circular gerava um desiquilíbrio e desigualdade com as outras superintendências que seguem o decreto nº 34.023, de 10 de dezembro de 2012, que permite que a chefia direta conceda ou não a licença de até 3 dias por bimestre com apresentação de atestado médico ou odontológico.

É importante destacar que, segundo o decreto, as chefias diretas podem encaminhar solicitações de atestados para a medicina do trabalho, quando acharem pertinente.

O SindSaúde acredita que atitudes como essa também devem ser mostradas, quando gestores compreendem qual é a melhor decisão para os servidores. “Espera-se que ninguém apresente um atestado médico sem precisar. Normalmente é um momento de sensibilidade que precisa ser bem apurado e o processo autorizado pela gerência”, afirmou a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

Circular que foi revogada:

circular revogada

 

11/04/2019 - 11:37 Notícias SindSaúde DF

Assédio Moral na Saúde nunca mais!

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  • Imagens: Eder Oliveira

Regional do Gama indica diretor e cria comissão anti-assédio para tratar de nomeações e exonerações

Os servidores do Hospital Regional do Gama definiram, nesta quinta-feira (11), em assembleia do SindSaúde, encaminhar para a Superintendência o nome de Dr. José Atevaldo do Nascimento Júnior como diretor do hospital. Os trabalhadores também elegeram uma comissão anti-assédio para avaliar e acompanhar as nomeações e exonerações. 

“Assédio na Saúde nunca mais! Esses assediadores que perseguiram e continuam perseguindo os servidores serão varridos para fora um por um”, afirmou a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. 

A assembleia também definiu o retorno de Moacir José da Conceição ao Centro Cirúrgico e de Milton Araújo ao ambulatório. Os dois sofreram perseguição e foram removidos contra a vontade. Os servidores do Gama definiram, ainda, indicar o nome de Lisana Araújo para a gerência de enfermagem. 

Escolhas

Dr. Atevaldo é médico otorrinolaringologista há 25 anos no local. Assim como os outros, têm assistido os desmandos e assédios no hospital. 

“Vencemos o governo do assédio e não aceitaremos que isso continue. O que se discute hoje não é nada mais que respeito ao servidor público e nossos direitos. Não aceitamos assédio moral. A saúde pública e a recuperação dela passa obrigatoriamente pela valorização e respeito ao servidor”, defendeu Marli. 

Comissão 

Foram definidos nove nomes para a comissão anti-assédio. Eles se reunirão para acompanhar as nomeações, exonerações e diálogo com a Superintendência Regional sobre as demandas definidas em assembleia. 

"A Regional do Gama é uma regional tradicionamente de luta e acordou nesta quinta-feira com a disposição para garantir seus direitos e evitar mais desmandos", completou Marli.

Assista ao vídeo:

 

11/04/2019 - 08:44 Notícias SindSaúde DF

Prazo para recadastramento de aposentados e pensionistas é novamente prorrogado

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  • Imagens: Éder Oliveira

Cerca de mil beneficiários, aniversariantes de janeiro, não fizeram atualização e terão até 10 de maio para recadastrar

O Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev/DF) prorrogou o prazo para o recadastramento, prova de vida, dos aposentados e pensionistas da administração direta, autárquica e fundacional do Governo do DF que fizeram aniversário em janeiro e ainda não atualizaram seus dados. É a segunda vez que o prazo de recadastramento é prorrogado.

Segundo publicação do Portal Metrópoles, um levantamento feito pelo Iprev mostra que cerca de mil beneficiários que deveriam ter feito o seu recadastramento no mês de janeiro ainda não o fizeram. Eles terão agora até 10 de maio para atualizar os dados.

O recadastramento deve ser feito presencialmente no Banco de Brasília (BRB), de segunda a sexta-feira, no horário de expediente bancário. A relação das agências com endereço completo está no portal do Iprev: www.iprev.df.gov.br/recadastramento. A não realização do recadastramento com prova de vida dentro do prazo estabelecido levará à suspensão do pagamento dos benefícios.

Em 2019, todos os servidores aposentados e pensionistas do Governo do Distrito Federal terão que comprovar que estão vivos e fazer recadastramento para continuar recebendo o benefício. O registro deve ser feito no respectivo mês de aniversário dos beneficiários. A medida atinge cerca de 50 mil pessoas.

Os servidores que possuem dependentes menores de 21 anos, no momento da recadastro, deverão ter mãos os seus documentos e a dos seus menores exigidos pelo órgão.

Clique aqui para mais informações sobre a lista de documentos.

Em relação aos beneficiários impossibilitados de comparecer ao BRB por conta de problemas de saúde ou que tenham mais 90 anos, estes precisarão enviar um e-mail ao Iprev ([email protected]), no mínimo 30 dias antes do mês de aniversário, solicitando uma visita de algum servidor do órgão.

Os aposentados e pensionistas que moram fora do DF deverão encaminhar uma correspondência ao Iprev com a documentação autenticada em cartório. Os que residem no exterior deverão fazer o mesmo, junto com uma declaração de comparecimento emitida por órgão de representação diplomática ou consular do Brasil no exterior.

10/04/2019 - 17:49 Notícias SindSaúde DF

SindSaúde se reúne com BRB e busca maior carência e menores juros para endividados

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  • Imagens: Bruno Leão

BRB apresentou um cadastro online para atendimento e análise de cada caso

O SindSaúde se reuniu na terça-feira (9), com o subsecretário de Relações Institucionais do DF (Seris), Valteni Souza, e com a Diretora de Crédito e Clientes do BRB, Cristiane Bukowitz. O encontro ocorreu no anexo do Palácio do Buriti e teve por pauta a situação dos servidores públicos superendividados.

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, abriu a reunião apresentando a atual situação de boa parte dos servidores da Saúde. Segundo ela, a maior parte da categoria está adoecida e com dívidas com os bancos, situação que reflete na família, no trabalho e na saúde mental dos trabalhadores. Então, reivindicou ao BRB uma proposta de renegociação das dívidas que facilite o pagamento, com carência de 4 meses e menores juros nas parcelas.

A representante do banco afirmou que a atual gestão do BRB está trabalhando para contemplar os endividados e proporcionar melhores condições aos servidores. Cristiane explicou que o Programa de Consultoria Financeira, lançado em 11 de fevereiro deste ano, visa atender com exclusividade os clientes que possuem elevado comprometimento de renda. Ela disse ainda que o Programa possui taxas especiais e atendimento individualizado, além da possibilidade de o BRB comprar os empréstimos parcelados realizados em outras instituições financeiras.

Na primeira fase do programa estão sendo contemplados de imediato os servidores do Governo do Distrito Federal que possuem comprometimento com 50% ou mais da renda mensal em dívidas. Assim, o sindicato questionou sobre os trabalhadores que possuem menos do que esta porcentagem, mas que também sofrem dificuldades em renegociar seus débitos.

A diretora apresentou uma plataforma digital (consultoriafinanceira.brb.com.br), onde todos os servidores podem solicitar sua análise e assim facilitar o atendimento para cada caso.

Ao ser questionada sobre a carência para início do pagamento, a diretora afirmou que o programa já oferece até 59 dias para que o cliente comece a pagar. O SindSaúde pediu para que esta carência seja maior, 120 dias. O pedido vai ser analisado pelo banco.

Por fim, o subsecretário, acrescentou nas propostas apresentadas que os sindicatos são parceiros que podem ajudar a divulgar estas iniciativas do banco. “Por que não o Banco dar cursos de gestão financeira aos servidores?”, questionou Valteni Souza. Cristiane respondeu que isso já existe no banco há 10 anos, porém ainda é desconhecido.

“Ficou claro que um dos maiores problemas do BRB é a comunicação com seus clientes, que são por sua maioria os servidores públicos do DF. O banco precisa melhorar isso. Diariamente recebemos reclamações que estes programas do BRB não são claros e de difícil acesso. Após esta reunião acompanharemos os servidores que estiverem endividados e cobraremos da instituição um atendimento de qualidade e dentro do que eles mesmos estão divulgando no Programa de Consultoria Financeira”, destacou a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

O Programa de Consultoria Financeira possui a Agência situada na W3 Sul, quadra 509, Bloco B, Lojas 70/71 – Asa Sul - Brasília – DF que é referência para que o cliente possa elaborar um plano da sua situação econômica, além de obter informações especializadas sobre crédito, finanças e investimentos.

SOLICITE SUA ANÁLISE NO PROGRAMA DE CONSULTORIA FINANCEIRA DO BRB: consultoriafinanceira.brb.com.br 

10/04/2019 - 12:49 Notícias SindSaúde DF

Sindicalizados podem adquirir plano especial com 6GB de internet

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  • Imagens: Éder Oliveira

Planos estão disponíveis a partir de R$ 69,90 e com WhatsApp à vontade

O SindSaúde-DF recebeu novos aparelhos LG K9 TV para os sindicalizados que tenham interesse em adquirir planos especiais em parceria com a Claro. A promoção vale enquanto durarem os estoques.

O equipamento tem tecnologia de TV Digital e o servidor também poderá fazer fotos em alta qualidade, jogar e assistir vídeos. Tudo isso numa tela de 5 polegadas.

O benefício para os associados inclui ainda 6GB de internet, ligações ilimitadas para fixo ou móvel de qualquer operadora, local e interurbano, e WhatsApp à vontade.

Os planos têm mensalidades a partir de R$ 99,90 (com o aparelho) ou R$ 69,90 (somente a linha, sem aparelho) e só valem para sindicalizados do SindSaúde-DF que estiverem em dia com as obrigações estatutárias legais.

O pagamento do plano será por débito automático em conta corrente do Banco de Brasília (BRB).

O sindicalizado pode contratar seu plano e retirar seu aparelho ou chip na sede do SindSaúde.

 * Vigência do contrato de 24 meses. Para mais informações, consulte o site da Claro:www.claro.com.br

Atendimento de segunda à sexta-feira
Horário: 9h às 17h
SDS Ed. Venâncio lll sala 109/113 - Brasília, DF, 70393-902
Telefones: (61) 4063-9077 ou (61) 3225-6579
WhatsApp: 61 99653-6237

10/04/2019 - 12:47 Notícias SindSaúde DF

Grupo de trabalho vai elaborar diretrizes para contratos de alimentação na SES

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  • Imagens: Bruno Leão

SindSaúde noticiou diversos calotes, ao longo de 2018, de convênios com prestadores do serviço

A Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde, órgão vinculado à SES, publicou no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (10) uma ordem de serviço que cria um grupo de trabalho para elaborar um manual para os contratos de fornecimento de alimentação. O colegiado será supervisionado pela Gerência de Serviços à Nutrição e contará com cinco servidores.

Ao longo de 2018, durante o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), a reportagem do SindSaúde noticiou diversos impasses envolvendo o poder público e empresas que fornecem alimentação aos hospitais. Em dezembro do ano passado, a empresa Sanoli ameaçou interromper o serviço no Instituto Hospital de Base e no Hospital Materno Infantil caso o governo não pagasse dívidas que somavam R$ 37,4 milhões.

O grupo de trabalho terá quatro meses para concluir as novas diretrizes e deverá se reunir a cada 15 dias. Além disso, segundo a publicação, “o grupo poderá convidar outros servidores da SES e/ou especialistas com expertise no assunto em discussão para atuarem como técnicos de apoio, quando isso for pertinente e necessário”.

10/04/2019 - 11:04 Notícias SindSaúde DF

Servidor se torna alvo para o novo terrorismo no Brasil

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  • Imagens: Dico Artista

Por Marli Rodrigues

A desvalorização do servidor público cresce um pouco a cada ano. Foi-se o tempo em que ocupar cargos públicos com a nomeação deles era palavra de ordem e caía muito bem aos governantes, que valorizavam a natural ordem de dar mérito a quem mereceu o mérito.

Hoje, o que se vê, e o que sentimos na pele, é a desvalorização dessa classe trabalhadora. Especialmente na Saúde Pública do Brasil. Se não há um plano nacional de gestão na Saúde, essa conta é cobrada lá na ponta, no profissional que está atendendo. É cobrado do servidor que faz seu máximo, se dedica, e busca resolver cada demanda do paciente mesmo em estado de caos.

Se não há uma gestão preocupada em como um medicamento chegará até as remotas comunidades ribeirinhas em um estado como Amazonas, por exemplo, há nesse local um servidor da Saúde que se desdobra na tentativa de atender um paciente que clama pela vida.

E qual o saldo dessa conta?

Paciente insatisfeito, trabalhador de mãos atadas, paciente revoltado, servidor sem defesa. É um efeito dominó. Enquanto gestores pregam o ódio, dão aos seus seguidores o direito de também o fazê-lo.

A sociedade perdeu o senso. Perdeu a humanidade. O resultado é visto diariamente nos noticiários. Para cada gestor que põe em descrédito um servidor público, há um indivíduo que se sente no direito de ameaçar.

Quantas pessoas já pararam para pensar que cada servidor da saúde tem também suas limitações diárias? Seja por falta de material, por falta de condições de trabalho... Cada servidor tem suas limitações pessoais. Viver e conviver não é tão simples assim. Muitas vezes, os problemas pessoais são tão grandes que não podem ser abandonados no momento do trabalho. Servir é nossa função dentro de uma unidade de saúde. Mas ser respeitado é nosso direito. 

O terrorismo, antes tão distante da nossa realidade, se avizinha. Ele se torna realidade em postagens de redes sociais, em xingamentos dentro de unidades de saúde. O terrorismo é real. As ameaças encorajam quem não se preocupa com o próximo.

O episódio desta segunda-feira (8) é um exemplo da falta de humanidade, de amor ao próximo e exemplo de que a vida está sendo cada dia mais banalizada. Um paciente fez ameaças terroristas em rede social porque aguardava atendimento que considerou ineficiente. Estrategicamente, o mentor de um ataque desse nível ganha visibilidade, ficando mais perto do seu objetivo e ganhando adeptos para suas ideias.

Há muitas formas de mudar o cenário da saúde pública que vivemos hoje. Certamente não é essa condição que queremos vivenciar. Mas a mudança passa pela humanização e conscientização que a Saúde, assim como os outros serviços públicos, são máquinas que precisam de seres humanos para girar.

Valorização do servidor é igual a “futuro”. Ela depende do cuidado que você oferece hoje.

As gestões nacional, estadual e municipal precisam encarar que a valorização profissional dos servidores e o respeito à saúde do povo são essenciais para a continuidade de uma sociedade sadia, em todos os sentidos.

Valorização do servidor já!

09/04/2019 - 11:45 Notícias SindSaúde DF

SES publica portaria com regras para os servidores que optem pela remoção de unidades do IGESDF

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  • Imagens: Bruno Leão

Instituto é responsável pela gestão do Hospital de Base, Hospital de Santa Maria e das UPAs do Distrito Federal

A Secretaria de Saúde publicou, na manhã desta terça-feira (9), no Diário Oficial do DF, uma portaria com as regras para os servidores que queiram trabalhar em unidades de saúde fora da atuação do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IGESDF). O IGESDF é uma um serviço social autônomo responsável pela gestão do Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria (HRS) e das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O Instituto foi aprovado pela Câmara Legislativa no final de janeiro.

O servidor terá que indicar três unidades diferentes, podendo escolher pelas superintendências regionais de Saúde, Unidades de Referência Distrital (URDs), subsecretarias de Saúde ou outras unidades da administração central, com exceção do SAMU.

Segundo a publicação, o trabalhador que opte por ser removido de alguma dessas unidades deve comunicar a intenção em até 30 dias, com exceção daqueles que estiverem de licença, afastados ou de férias. Essas pessoas deverão considerar o prazo a partir do retorno aos seus postos de trabalho.

A manifestação deve ser feita no site www.sigs.saude.df.gov.br, em computador instalado em rede SES-DF, com os mesmos dados de acesso ao sistema Windows. Quem estiver afastado, de licença ou de férias deverá efetuar a manifestação por meio de um processo no Sistema Eletrônico de Informações (SEI).
Segundo a portaria, as novas lotações serão efetuadas gradativamente em até 150 dias após a assinatura do contrato de gestão entre a Secretaria de Saúde e o IGESDF.

De acordo com a portaria, caso existam mais servidores interessados na lotação do que as vagas disponíveis no local escolhido, terão prioridade aqueles que possuírem o maior tempo de exercício na SES; tempo em exercício na unidade de lotação; idade igual ou superior a 60 anos na data da publicação da portaria e que tiverem maior idade na data da portaria.

Direitos e deveres
A portaria publicada hoje também estabeleceu regras para os trabalhadores que atuarão junto ao IGESDF. Segundo a publicação, esses trabalhadores manterão a sua remuneração e o tempo de contagem de serviço. Além disso, os servidores ficarão subordinados à hierarquia, aos protocolos clínicos e profissionais e ao código de ética do instituto.

Leia abaixo portaria completa da Secretaria de Saúde:

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08/04/2019 - 12:47 Notícias SindSaúde DF

SindSaúde promove assembleia no Gama para discutir perseguição a servidores

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  • Imagens: Peter Neylon

Sindicato realiza encontro após receber denúncias de diversos casos de perseguição e assédio

Em meio a diversas denúncias de servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, que relatam que seus chefes os perseguem e os assediam, o SindSaúde DF realiza, na próxima quinta-feira (11), às 9h, a primeira assembleia sobre o tema. O encontro será com os servidores do Gama, no Hospital Regional da cidade. Os casos de perseguição, segundo funcionários da SES, são feitos por gestores nomeados no desgoverno de Rodrigo Rollemberg (PSB) e que ainda continuam nos cargos.

Na última semana, a presidente da entidade, Marli Rodrigues, denunciou a gerente de Serviços de Atenção Primária do Centro de Saúde nº 3 do Gama, Karoline Edielic Santos Araújo, após ouvir relatos de trabalhadores que sentiam perseguidos. Um dia após a denúncia, a gestora pediu exoneração do cargo.

Desde então, o sindicato recebe inúmeras queixas com casos semelhantes por meio das redes sociais. “Tem que limpar a estrutura. Só tem Rollemberg no comando dos centros de Saúde! (sic)”, afirma um servidor. “Ainda tem muitas chefias da era Rollemberg, tem que fazer uma varredura geral”, alega outro trabalhador.

Os diretores do sindicato visitam as regionais para entender as demandas de cada região e avaliar o agendamento de assembleias para tratar do assunto. “O SindSaúde não descansará enquanto todos os chefes que são perseguidores e foram nomeados pelo antigo desgoverno estiverem nos cargos. O Rollemberg teve uma derrota esmagadora nas urnas, não há necessidade da manutenção dos trabalhadores nomeados por ele”, diz a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.

ASSEMBLEIA CHEGA DE PERSEGUIÇÃO NO GAMA!
CHEFIA INCOMPETENTE NUNCA MAIS!
Quinta-feira (11), às 9h
Corredor da Democracia (ambulatório do Hospital Regional do Gama)

05/04/2019 - 11:15 Notícias SindSaúde DF

Jurídico vence ações referentes a GATA e exercício findo para seis servidores

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  • Imagens: Bruno Leão

O Departamento Jurídico do SindSaúde continua com um trabalho de sucesso em defesa dos servidores da Saúde do DF. Esta semana, diversas sentenças foram favoráveis para servidores que recorreram ao auxílio jurídico. Entre os processos estão decisões positivas ao pagamento da GATA (Gratificação de Atividades Técnico-Administrativa) e 5 pagamentos de valores referentes a exercício findo. Os processos somam cerca de R$ 69 mil. Teve ainda um resultado vitorioso para o pagamento de diferença de proventos.

Na 1ª Vara da Fazenda Pública do DF, o juiz condenou o Governo do Distrito Federal ao pagamento das diferenças remuneratórias da GATA ao sindicalizado. Os valores serão calculados e corrigidos monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial– IPCA-E.

O DF também foi condenado a pagar verbas em exercício findo no valor de R$ 1.9 mil a uma servidora. O processo foi julgado pelo 2º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF.

Em outro caso, o 1º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF julgou procedente que o sindicalizado receba mais de R$ 29 mil do GDF a título de diferença de licença-prêmio convertida em pecúnia.

Com mais uma vitória, uma servidora teve a ação julgada procedente condenando o DF a pagar R$ 810,00 por diferenças de proventos, reconhecidas administrativamente, a decisão foi do 3º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF.

Outro servidor obteve êxito para receber verbas em exercício findo, desta vez, o 2º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF sentenciou o DF a pagar R$ 16 mil ao autor. O mesmo órgão decidiu que servidora receberá R$ 21 mil, correspondente ao montante reconhecido administrativamente.

Em todos os casos os valores deverão ser corrigidos pelo IPCA-E.

Por fim, sentença procedente condenou o DF a pagar a quantia de R$ 1.9 mil referente a diferença de proventos a servidor.

Atendimento do Departamento Jurídico para sindicalizados:
De segunda à sexta-feira
Horário: 9h às 17h
SDS Ed. Venâncio lll sala 109/113 - Brasília, DF, 70393-902
Telefones: (61) 4063-9077 ou (61) 3225-6579
WhatsApp Jurídico (informações de ações coletivas, agendamentos e dúvidas procedimentais): (61) 99314-3952
JURÍDICO SINDSAÚDE

05/04/2019 - 10:21 Notícias SindSaúde DF

Auxílio-alimentação: servidores devem ser tratados com isonomia

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Benefício na CLDF é o triplo do pago aos servidores do GDF, que recebem R$ 394,50

O reajuste do auxílio-alimentação pago aos servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal é uma pauta antiga do SindSaúde-DF. Os servidores do GDF são os que têm o menor auxílio, são R$ 394,50 por mês para alimentação. Enquanto isso, por conta da falta de isonomia entre os poderes, a Câmara Legislativa aumentou o vale-refeição dos trabalhadores da Casa na última terça-feira (2), de R$ 1.269,84 para R$ 1.313,39 – reajuste de 3,43%.

E os benefícios pagos a servidores da Saúde seguem congelados há anos. Com o auxílio mensal de R$ 394,50, em um mês com 30 dias, os trabalhadores terão apenas R$ 13,50 por dia para fazer as suas refeições.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), realizada em 2018, o preço médio de um prato de comida no DF é de R$ 34,78.

Discrepância
Segundo matéria do Portal Metrópoles, os funcionários do governo local são os que recebem o menor valor do benefício. Os trabalhadores do Tribunal de Contas do DF (TCDF) e da Caesb ganham, respectivamente, R$ 1.310 e R$ 1.120. (Veja o gráfico abaixo).

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A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, acredita que o reajuste do benefício precisa ser feito urgentemente. “Hoje, cada servidor da Saúde recebe menos de R$ 400 de auxílio-alimentação. Está defasado. O GDF precisa recompor esse auxílio e, minimamente, precisa tratar com isonomia todos os poderes. É injusto que uns tenham mais e outros menos quando se trata de alimentação. Corrigir isso é um mais um passo para valorização do servidor”.

04/04/2019 - 14:47 Notícias SindSaúde DF

Sindicalizados podem aderir ao SaúdeCard por apenas R$ 39,90 por mês

Subsídio oferecido pelo SindSaúde garante desconto de 56% em plano especial

Faça sua adesão ao SaúdeCard por apenas R$ 39,90 por mês, com direito a consultas médicas gratuitas em várias especialidades. A adesão ao SaúdeCard custa R$ 89,90, mas o SindSaúde vai subsidiar R$ 50,00 para seus sindicalizados.

Os sindicalizados também podem cadastrar seus dependentes para ter a assistência pelo mesmo valor mensal. Não há carências para consultas após aprovação dos cadastros e o sindicalizado ainda terá de 10% a 70% de desconto em exames de imagens e análises laboratoriais. Para garantir o subsídio, a contratação precisa ser feita até 4 de julho.

Outra vantagem oferecida pela SindSaúde é o plano odontológico PRODENT. Na opção MASTER, o sindicalizado que aderir a esse plano investirá apenas R$ 35,00 mensais.

A assistência oferece ainda o plano DIAMOND. Por uma parcela de R$ 139,90 o sindicalizado terá estendida a cobertura para colocação de aparelho ortodôntico, manutenção e prótese.

A assistência de saúde conta com diversas clínicas credenciadas em todas as regiões do Distrito Federal, facilitando o acesso dos pacientes. Todos os filiados ao SindSaúde podem aderir ao SaúdeCard.

Para adesões, o servidor deve procurar o atendimento na sede do SindSaúde-DF. Para mais informações, ligue para 4063-9077 ou WhatsApp: (61) 99653-6237

Confira abaixo as especialidades para atendimento incluídas no SaúdeCard:

- ANGIOLOGIA
- CARDIOLOGIA
- CLÍNICA MÉDICA
- DERMATOLOGIA
- ENDOCRINOLOGIA
- GASTROENTEROLOGIA
- GINECOLOGIA
- NEUROLOGIA
- NUTRIÇÃO
- OTORRINOLARINGOLOGIA
- ORTOPEDIA
- PEDIATRIA
- UROLOGIA

04/04/2019 - 12:56 Notícias SindSaúde DF

Desgoverno de Rollemberg utilizou apenas 22,5% dos recursos para o combate à dengue

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Apenas em 2019 já foram registradas sete mortes por conta da doença

Responsável pela tarefa de detectar e propor ações de combate a doenças, entre elas a dengue, a Vigilância Epidemiológica do Distrito Federal teve os recursos reduzidos em oito anos. No período em que Rodrigo Rollemberg (PSB) esteve à frente do Palácio do Buriti, entre 2015 e 2018, foram utilizados apenas 22,5% da dotação autorizada para investimentos no órgão. Em seu governo, Rollemberg possuía cerca de R$ 76 milhões previstos para investimentos na Vigilância Epidemiológica, mas empenhou somente R$ 17,2 milhões.

Em comparação, no ano de 2014, o investimento em vigilância epidemiológica foi de R$ 29 milhões e em 2018 caiu para R$ 2,3 milhões no ano. 

Essas informações, passadas pelo Sistema Integral de Gestão Governamental (Siggo), aparecem num momento de crise, em que o DF registrou 7 mortes por dengue apenas neste ano.

Segundo o boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Saúde no início desta semana, o DF possui 5.759 notificações da enfermidade em 2019, sendo 4.971 considerados casos prováveis. Segundo o Ministério da Saúde, até o dia 16 de março deste ano, a unidade federativa registrou aumento de 528% nos casos da doença, em comparação com o mesmo período de 2018.

Apoio
Após a divulgação da sétimo morte em decorrência da dengue, o governador Ibaneis Rocha (MDB) solicitou ajuda do Exército para o combate da doença. Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, a epidemia de dengue neste ano se deve também a falta de investimentos para o combate da doença durante a era Rollemberg. “No caso da dengue, a população também tem responsabilidade, mas quando um governo não coloca em prática os recursos destinados à prevenção, esse reflexo vai aparecer sim nos meses posteriores. E é lamentável que tenha mais essa sequela do desgoverno de Rollemberg”, diz Marli