Marli Rodrigues

26/03/2020 - 13:12 Notícias Marli Rodrigues

O SUS é maior!

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Muitos brasileiros esperavam a voz do chefe da nação e aguardavam que as palavras do presidente viessem, em primeiro lugar, na defesa da vida do povo brasileiro. Esperávamos que a voz tivesse o tamanho gigante do Brasil. Que a voz do presidente pudesse unificar todos os cantos do País no combate a um vírus mortal, que oferece graves riscos para o povo brasileiro. A voz do presidente teria que representar o sorriso das crianças, a força do trabalhador, o respeito aos idosos e o carinho às mulheres.

Como em um desastre, fomos obrigados a ouvir um discurso cheio de ódio e vingança, desrespeitoso com as entidades epidemiológicas e científicas e com a nossa imprensa, que é livre e democrática. Veículos de comunicação que são referenciais de informação para a população.

Foi abusivo com os órgãos de controle e confundiu o público com o privado. Tratou o País e seu povo como feitores tratavam os subalternos. Banalizou a vida expressando um cuidado com a economia como se o aquecimento da economia fosse possível sem a força e saúde do trabalhador.

Foi um discurso raso, despreparado, medíocre e desrespeitoso. Foram os piores 5 minutos dos últimos anos. Os brasileiros esperavam que a voz fosse de um verdadeiro chefe da nação que representasse o anseio do povo.

Se fôssemos medir o alcance da visão do presidente íamos nos deparar com um muro feito de ódio, preconceito e barreiras intransponíveis, justamente por não conseguir ser um elo entre todas as vertentes, ocupando de fato o mais alto posto do País.

Com o curto alcance de visão do presidente, ele não consegue enxergar minimamente a falta de EPIs (Equipamento de Proteção Individual) nos hospitais do Brasil inteiro, quiçá entender o que é um COLAPSO na rede pública, previsto por toda as autoridades competentes e respeitadas do Brasil e do mundo.

Se não entende o valor da vida de um idoso, da criança, do jovem e da mulher, não vai entender a necessidade de um respirador, INDISPENSÁVEL para pacientes contaminados com coronavírus.

Na sua fala, ele insuflou erroneamente a população a voltar para as ruas. Foi como um comandante mandando o soldado para a trincheira de uma guerra onde a morte é certeira. Quando atacou os governadores, agrediu o processo DEMOCRÁTICO. Sempre é tempo de voltar atrás. Ou o presidente muda o discurso e cumpre o seu papel de chefe de Estado e protege o povo brasileiro, ou será atropelado pela força da população bem informada.

O povo entendeu que o coronavírus é um inimigo letal e que é preciso combatê-lo com os protocolos vigentes para evitar o COLAPSO na rede pública, o que seria uma vergonha para o chefe da nação. Será a primeira vez que um presidente não está lado a lado com o povo e que tem uma visão rasa e limitada.

Nesse momento de crise na saúde pública, não podemos deixar de enaltecer o brilhante trabalho do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que se destaca de muitos outros no seu conhecimento, preparo e valorização da vida. E, claro, enfatizar que os servidores da Saúde são os verdadeiros heróis nessa história. Cumprem seu papel com dedicação, amor e muito profissionalismo.

Graças a Deus, nossa Constituição Federal nos garante o Sistema Único de Saúde e ele nos garante profissionais altamente qualificados, sanitaristas renomados. Sorte a nossa que temos cientistas que também defendem o SUS e podem orientar o povo.

Os brasileiros se tranquilizam ao saber que tem profissionais muito empenhados em lutar pela saúde do povo e evitar a tragédia de saúde pública que ocorre hoje na Itália e Espanha. Temos a voz da Saúde. Ainda bem. Se dependêssemos da voz do chefe do Executivo Nacional, estaríamos fadados ao pior cenário de saúde pública do mundo.

Para grandes crises, os governantes precisam de grandeza nas decisões. Agora, quando é uma gripezinha ou um resfriadozinho, aí pode ser um liderzinho ou um presidentezinho.

Marli Rodrigues
Presidente do SindSaúde-DF

21/03/2020 - 20:11 Notícias Marli Rodrigues

Calma! Tudo isso vai passar

Presidente Marli Rodrigues destaca os desafios do Covid-19 para o SUS e o importante papel dos servidores

 

Calma! Tudo isso vai passar

Quando a rede privada bate a porta na cara do paciente é na rede pública que ele é recebido de braços abertos. É o SUS que o abraça. O Brasil enfrenta hoje uma pandemia. Um nome que não era comum e hoje é citado por todos. Mas é preciso ter calma.

Sim. É preciso ter calma e a certeza de que tudo isso vai passar. As pandemias já ocorreram outras vezes no mundo e, infelizmente, desta vez chegou ao Brasil.

Hoje, a saúde de todos nós brasileiros DEPENDE DA NOSSA CONSCIÊNCIA E DA FORÇA E DA DETERMINAÇÃO, INDISCUTÍVEL, DOS SERVIDORES DA SAÚDE em todo o Brasil. Os profissionais de saúde estão no front e mostram que estão sempre prontos para enfrentar os desafios.

Desta vez, o desafio é grande e chegou como um desconhecido. O Covid-19 pegou o mundo de surpresa, mas o nosso Sistema Único de Saúde tem mostrado sua força. No Brasil, nós temos o SUS, um sistema com profissionais capacitados, habilitados, apaixonados e extremamente comprometidos com a saúde pública.

Diante de todas as adversidades, os servidores não medem esforços. Quando a ordem no Brasil é FICAR EM CASA PARA SE PROTEGER, aos servidores a ordem é ESTAR FRENTE A FRENTE COM O PERIGO, ARRISCAR A PRÓPRIA VIDA para combater a doença.

Na cidade grande ou em áreas de difícil acesso, nos remotos cantos do nosso Brasil, a força SUS, o servidor, está lá. Ele fica cara a cara com o perigo e enfrenta com muita coragem. Com a tranquilidade de quem sabe porque está ali e sabe que está preparado para esse desafio. Por isso, peço mais uma vez: Calma! Tudo isso vai passar.

Não precisamos de desespero coletivo. Nesse momento, faço um apelo a todos aqueles que são influenciadores para que postem mensagens de incentivo, de carinho e fé. Todos unidos em uma corrente positiva pensando no dia em que poderemos sair de casa para retomarmos nossa rotina e alegrarmos as ruas do nosso País. Unidos em um esforço coletivo “pro dia nascer feliz”.

As medidas duras e austeras foram, a princípio, criticadas por algumas autoridades. Logo, as mesmas viram que se tratavam de ações de quem teve uma visão de futuro e coragem de enfrentar o inimigo mortal.

O governador do DF, Ibaneis Rocha, não se abateu com críticas e chamou a responsabilidade ao colocar a defesa da saúde do povo em primeiro lugar. Naquele momento, o governador teve a certeza da qualificação dos servidores e sabia que podia confiar no compromisso dos profissionais da Saúde.

No Distrito Federal, assistimos orgulhosos o trabalho dos servidores da Saúde. Uma união de força e esperança em prol do grande combate e da vitória que, certamente, chegará.

E mais do que isso. Após todo o esforço coletivo, Brasília sairá dessa crise maior, mais madura e como exemplo para todo o Brasil. E todos que estão envolvidos nesse trabalho coletivo merecem nossos aplausos todos os dias.

A população também está unida em torno de um bem comum. E o povo brasileiro, se não entendia, agora entende o que é o SUS e, certamente, o defenderá mais ainda. Nós, servidores, somos o SUS.

Por isso, valorize o SUS. Valorize nossos servidores. Eles precisam de respeito e de condições adequadas de trabalho.

Passado esse momento de pandemia, o Ministério da Saúde precisa pensar na criação de protocolos para preparar o povo brasileiros para enfrentar outras crises. Elas, infelizmente, vão ocorrer e precisamos estar prontos para isso.

Aos servidores, incansáveis, faço meu agradecimento público: muito obrigada por tanta dedicação.

Aos brasileiros, peço calma. Vamos ter certeza e confiança que tudo isso vai passar.

 

Marli Rodrigues
Presidente do SindSaúde-DF

 

 

 

08/03/2020 - 09:00 Notícias Marli Rodrigues

"É preciso muito mais"

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Precisamos de mais respeito. Mais valorização. Mais dignidade no trabalho.

Neste 8 de março, celebramos as conquistas das mulheres ao longo dos anos. Foi preciso uma data para lembrar a todos que vivemos em busca de nossos direitos. Uma data para cobrar mais ou comemorar os avanços. Mas é preciso muito mais.

O ano de 2019 terminou com uma péssima estatística: os feminicídios no Distrito Federal tiveram um aumento de 62%. Foram 34 mulheres mortas em todo o ano em crimes de feminicídio.

Em 2020, em dois meses, já temos 5 registros. É uma realidade cruel para uma mãe, uma filha, uma irmã, uma mulher.

Somos maioria em inúmeros ambientes. Mas esse número não significa que estamos onde merecemos.

Atualmente, a Secretaria de Saúde do DF tem 24.470 servidoras ativas e 10.362 servidores homens ativos.

A Saúde é um espaço que realmente precisa muito desse olhar feminino. Mas as mulheres ainda são muito desvalorizadas nessa área também.

São desafiadas dia a noite a provar sua competência, algumas vezes apenas para a disputa de cargo com um homem. São assediadas e sofrem preconceito nos corredores das unidades de saúde.

Ser mulher não é tarefa fácil. Quando os próprios líderes políticos desrespeitam as mulheres que ajudaram a elegê-los, fica muito mais difícil a escalada feminina em busca da igualdade e respeito.
Mas, nós jamais vamos desistir.


Parabéns a todas as mulheres que não desistem todos os dias!

02/08/2019 - 17:14 Notícias Marli Rodrigues

Cuidar de quem cuida

Informação adicional
  • Imagens: Bruno Leão

Cada vez mais o tema da depressão, ansiedade e outros transtornos mentais estão na mídia e no dia a dia das pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo, cerca de 9,3% da população. Os números são altos e preocupantes. No Distrito Federal, só na Secretaria de Saúde, em 2018, 15.316 servidores apresentaram licença por motivos de doença mental e comportamental.

Em todo o mundo, mais de 260 milhões de pessoas enfrentram problemas relacionados à saúde mental. De acordo com a Vittude, plataforma on-line voltada para a saúde mental, 37% dos brasileiros estão com stress extremamente severo.

Na SES, as mulheres são a maioria dos afastamentos (80,5%). Especialistas apontam que o ambiente de trabalho é um dos locais que mais exercem forte pressão nas pessoas.

Este cenário demonstra a importância de trabalharmos no acolhimento, estudo e tratamento dos servidores adoecidos. Cuidar de quem cuida, se preocupar com quem se preocupa. Foi dessa necessidade que surgiu o projeto do SindSaúde-DF - O espaço NovaMente. Com um conceito inédito de acolhimento interdisciplinar com profissionais da psicologia, terapia ocupacional, fisioterapia, educação física e serviço social.

O trabalhador dava sinais de que já não conseguia mais sozinho e precisava de ajuda, então o SindSaúde colocou em prática este sonho e estendeu as mãos aos servidores do DF.

É preciso que os governos, Federal, Estadual e Municipais, façam sua parte. O servidor é o braço do Estado. Um servidor saudável e feliz, trará muito mais resultados em sua rotina diária. Cuidar de quem cuida é essencial. Os servidores precisam receber esse olhar atento.

 

Marli Rodrigues
Presidente do SindSaúde-DF

08/03/2019 - 10:46 Notícias Marli Rodrigues

Uma luta ainda mais difícil para elas

Engana-se quem pensa que nós mulheres somos apenas coadjuvantes nas conquistas trabalhistas de todo o mundo. Hoje, comemoramos o Dia Internacional da Mulher, data em que ganhamos flores, chocolates e mensagens das pessoas mais próximas. Mas não podemos esquecer o papel que as trabalhadoras desempenham. Aqui, na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, a luta por melhores condições de trabalho está longe de terminar.

A quantidade de mulheres entre os servidores ativos da SES impressiona. Ao todo, elas representam 70% do quantitativo total de trabalhadores da Saúde. Entre o diferencial das servidoras está o atendimento de mulheres vítimas de violência doméstica ou sexual. No momento em que as pacientes precisam de mais compreensão, estendemos a nossa mão amiga não só para prestar um atendimento de qualidade, mas para entender a dor de cada vítima.

O Dia Internacional da Mulher começou a ser celebrado em 1975, após oficialização da Organização das Nações Unidas. Poucas pessoas sabem, mas é a classe trabalhadora das mulheres o cerne dessa data quando, em 8 de março de 1917, um grupo de operárias soviéticas foi às ruas para se manifestar contra a fome e a Primeira Guerra Mundial.

Num momento em que as instituições democráticas estão sendo ameaçadas, as mulheres têm pela frente uma luta ainda mais difícil em busca de um mundo menos desigual. De mãos dadas, ainda alcançaremos inúmeras conquistas.

Feliz todos os dias para nós, guerreiras incansáveis.

 

Marli Rodrigues
Presidente do SindSaúde-DF

19/01/2019 - 20:11 Notícias Marli Rodrigues

PROJETO DA EXTINÇÃO - GUERRA SE GANHA COM ESTRATÉGIA

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Por Marli Rodrigues

Sun Tzu, grande General Chinês (496 a.C),  ensina em "A arte da guerra" que "(...) tática sem estratégia é o ruído que antecede a derrota!"

Esse ensinamento deve servir de inspiração ao momento atual que vivemos com o temor "provocado" pelo projeto conhecido como "PL da extinção".

Passado o frenesi causado pela surpresa que assolou a todos, começaram a surgir questionamentos e movimentações dos grupos. Todos se opõem ao projeto e cada um usa uma tática diferente para convencer a categoria de que está fazendo mais.

O SindSaúde tem um histórico de luta conhecido por todos! Não precisamos aderir a nenhum movimento de ocasião, porque nunca deixamos a fronteira. Todas as vitórias da categoria foram  defendidas e conquistadas por nós e inspiraram outras carreiras. Todos os grandes embates foram capitaneados por nós! Todos se lembram que foi o SindSaúde que negociou e conseguiu o abono de ponto na greve de 2015 para TODAS as categorias!  TODAS!!

Lutamos de forma incansável para que o projeto do Instituto Hospital de Base não fosse aprovado. Convocamos os colegas para ajudar na resistência e convencimento dos parlamentares. Tínhamos consciência que era um caminho sem volta. Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) permitindo a terceirização até na atividade-fim (projeto de Lei nº 6787), caiu a última barreira para que esse processo avançasse.

Agora, estamos frente à mais uma batalha. O projeto apresentado traz uma redação hostil para os trabalhadores quando usa a palavra ácida “EXTINÇÃO” e não explica, no corpo do texto, o que seria extinto. Deixa sentido dúbio e cada um usou e interpretou da forma que bem quis. Cabe ao SindSaúde articular a proteção das carreiras de assistência pública da Saúde. Vamos blindar os nossos direitos suprimindo de imediato o dispositivo (art. 11) do PL  que fala em extinguir e propor a lotação negociada! Qualquer trabalhador insatisfeito é improdutivo. O governo está apenas começando, temos LOCAL DE FALA e iremos esgotar todas as possibilidades de negociação. A valorização do servidor é premissa básica para resgatar a nossa Saúde  Pública.

A situação tensionou em função da forma como o mesmo foi apresentado à categoria de Saúde. Passado o susto inicial, começamos as tratativas para impedir que os nossos direitos sejam violados. Porém, esse projeto não irá nos desviar de nosso foco que é o pagamento de nossa incorporação da GATA, da diferença da Isonomia, a última parcela do reajuste dos especialistas e a nossa RECOMPOSIÇÃO SALARIAL, além da revisão de todo o plano de carreira.

Não somos calouros nesse processo político e sabemos que essa celeuma toda pode ser uma cortina de fumaça para nos desviar de nosso objetivo principal.

Não seremos massa de manobra e nem permitiremos que políticos capitalizem a nossa angústia e se promovam com a nossa situação. Quem quiser fazer guerrilhas e embates ideológicos que o façam. Que fiquem presos a táticas de autopromoção! Esse é o ruído que antecede a derrota.

Nós temos a estratégia para alcançar os resultados que precisamos! E vamos usar. Estivemos durante vários anos no front, na linha de frente, e muitos na sombra, esperando o nosso sangue ser derramado.

Fizemos um embate hercúleo e solitário para combater os desmandos de Rollemberg.  Muita gente se juntou, encenou união e nos jogou sozinhos na arena. Aprendemos a lição!

Não faremos luta fraticida e kamikase para promover ninguém que quer tirar proveito político do momento. Em vez de ficarmos chorando o leite derramado de uma lei que já foi aprovada com a presença mínima de servidores, em 2016, e abriu brecha para outro modelo de gestão, é a hora de nos articular e proteger as carreiras, fortalecendo-as e modernizando-as.

Se atentem à realidade global. Continuaremos a ser servidores públicos. E para não sermos extintos, precisamos nos reinventar. Estamos desenvolvendo soluções!

Algumas batalhas podem até ser ganhas com táticas no front, mas a GUERRA se ganha com ESTRATÉGIA bem articulada!

SINDSAÚDE SEMPRE NA LUTA!

07/01/2019 - 16:56 Notícias Marli Rodrigues

Recomposição salarial e dignidade no trabalho são foco do SindSaúde junto ao novo governo

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

O sindicato como entidade representativa dos servidores da Saúde do DF aponta seu foco de atuação neste início de gestão.

Depois de mais de 8 anos de perseguições, abandono e sequestro dos direitos dos trabalhadores com a sonegação sistemática do cumprimento de leis que garantiam a incorporação total da GATA, o pagamento da diferença da isonomia, a última parcela do reajuste e o pagamento das pecúnias, é tempo de buscar a realização dessas garantias.

Mais que assegurar o que é devido desde 2015 é imperioso buscar a recomposição dos salários, a reestruturação das carreiras, buscando a sua modernização e valorização.

Não há ambiente para outras ideologias que não seja a de garantir dignidade e valorização para os trabalhadores. É preciso não distrair-se com discussões inócuas e que não produzirão nenhum resultado prático para suprir as necessidades dos servidores.

Foco e inteligência emocional, além de boa articulação para fazer fluir as negociações com o governo. Esse é o estandarte do SindSaúde-DF: saúde pública com qualidade e servidores bem remunerados! Afinal, a recuperação da rede pública passa pelo reconhecimento dos profissionais.

Neste momento é preciso atenção e serenidade! Vamos reivindicar nosso protagonismo nesse projeto! A luta é pela valorização dos servidores! Esse é o nosso objetivo principal!

Não temos tempo para desviar a atenção do real objetivo no momento, afinal são anos no molho da incerteza. Comendo o pão da angústia e a água da aflição.

Marli Rodrigues

07/01/2019 - 10:18 Notícias Marli Rodrigues

2019 - O ANO DA REDENÇÃO E DA RECONSTRUÇÃO!

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Novos ares sopram na Capital do país. Ventos de prosperidade e reconstrução apontam para um futuro promissor.Um filho de Brasília assumiu o comando dessa cidade maravilhosa. O governador Ibaneis deflagrou o período de grandes mudanças, de projetos arrojados, com os olhos voltados para a nossa população tão maltratada e descrente da classe política.

Tudo caminha para que voltemos a ser a capital da esperança. O sonho que Dom Bosco profetizou se concretizará. Aqui, entre os paralelos 15° e 20°,  será reerguida uma cidade rica, abundante e próspera!

É com essa expectativa que a sociedade e os servidores públicos acolhem o novo governo. O titular da saúde, escolhido a dedo pelo governador, tem mostrado sensibilidade e vontade para desenvolver projetos que coloquem a pasta num lugar de excelência. Nossa expectativa é positiva. Boa parte de sua equipe , formada por pessoas jovens, tem tudo para dar uma oxigenada na gestão e trazer ideias inovadoras e tão ousadas, como as metas estipuladas pelo comandante do Buriti.

No entanto, é preciso cautela em algumas setores da saúde onde antigos gestores, sabidamente incompetentes e assediadorea, insistem em permanecer.Não defendemos uma "caça às bruxas". Porém, é preciso firmeza para evitar a permanência de sabotadores ligados à gestão passada. Pessoas que já tiveram a sua oportunidade de fazer um trabalho eficiente e fracassaram em sua incompetência. 

Temos absoluta confiança no "timing" do governador eleito e que essas situações não serão aceitas. Um homem que foi eleito graças à sua ousadia, inteligência e resiliência não há de permitir essa continuidade contaminada e reprovada nas urnas. O novo chefe do executivo local é um visionário. Acreditou em um projeto vitorioso, mas que num primeiro momento foi visto com desconfiança e relutância por parte da classe política que hoje engrossam as fileiras dos bajuladores e pseudo-apoiadores. 

A postura de Ibaneis em se comprometer com a saúde e com a valorização dos servidores foi fundamental para que possamos ser parceiros e lutar por nossa dignidade e a manutenção de nossos direitos, além de novas conquistas. E assim, a saude e seus servidores caminharam ao lado de Ibaneis.Quando tinha menos de 2% nas intenções de voto! Não bastava tirar Rollemberg, era preciso eleger um novo governo, que pudesse ser o arquiteto dessa grande obra que é a reconstrução de nossa cidade. E na saúde, termos a oportunidade de ser os protagonistas desse projeto. 

Muitos desafios nos aguardam. Queremos contribuir com esse sonho de uma Brasília melhor para todos. Onde os pacientes tenham atendimento, remédios, exames e sejam tratados com humanidade e dignidade. A satisfação do usuário do sistema público de saúde é a coroação de nosso trabalho. Sofremos com a dor do outro e o abandono dos pacientes. Adoecemos com a precariedade do sistema. Precisamos quebrar os paradigmas negativos que pairam sobre a saude pública e seus agentes. Somos servidores do públicos! Somos artífices dessa reconstrução do SUS no Distrito Federal! Que o novo governo mostre a sua grandeza e valorize os seus parceiros nessa empreitada! 

Afinal, na vida, uma estrada só é caminho quando é mão dupla. Caso contrário, é abismo na certa!
Vamos caminhar juntos para tornarmos a prestar um serviço de excelência! Diálogo, Respeito e Reconhecimento são os caminhos para uma parceria duradoura e feliz


Um feliz 2019 para todos!

Marli Rodrigues 

20/12/2018 - 14:47 Notícias Marli Rodrigues

O QUE ESPERAR DO NOVO GOVERNO EM 2019

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Por Marli Rodrigues

O ano de 2018 está findando. Estamos prestes a saudar a chegada de um novo ano. Como sempre, o receberemos de braços abertos, rogando saúde, paz, esperança e prosperidade...

Encerrar 2018 significa mais que simplesmente a virada do ano. É o fechamento de um ciclo doloroso, que marcou nossas vidas, enquanto cidadãos e servidores, de forma muito negativa.

Enfrentamos tormentos e aflições inimagináveis. A cada dia, uma nova tortura imposta pelo algoz-mor, Rollemberg, e seu verdugo predileto, Humberto Fonseca.

Foram dias difíceis para toda a população de Brasília, mas, para a classe de servidores públicos ele reservou quinhões de maldade extras.

Mandou bater em professores e deixou alunos com fome; sucateou a polícia e fechou delegacias; destruiu a saúde pública. Esses são alguns exemplos superficiais desses dias de tormento.

O ano de 2019 nos traz a esperança de dias de glória!

Temos a consciência de que não haverá milagres. Tampouco os procuraremos. Nossa busca ativa será primeiramente pela retomada do diálogo e pela construção dos caminhos que possibilitem o cumprimento dos acordos feitos.

Respeito é o item número 1 de nossas pautas!

Esperamos gestões sem privilégios, onde categoria A é mais valorizada que as demais. Já vimos isso num passado não muito distante, onde um dos secretários mais influentes do governo pinçou a sua categoria dentre as demais e criou um plano de carreira dos sonhos! Parabéns para esses colegas. Mas, e os outros? São inferiores? De 2ª classe? São menos importantes?

Essas ações personalíssimas criam ilhas de excelência entre os servidores, acentuando a insatisfação e desmotivando mais ainda os trabalhadores.

Os servidores exigem respeito e tratamento isonômico. Temos a esperança que essa premissa será resgatada na nova gestão.

O SindSaúde é uma entidade representativa dos servidores e tutora do SUS. Nossa história de 39 anos foi forjada na luta. Tivemos embates duros e duradouros. Todas as nossas conquistas são resultado das bandeiras defendidas pela entidade. Muitas vezes saímos machucados, porém, sempre vivos e prontos para recomeçar!

Agora novos tempos se avizinham... Todos queremos dias de paz e promissores! Desejamos tempos de diálogo, de construção... De reconstrução... Da realização do que foi idealizado!

Temos muitos projetos para contribuir com o resgate da autoestima dos servidores e da excelência do serviço.  Entendemos que a satisfação do usuário é a chave para a nossa valorização.

Esperamos que a equipe da Saúde seja formada por pessoas comprometidas com a ética e o trabalho. Que tenham conhecimento de nossa realidade, do nosso cotidiano. Que saiba dialogar usando a nossa linguagem. Que não se transforme num “Olimpo” com pessoas intocáveis. Somos gente e queremos ser tratados como tais.

Estamos prontos, como entidade e servidores, para darmos a nossa contribuição e elevarmos a  Saúde ao patamar de excelência que a sociedade necessita. O que precisamos como contrapartida é RESPEITO, DIÁLOGO e o cumprimento do que foi prometido.

Que venha 2019! E que possamos virar a página de tantas lutas que se arrastam há vários anos, como o pagamento da GATA, da isonomia, a 3ª parcela do reajuste a algumas categorias, a revisão do TPD, o pagamento das pecúnias, insalubridade, regulamentação da aposentadoria especial, dentre outros.

Esperamos um ano de prosperidade! Adeus, 2018! Feliz ano novo!

20/11/2018 - 16:45 Notícias Marli Rodrigues

Quem vai virar essa chave?

Informação adicional
  • Imagens: Dico Artista

A Saúde no DF tem se deteriorado por anos. Nesse último mandato, ela foi literalmente abandonada. Esta pasta é, com certeza, um dos maiores desafios do novo governador.

A população vive a angustia da falta de equipamentos, medicamentos e atendimento. Estamos falando da dor das pessoas. Ninguém procura um hospital sem ter motivos. Sofrem o doente, seus familiares e sofre também o profissional da Saúde que se vê sem motivação e recursos para suprir as necessidades da comunidade que o procura.

Nunca foi fácil gerir a Secretaria de Saúde do DF, porém, a gestão do senhor Humberto Fonseca mostrou total incapacidade, inexperiência e ineficiência.

Para o SindSaúde-DF, o nome que vier para encabeçar a Saúde na cidade precisa ser uma indicação responsável, comprometida e capacitada para tal. O novo secretário vai ter a missão de resolver um dos principais problemas do DF e de atender aos anseios de um milhão de eleitores que acreditaram em uma nova proposta de governo.

Os desafios são imensos: hospitais destruídos, falta de equipamentos e profissionais desamparados de seus direitos e por isso sem motivação para servir o povo.

Almejamos que o novo secretário tenha empatia por quem cuida das pessoas, pense na saúde dos servidores, garanta seus direitos e proporcione, pelo menos, o básico para um acolhimento digno aos pacientes.

Menos troca de favores e mais agilidade, responsabilidade e atenção pela dor de quem precisa da rede pública de saúde. Faltam UTIs, faltam serviços básicos, pediatrias estão fechadas e a população morre à espera de atendimento.

O novo nome da SES vai representar uma pasta com 36 mil servidores. Vai gerir um orçamento de pelo menos R$ 3,3 bilhões, já previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). O atual governo, sem políticas de atenção, precisou devolver recursos para o governo federal por não atingir metas de investimento.

Um grande exercício que pode ser feito pelo próximo (a) secretário (a) de Saúde é se colocar no lugar dos usuários e dos servidores. É preciso uma pessoa corajosa, com experiência na área, com ousadia para a mudança, destemida para enfrentar as dificuldades e com um espírito de trabalho incansável na construção de uma saúde melhor para a capital do país.

O sindicato seguirá seu caminho institucional de luta pelos trabalhadores e pela melhoria e fortalecimento da saúde pública do DF, desde as unidades de saúde até os seus serviços mais complexos. A Saúde do DF virou hoje um jogo de interesses e o novo gestor da pasta precisa saber driblar isso e fazer com que esse serviço funcione, de fato, pra população.

A Saúde está no escuro e precisa de alguém que gire a chave da esperança, com atitudes concretas e com boa vontade, e traga de volta a claridade de um novo momento para o DF.
Continuemos nossa luta!!!


Marli Rodrigues
Presidente do SINDSAÚDE-DF

28/10/2018 - 17:38 Notícias Marli Rodrigues

O grito de #ForaRollemberg venceu nas urnas

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

As urnas confirmaram o que vínhamos anunciando há quatro anos: Rodrigo Rollemberg não é digno de governar o Distrito Federal. O povo digitou #ForaRollemberg nas urnas e confirmou. Agora, governador, conforme-se. Seu tempo acabou, é hora de dar tchau. Pegue sua mala e vá.

O descaso que os servidores da Saúde vivenciam todos os dias nos hospitais e centros de saúde também foi visto pela população que não consegue atendimento. O cenário de caos na Segurança não impactou só os policiais civis que tiveram de fechar delegacias ou os militares que trabalharam sem qualquer estrutura, a insegurança e o medo tornaram-se realidade de todos.

As escolas caindo aos pedaços não são um problema só para os professores e servidores da Educação. Pais, mães, alunos com idade para votar também disseram não para o abandono. Docentes disseram NÃO para o governador que mandou bater neles, por causa de uma manifestação legítima no Eixão.

O ano de 2017 terminou com 400 mil desempregados, o maior índice da história do DF. Pacientes continuam sem remédios e insumos nos hospitais tendo que comprar o próprio material para ter atendimento. Mesmo com decisão judicial, 1.261 morreram no DF sem UTI em menos de dois anos.

Quando tomou o servidor público como inimigo, Rollemberg virou as costas para toda uma população. Quando maquiou dados e foi para a TV dizer que tudo era lindo no seu fantástico mundo de fantasia, menosprezou a capacidade de pensar e raciocinar dos moradores do DF. Pensou que todos podiam ser manipulados como fantoches, que todos acreditariam em tantas fake news.

A realidade que Rollemberg criou foi a mesma realidade que o derrubou! Nós do SindSaúde nos orgulhamos de ter mantido alto o grito de #ForaRollemberg e de termos denunciado todos os desmandos e todo o descaso deste governo. Nos orgulhamos de não ter cedido a pressões, de não ter baixado a guarda, de não ter desistido da nossa cidade.

Hoje é dia de comemorar a vitória. Essa vitória é de cada um dos servidores que não desistiram do sistema e não desistiram do DF!!

Amanhã é um novo dia e a luta continua. Governo é Governo. Sindicato é Sindicato. E estamos prontos para continuar brigando por uma Saúde digna e melhor para o Distrito Federal.

O país está dividido, mas aqui, estamos coesos num único propósito de resgatar a nossa cidade e tirar quem lhe fez mal. Que fique a lição para todos os governantes: o servidor é o elo entre o Estado e a sociedade. Se ele é mal tratado, esse vínculo quebra e o resultado é esse, dado aos dois últimos governadores do DF.

Mas hoje, não. Hoje é dia de celebrar. Que rufem os tambores! A passagem de Rollemberg está comprada e nós faremos questão de levar a mala para que ele deixe o Buriti direto para a página de pior governador da história do DF!

 

Marli Rodrigues
Presidente do SindSaúde-DF

22/10/2018 - 13:47 Notícias Marli Rodrigues

O governador que não sabe fazer contas

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Em quatro anos, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) não conseguiu fazer o mínimo que deveria ser feito no Distrito Federal: manter as contas públicas em dia e investir naquilo que é básico para a população. O chefe do Executivo repete, com veemência, o velho mantra da sua gestão, “conseguimos honrar os pagamentos de todos os servidores e pegamos o DF falido”. Ele só esqueceu que pagar as contas é obrigação do gestor.

O que presenciamos nessa gestão é uma estagnação nos investimos públicos. Oficialmente, o GDF fala que terminará o ano com um déficit de R$ 600 milhões. O seu oponente, que lidera as pesquisas para na Eleição 2018, afirma que receberá o governo com uma dívida muito maior. Segundo o candidato Ibaneis Rocha (MDB), o rombo chegará a R$ 2,4 bilhões. A verdade, só saberemos quando abrirem os cofres públicos.

Com certeza o déficit está abaixo da realidade. Somente com pecúnias das licenças prêmios não usufruídas, o gasto será de mais de R$ 700 milhões, somando a isso o passivo decorrente dos reajustes e incorporações não concedidas.

O zelo pelas contas públicas nunca foi marca do atual governo. Além disso, o socialista sucateou a Saúde Pública do Distrito Federal, prezando sempre pela terceirização do setor.

Caso ele tivesse fôlego e algum apoio para se manter à frente do Palácio do Buriti, veríamos a Saúde entregue à iniciativa privada, a exemplo do que ocorreu no Hospital de Base, que hoje está com várias camadas de maquiagem para aparecer na propaganda eleitoral.

O mais estranho de tudo é que esse governador realmente não sabe fazer contas. Se enrola nas próprias falas e no lero-lero de que a última gestão do GDF praticamente faliu o Estado, e que ainda não teve tempo de recompor as contas públicas. Ora, governador, quatro anos depois e o discurso não mudou?

Se não houve investimento nas áreas básicas, se ele deu o calote no reajuste de 32 categorias e nos direitos dos servidores e se não pagou inúmeros fornecedores, onde os recursos públicos  foram gastos? Para completar, a arrecadação de impostos e taxas já subiu R$ 709,6 milhões este ano.

Como a conta do governador não fecha? Por que ele ainda deixará um rombo tão grande nos cofres públicos? Para onde foi todo o dinheiro público? Essa matemática é duvidosa para muita gente.

Caberá ao próximo governador resolver a situação. Sabemos que certamente será um espinhoso abacaxi, mas esperamos que a nova gestão saiba fazer a contas e valorizar quem realmente precisa ser valorizado.

O SindSaúde vai cobrar todas as promessas feitas em campanha e continuar sua luta para uma Saúde Pública de qualidade.

Por Marli Rodrigues

02/10/2018 - 16:52 Notícias Marli Rodrigues

Derrotar Rollemberg é um ato de CIDADANIA

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Finalmente chegou a hora de encerrar esse desgoverno de Rodrigo Rollemberg. O período mais obscuro para a Saúde do Distrito Federal está resumido nesses quatro anos.

O SindSaúde logo percebeu, e sentiu, que seriam anos difíceis para categoria, que não mediu esforços para denunciar as atitudes e falcatruas do governador e seus comparsas, sobretudo o secretário de Saúde. Mas para tristeza da população, esse governo da incompetência não foi barrado durante esse período. Segundo sendo denunciado, mas continuou sua saga de perseguição ao servidor e abandono dos serviços públicos.

Em dezembro, terminam esses quatro anos que mais pareceram mil. No próximo domingo já poderemos respirar um pouco mais tranquilos. Parece que as coisas ruins demoram mais tempo para passar. Mas o momento de dar tchau está chegando e é bom que Rollemberg comece a fazer as malas. Leve junto com ele toda mentira e falsidade que tanto enganou os que mais precisam da rede pública de Saúde.

Derrotar este governo no 1º turno é um ato de luta e força na defesa dos que tanto sofreram nesta gestão desajustada. Quem não sabe, não pode querer gerir o Distrito Federal. Muitos foram os eleitores de Rollemberg de 2014 que se decepcionaram com o político e hoje torcem para que ele não esteja no segundo turno. Prova disso é a grande rejeição que ele tem nas pesquisas.

O DF quer seu Hospital de Base de volta. Os moradores da capital querem dignidade ao serem atendidos na rede. Querem verdade e querem ter a certeza que não vão morrer à espera de atendimento nas filas de hospitais.

Junto da queda do viaduto do Eixão, o sonho de reeleição de Rollemberg despencou e, assim como ele fez, não será reconstruído.

É muita ousadia subestimar o povo e achar que alguém acreditaria em suas mentiras. Disse que passou quatro anos arrumando a casa, pena que o tempo terminou e a faxina foi reprovada.

O Distrito Federal está contando as horas para a despedida.

#ForaRollemberg

Por Marli Rodrigues

17/09/2018 - 12:58 Notícias Marli Rodrigues

E se fosse a sua mãe, governador?

Informação adicional
  • Imagens: Éder Oliveira

Acompanho com angústia o lamento de tantas famílias que precisam da saúde pública do DF. Não sei se por esquecimento ou por falta de empatia mesmo, o atual governo tenta minimizar a dor dos usuários das unidades de saúde. E se fossem parentes dele? Se fosse a mãe dele na fila de espera por horas? Se fosse o filho sem UTI nos hospitais?

Quanto vale uma vida, senhor governador? Se não souber responder, pergunte ao seu secretário de Saúde, Humberto Fonseca. Dona Marcia Aparecida, de 74 anos, não está mais aqui para pedir um atendimento digno, mas a voz dessa mulher, abandonada pela gestão da Saúde do DF, continuará viva com o relato de seus filhos e na boca de todos que lutam por um sistema de saúde público de qualidade.

O “seu” Instituto Hospital de Base é uma maravilha na propaganda eleitoral. E, como num milagre, sanou as carências da unidade em oito meses de existência. No entanto, não foi o atendimento que a Marcia Aparecida teve em seus últimos momentos de vida.

Engraçado como tudo foi retratado de maneira abafada por parte da imprensa. O que aconteceu com a Marcia ficou em segundo plano. Quase ninguém falou dessa senhora, mas o SindSaúde vai se lembrar. Vai fazer questão de relatar que, por muito descaso, ela não está aqui hoje. O que faltou foi o básico, o mínimo, o que faltou foi a decência de um governo.

Esse foi só um caso, mas quantas Marcias perderam suas vidas no “seu” Instituto, por falta de medicamentos, equipamentos e atendimento qualificado? Aliás, falando em mão de obra, como justificar os diversos trabalhadores altamente qualificados que foram removidos quando se criou este “seu” Instituto?

Não tinha prancha rígida, não tinha cabo para o desfibrilador, não tinha gel para as pás, nem carro de aspiração funcionando. Só teve sofrimento, frustação da equipe, desespero da família e arrogância da direção, que se autodeclara “dona” do Base. A senhora vice-diretora, em reportagem da Rede Record, se referiu ao hospital do povo como “meu instituto”. Só esqueceu-se de onde vem o dinheiro que paga o salário dela e tudo que é feito na unidade que eles estão maquiando para a propaganda da reeleição. São R$ 600 milhões por ano.

Quando a dor do outro não te atinge mais, é sinal de que a soberba já penetrou o coração e nada mais é capaz de limpar os rastros de sangue das mãos que se dizem limpas. E se fosse a sua mãe, governador? A vida da Marcia é menos importante do que suas mentiras eleitorais?

Chega deste Instituto que disseminou a discórdia e a desconfiança em meio aos servidores da Saúde. Todo nosso respeito aos familiares da senhora Marcia Aparecida Silva. Tenham a certeza de que os servidores da Saúde estão juntos na busca por um serviço público melhor e na certeza que esses anos de abandono estão acabando.

#ForaRollemberg

Entenda o caso que terminou com a morte da paciente de 74 anos, Maria Aparecida.

Por: Marli Rodrigues

04/09/2018 - 15:14 Notícias Marli Rodrigues

O GRANDE MENTIROSO!

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Mesmo com a insatisfação dos servidores e da população, o governador Rodrigo Rollemberg afirma que pretende ampliar o modelo de gestão do Instituto Hospital de Base (IHBDF) a outras unidades de Saúde do Distrito Federal. Nos devaneios dele, o Instituto salvou o Base.

Rollemberg sequer percorreu o Hospital de Base para conferir os trabalhos prestados lá e ouvir os pacientes que ali estavam. Ele virou as costas novamente para as pessoas que o ajudaram a se eleger. Rollemberg fala em expandir a gestão em regime de Serviço Social Autônomo para o Hospital Materno Infantil, Hospital de Taguatinga, Hospital de Ceilândia e do Gama.

Até onde vai a cara de pau desse governador? É o que nós, servidores e população do DF, nos questionamos todos os dias. É sabido que o modelo do Instituto Hospital de Base apenas enfraquece o funcionalismo público e que nada melhorou no serviço de saúde prestado, além de ser mais uma porta aberta para possíveis atos de corrupção. Mas Rollemberg persiste no mantra de que a unidade é um presente aos cidadãos brasilienses e tem usado o Instituto em sua campanha à reeleição.

É triste ouvir uma história como a de Iragina Alves, que a reportagem do SindSaúde entrevistou há cerca de um mês no IHBDF. A aposentada de 65 anos aguardava há um ano uma consulta com um médico cardiovascular e há quatro meses com um reumatologista. No dia em que foi entrevistada, ela estava na fila para receber uma simples resposta, se seria atendida ou não, há mais de cinco horas./

É lamentável também ver Unidades de Terapia Intensiva (UTI) com o sistema de ar-condicionado quebrado, colocando em risco pacientes, inclusive crianças e idosos, sob o perigo de contrair infecções.

Mas sei que a população se deu conta de que está sendo enganada de novo e está consciente que Rollemberg nunca mais. Espero que o próximo governante dê vida novamente ao Hospital de Base e que traga de volta à dignidade dos servidores que tanto apanharam na gestão atual.

#ForaRollemberg

 

Por Marli Rodrigues

20/08/2018 - 16:23 Notícias Marli Rodrigues

Mais um dia de caos. Onde estava o secretário de Saúde?

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Por Marli Rodrigues

O domingo (19/8) foi de muito sol em Brasília e os brasilienses aproveitaram para ficar com suas famílias, amigos e para descansar. Certamente deve ser o que também fez o secretário de Saúde, senhor Humberto Fonseca. Ou talvez ele tenha até estado ao lado de algum amigo fazendo campanha eleitoral. São algumas possibilidades. Mas temos uma certeza: ele esteve bem longe do Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

O Pronto-Socorro do HRT reviveu neste domingo (19) uma cena, que infelizmente tem sido comum, do abandono da Saúde Pública. Um paciente morreu às 16h e a unidade não tinha profissionais suficientes para a remoção para a câmara mortuária. Outros inúmeros pacientes aguardavam atendimento amontoados nos corredores.

Enquanto servidores se esforçavam para tentar atender a todos, onde o senhor esteve, secretário? É triste ver que os servidores lutam, todos os dias, em uma situação caótica nas unidades de saúde. Esse cenário não é apenas no HRT. Hoje, todas as unidades do DF estão sem insumos, sem estrutura e sem pessoal suficiente para a demanda do Distrito Federal.

Não adianta ter vontade se não há condições de trabalho. Estamos em situação de caos e os gestores ignoram isso. A desculpa de sempre foi aquela de que não há recursos. Mas as mentiras desta gestão também têm pernas curtas.
Um relatório do Ministério Público do Distrito Federal analisou como está a execução do orçamento previsto para o Distrito Federal. Segundo matéria publicada no Portal Metrópoles, o documento mostra que, mesmo com recursos liberados, o GDF deixou de comprar medicamentos e equipamentos, além de não implementar melhorias no sistema público de saúde. “Até março de 2018, havia autorização para gastar R$ 680 milhões referentes a recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, R$ 361 milhões (53%) não se reverteram em benefícios à população e ficaram represados nos cofres oficiais”, diz a publicação.

Como explicar isso, senhores gestores? Impossível né.

Enquanto isso, o governo se preocupa em atacar os sindicatos e a parcela da imprensa que busca informar a população em relação ao caos que está instalado. Se estivesse trabalhando, talvez o Governo do Distrito Federal teria conseguido gerir de forma eficiente o recurso disponível para a Saúde Pública.

Fica nosso questionamento para o secretário de Saúde: Por que deixaram a Saúde Pública chegar a esse ponto?

Será que conseguem nos explicar?

O que a população e os servidores esperam é que a situação não piore ainda mais nos quatro meses que restam desse desgoverno.

09/08/2018 - 18:32 Notícias Marli Rodrigues

CHEGA DE CARA DE PAU! A SAÚDE DO DF MERECE RESPEITO

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Prometer não é o bastante. O que vai definir esta eleição será o nível de confiança que os eleitores têm nos candidatos. O prometer é comum em todos os candidatos. Juram, registram em cartório, asseguram a paridade, a disparidade, a antiguidade, comprometem-se absolutamente com tudo, marcam até data.

Essa não é a primeira vez que o eleitor de Brasília vive esta situação de se sinalizar data para pagar isso ou aquilo. Aquele que estiver pensando que vai enganar está muito equivocado. O eleitor está de olho e sabe que nestas eleições vai ter cara de todo tipo, inclusive cara de pau.

Saber quem é o político, qual a sua história, qual o seu compromisso e qual o envolvimento que tem com a cidade, tudo isso é muito importante. Porque o DNA de cada um será avaliado por todos os eleitores, inclusive pelos servidores públicos que sempre são vitimas destes algozes que ocupam o Palácio do Buriti para fazer experiências. Como se o Distrito Federal fosse um laboratório onde o governador pode manipular as células, alterar os efeitos.

Os diversos políticos que ocupam o Governo de Brasília tentam de todas as formas mudar a situação como melhor lhes é conveniente. Para isso, eles nem ligam se vai matar um número grande ou pequeno de pessoas. O que importa é dizer que mudou a situação.

Em reportagem do Portal Metrópoles, publicada no último domingo (5), Rollemberg teve a audácia de dizer que “a Saúde continuará sendo prioridade do próximo governo”. Não se sabe qual é o conceito de prioridade do governador, mas se a ideia é continuar algo, sabe-se bem que Brasília terá mais 4 anos de abandono na Saúde, escassez de profissionais, equipamentos sucateados e decisões autoritárias que dificultaram a vida de tantos usuários e servidores. Senhor governador, não perca seu tempo com sofismas e falácias! Saúde não é e nunca foi prioridade em seu desgoverno!

Rollemberg

Rodrigo Rollemberg diz que agora a casa está arrumada, ora, ele demorou 4 anos para arrumar a casa? Se tivesse casado com alguém, seguramente, colocaria os filhos em risco e toda a família. Mas vejamos, ninguém fica tanto tempo ‘tentando’ arrumar a casa, sob a desculpa que estava tudo bagunçado e por isso tinha que deixar todas as outras atividades do lar abandonadas: os filhos com fome, quem estava com febre não foi ao hospital, entre outros.

Todas estas desculpas são para dizer que ele estava arrumando a casa. E, no final de 4 anos, ele diz que está tudo certo e enche de promessas. Com estas atitudes, Rodrigo Rollemberg dá um péssimo exemplo e traduz para a sociedade que ele não foi um governador, mas um mero aprendiz. Que foi unanimemente reprovado. 

Qualquer candidato que se aventurar no campo das promessas vazias e do ilusionismo, fará companhia a ele no meio do caminho.

#ForaRollemberg


Por Marli Rodrigues

24/07/2018 - 19:00 Notícias Marli Rodrigues

Interesses pessoais na escuridão de um governo

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

Enquanto um governo seguir sua gestão atendendo a interesses pessoais e favorecendo seus amigos, o povo seguirá a espera de um milagre.

No Distrito Federal, isso tem ocorrido com muito frequência nos últimos anos. Estamos à mercê de um governo inoperante e que beneficia “os seus” se aproveitando da gestão.

Um exemplo deste “modus operandi” do atual governo virou notícia no último sábado (21). O Portal Metrópoles divulgou matéria em que denuncia que um conselheiro do GDF emplacou a própria empresa de UTI e já faturou R$ 7 milhões da Saúde Pública.

Enquanto os cofres das empresas amigas se enchem, as crianças, adultos e idosos morrem à espera de um leito de UTI na rede pública, as pediatrias são fechadas, os servidores são desrespeitados em seus direitos.

A capital do nosso País não merece tamanho desprezo. Brasília está deixada de lado. Nós, servidores, e a população precisamos saber o poder de decisão que está em nossas mãos. Podemos mudar essa triste história do nosso Distrito Federal.

O SindSaúde vai cobrar propostas que priorizem a saúde publica. Temos nossas demandas em busca de um serviço cada vez melhor e mais digno para a população e temos a certeza que assim, como está, não há como continuar.

#RollembergNuncaMais

19/07/2018 - 13:53 Notícias Marli Rodrigues

O Hospital de Base é patrimônio do povo e está ruindo graças à incompetência de Rollemberg

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

O governador Rodrigo Rollemberg disse, em entrevista nesta quinta-feira (19), que “o servidor não pode escolher onde trabalhar”. Muito engraçado que ele tenha esquecido tudo que foi prometido quando inventou o Instituto no Hospital de Base. A própria Secretaria de Saúde, na época, pediu aos servidores que informassem sua opção de ficar no Base ou ser removido. E ainda questionou para qual unidade o servidor gostaria de ser remanejado.

Rollemberg prova mais uma vez que esse é um governo de mentiras, falta de respeito e de muita incompetência.

Na época da criação do IHBDF, reuniu os servidores, falou em respeito à história dos servidores do Base, falou em direitos e fingiu que agiria de forma correta. Aprovado o Instituto, o GDF veio atropelando tudo e todos para resolver os interesses do governador e seus amigos.

O que estamos vendo é uma lástima, um abuso de poder, uma falta de coerência. Secretário e governador batendo cabeça para saber quem erra e engana mais!

Ao lado de parlamentares, delegados sindicais e servidores, nós do Sindsaude conseguimos estabelecer um diálogo com o presidente do Instituto, Ismael Alexandrino, para que a situação de 29 servidores que queriam voltar para o Base fosse resolvida. Eu já disse e repito, nossa luta não acaba aqui. O Base precisa voltar a ser o que um dia foi e isso só será possível com a presença desses servidores que são a história dessa unidade. São a alma do hospital. São eles que fazem a saúde pulsar em cada canto de lá.

Não se faz o novo sem um contexto histórico. E essa aberração jurídico-administrativa chamada Instituto tem demonstrado que essa "novidade" jamais chegará ao patamar de excelência e centro de referência no atendimento que o Base já foi.

O Base pertence ao povo do DF e ninguém esquecerá quem foi o algoz de sua destruição! Senhor Rollemberg e senhor Humberto Fonseca,
honrem suas palavras. Não é favor algum, é obrigação para quem tem caráter!

 

Marli Rodrigues
Presidente do SindSaúde

 

10/07/2018 - 12:41 Notícias Marli Rodrigues

À CAÇA DE VOTOS, ROLLEMBERG DISPENSA 250 SERVIDORES DO IHBDF! SERÁ QUE VAI SUBSTITUIR COM CABOS ELEITORAIS?

Informação adicional
  • Imagens: Peter Neylon

 

Por Marli Rodrigues

O SindSaude está intermediando negociação entre a SES e o IHBDF para reverter as remoções arbitrárias realizadas na última semana. 

Durante a primeira reunião, um caso foi resolvido na hora. A situação do servidor Edmilson Carlos Pereira que está há cerca de 41 anos no HBDF e tinha feito a opção por permanecer, foi revertida na hora.

A reunião realizada com a Presidência e diretores do Instituto, com o apoio de parlamentares foi tensa, porém, promissora. Apesar das alegações feitas pelos gestores locais de não terem autonomia para decidir, um canal de diálogo e resolução do conflito foi estabelecido. Agora, serão analisados caso a caso a situação de todos.

WhatsApp Image 2018-07-10 at 12.21.33.jpeg

No entanto, uma dúvida fica no ar: qual o objetivo real de se dispensar 250 servidores, num hospital que vem fechando serviços por déficit de pessoal? Segundo a própria SES, a rede tem hoje 43 leitos de UTI FECHADOS por carência de recursos humanos. Desses, 29 estão no IHBDF! Como estão dispensando servidores capacitados, efetivos, com um know how invejável para qualquer unidade de saúde? Por que nao reabrem esses leitos com as pessoas que estão dispensando? 

Até a incompetência é proposital!

Por que tratam como refugo tecnicos em radiologia, de laboratório, médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e AOSD's qualificados nas áreas que atuam?

Nessa lista, que poderia evocar por analogia, o holocausto, estão servidores de áreas extremamente técnicas e que vão ser enviados para atendimento generalizado. Temos o caso de uma cardiologista, uma das únicas com titulação na area de hemodinâmica, que foi enviada para fazer cardiologia obstétrica e infantil. A própria servidora pede socorro, pois, nao é essa a sua área de especialização. Assim, como fizeram com a remoção de uma das mais renomadas hematologistas que trata dos casos de anemias falciformes do IHBDF.

Clique aqui para acessar a lista de servidores removidos do IHBDF

Temos também casos bizarros onde AOSD operador de máquinas foi lotado na ADMC, Farmacêutico na corregedoria. Qual o planejamento utilizado? Qual a justificativa para esse desmonte?

Tudo leva a crer que, um trem da alegria está sendo formado nos bastidores. Que o cabide de empregos para os cabos eleitorais está em franco andamento! A passos largos...

Onde esta o Ministério Público que, no passado, foi atuante e implacável na fiscalização dos atos praticados pelos gestores da época? Cadê o PROSUS que tem como escopo de seu trabalho a defesa do SUS e a tutela coletiva de seus assistidos?

Onde está o TCDF que é o legítimo fiscal dos atos administrativos do governo?

Todos dormem... Enquanto isso, o desespero adoece e afasta servidores. E a morte ronda os pacientes desassistidos...

WhatsApp Image 2018 07 10 at 11.43.58

Ao lado do servidor Edmilson, que conseguimos reverter o caso

 

É dever do sindicato lutar pelos direitos dos trabalhadores. Mas, também é nosso papel denunciar o desmantelamento do SUS. Provocar as instâncias competentes para que saíam do torpor inebriante da indiferença e atuem, na defesa dos serviços públicos de saúde. O SUS é para todos!

Causa espanto e indignação o desprezo dispensado a essa causa. Isso só reforça a nossa tese de que, por trás dessas ações covardes, de tirar trabalhadores concursados dos locais que laboram há décadas, há interesses escusos. Quem irá participar dessa chincana feita com a saúde pública? Quem terá a sua cota nesse trem da alegria? Com certeza, alguns desses que hoje se omitem, terão a sua "fatia do bolo"...

É imperativo que os nossos representantes legislativos se posicionem sobre a situação. A CLDF aprovou esse modelo de saúde no Hospital de Base. Os deputados que apoiaram essa ideia podem ter sido convencidos de que era o melhor para a população.

Mas, agora, eles veem que foram usados para aprovar um projeto político e politiqueiro desse governo. A intenção não era melhorar nada, mas sim, abrir possibilidades para agilizar e flexibilizar as suas "parcerias".

Estamos lutando com todos os instrumentos disponíveis para sensibilizar a justiça e os órgãos fiscalizadores, com o apoio de parlamentares, para desfazer esse ato covarde e prejudicial aos serviços de saúde.

Essa gestão maldita está no fim e ela não conseguirá nos arrastar junto com ela. Unidos, sairemos fortalecidos para continuar na defesa de nossos direitos e conquistas!