Terça-feira, 26 de maio de 2015
Lurian Leles

Lurian Leles

Publicado em HRSam
 |  Quarta, 12 Fevereiro 2014 19:30

Após reivindicar por muito tempo melhorias para o Hospital Regional de Samambaia (HRSAM), o SindSaúde começa a enxergar alguns resultados dessas lutas. Setores como pronto socorro, clínica médica, lavanderia e radiologia foram reformados nos últimos anos. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) teve o número de leitos dobrados, contando hoje com 20. No ambulatório esse número saltou de três para seis e o centro cirúrgico também foi ampliado.

Publicado em HRSam
 |  Quarta, 12 Fevereiro 2014 19:28

Para melhorar o serviço no setor de arquivo do Hospital Regional de Samambaia (HRSAM), os trabalhadores acreditam que é necessária a concessão de ampliação de carga horária para todos. Dos cinco trabalhadores do setor, dois cumprem jornada de 30 horas semanais e aguardam junto à Secretaria de Saúde (SES-DF) uma resposta sobre o pedido de 40 horas.

Publicado em HRSam
 |  Segunda, 10 Fevereiro 2014 19:27

Como tantas outras regionais que já possuem o seu portal na página do SindSaúde, agora é a vez dos servidores de Samambaia ganharem voz. Neste espaço, abordaremos todos os temas relevantes : condições de trabalho, problemas e benfeitorias. Enfim, histórias que se destaquem!

O HRSAM tem suas peculiaridades. O hospital, originalmente uma unidade particular, foi transformado em público graças a um acordo entre o Banco de Brasília (BRB) e a Secretaria de Saúde (SES/DF). Assim, há 11 anos, nascia essa regional, berço de verdadeiros guerreiros!

A unidade é voltada para o atendimento e internação nas especialidades clínica médica, clínica cirúrgica, ginecologia e obstetrícia. A regional conta ainda com o apoio de uma UPA 24 horas (Unidade de Pronto Atendimento).

Servidor de Samambaia, sinta-se à vontade, a casa é sua!

Publicado em Informe
 |  Segunda, 10 Fevereiro 2014 17:40

 Boa notícia para os servidores que aguardam resultados sobre o reposicionamento dos servidores na Carreira de Assistência Pública. Trata-se do processo n° 060.009074/2004, fruto da ação reivindicatória do SindSaúde junto ao governo e que estava parado na SES desde 2004, sem solução. Na Gestão do Secretário Rafael de Aguiar Barbosa o Processo tramitou rapidamente, inclusive com previsão orçamentária para o pagamento dos servidores lesados. A medida contemplará os trabalhadores da carreira de Assistência Pública à Saúde que ingressaram no serviço público entre os anos de 1993 e 1996.

Entenda o caso

O reposicionamento das carreiras de Assistência Pública à Saúde do DF foi imposto pelos decretos n° 14.578/1992 e n° 21.431/2000, mas contemplou somente os servidores admitidos nos anos de 1990, 1991, 1992, 1997, 1998, 1999 e de janeiro a julho de 2000, deixando de fora os trabalhadores que ingressaram na SES-DF entre os anos de 1993 e 1996. Dessa forma, somente os abarcados pela decisão foram reposicionados no Padrão IV, o que causou uma discrepância salarial entre profissionais que realizam o mesmo trabalho.

O processo é apreciado pela SES-DF desde 2004 e em 2011, a Subsecretária de Gestão de Pessoas em Saúde (SUGETES), Maria Natividade, reconheceu a ilegalidade da situação dos servidores não contemplados pelo reposicionamento. Desde então, o governo tem se preparado financeiramente para quitar a dívida com esses profissionais.

SindSaúde continua na luta!

Publicado em Informe
 |  Segunda, 27 Janeiro 2014 19:50

Afim de valorizar os nossos trabalhadores, o SindSaúde busca  sempre divulgar atuações que se destaquem na categoria. Exemplo de trabalho profissional e visionário, o Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida do Hospital Materno Infantil de Brasília (CEPRA – HMIB) é referência em todo o país por fornecer de forma totalmente gratuita tratamentos de inseminação e fertilização.

O programa, que neste ano completa 16 anos de existência, conta com uma equipe multiprofissional, formada por médicos, biólogos, auxiliares de enfermagem, geneticista, andrologista, enfermeiro e psicólogo. “É uma equipe da melhor qualidade”, avalia a diretora do CEPRA e coordenadora do Núcleo de Reprodução Humana, drª Rosally Rulli Costa. Segundo ela, só em 2013, cerca de 8 mil casais foram atendidos, desse total, cerca de 300 casais por ano passam pela triagem de reprodução assistida. Até hoje, mais de trezentos tratamentos obtiveram sucesso. “Fico feliz a cada bebê que nasce”, conta animada. “Nós nos preocupamos com os resultados, mas a nossa maior característica é o acolhimento. Nossa intenção é que o casal saia daqui sabendo que foi feito tudo o que era possível”, esclarece.

Os casais que chegam até o CEPRA passam antes por avaliações nos centros de saúde e hospitais comuns. Após esgotarem todas as possibilidades nas outras unidades, eles são encaminhados ao HMIB. O programa é quase inteiramente custeado pela Secretaria de Saúde e somente no ano passado o Ministério da Saúde passou a contribuir.

De acordo com a diretora, a fila de inseminação artificial foi zerada em 2013 e o tempo de espera para a fertilização in vitro diminuiu de cinco para três anos. “Nós somos a esperança de muitos casais e estamos aqui para acolhê-los. A ciência progride e assim dá oportunidade para que os sonhos se realizem”, finaliza.

Publicado em HMIB
 |  Segunda, 27 Janeiro 2014 19:49

Em visita à pediatria do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), a direção do SindSaúde conversou com servidores para saber como estão as condições de trabalho. Na avaliação de uma trabalhadora, em uma escala de zero a dez, o setor leva nota sete. Os três pontos que faltam para alcançar o topo são correspondentes à insuficiência na mão de obra. Há apenas quatro trabalhadores por plantão para cuidar das 16 crianças que atualmente estão internadas no local.

Publicado em HMIB
 |  Segunda, 27 Janeiro 2014 19:48

A internação pediátrica do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) tem sofrido com a falta de lacetas, equipamento usado para o teste do pézinho. A ausência do material prejudica em média 50 crianças e frustra o trabalho dos 47 profissionais que trabalham no setor.

Publicado em HMIB
 |  Segunda, 27 Janeiro 2014 19:47

Problema frequente nos mais diversos setores da Saúde, o déficit de servidores também assola a lavanderia do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Para dar conta do serviço, os 38 trabalhadores fazem horas extras. A sobrecarga é a maior queixa no setor.

Publicado em HMIB
 |  Segunda, 27 Janeiro 2014 19:45

O SindSaúde lança hoje o terceiro site de notícias regionalizadas, desta vez do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Essa é uma regional muito especial, pois é referência para as mães do Distrito Federal e Entorno, que comumente buscam a unidade durante a gravidez e infância de seus filhos.

O hospital, que em 2014 completa 48 anos de existência, conta com 330 leitos, sendo dez destinados a UTI Materna, criada no ano passado para dar um atendimento especializado às grávidas de alto risco.  Cerca de 1700 profissionais atendem, por dia, aproximadamente 75 mulheres e 170 crianças, dentre os quais 25% e 32%, respectivamente, são do Entorno.]

O SindSaúde sempre reivindicou melhorias para o hospital, exigências essas que têm sido atendidas nos últimos três anos, com o reforço de investimentos, como a aquisição de seis máquinas de anestesia de alta precisão que qualifica a intervenção cirúrgica em recém-nascidos prematuros, aparelhos de densitometria, equipamentos de vídeo cirurgia pediátrica para procedimentos minimamente invasivos, aparelhos de ultrassonografia tridimensional, novas macas, camas e poltronas.

Dentre essas benfeitorias, nenhuma é mais valiosa do que o servidor da saúde, que independente das condições sempre realiza o seu trabalho para que não falte atendimento ao paciente. A partir de agora, você pode acompanhar o dia a dia desses profissionais aqui no nosso portal.

Publicado em HOSPITAL DE BASE
 |  Segunda, 27 Janeiro 2014 19:29

A implantação do prontuário virtual, no ano passado, parece não ter sido o suficiente para dar conta da demanda no Arquivo do Hospital de Base (HBDF).  A defasagem de trabalhadores no setor, fruto de décadas de descaso e sucateamento, sobrecarrega os 19 servidores, que contam apenas com a ajuda de mais dois estagiários e de seis apenados da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (FUNAP).

Outro ponto de reclamação é o esforço excessivo. Com o grande volume nas prateleiras, os servidores queixam-se do peso de manuseá-las, o que constantemente causa transtornos à saúde dos trabalhadores.

O SindSaúde entende que melhorias estruturais são importantes, mas o que a Secretaria de Saúde tem de mais valioso é o servidor público, por isso, a contratação de novos trabalhadores é tão essencial para o SUS.

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