Terça-feira, 4 de agosto de 2015
Lurian Leles

Lurian Leles

Publicado em Mobilização
 |  Segunda, 17 Fevereiro 2014 15:13

Motoristas que compõem o quadro da Secretaria de Saúde (SES-DF) reuniram-se no último sábado (15/02) no Parque de Apoio para definir a pauta de reivindicações da categoria. Na reunião convocada pelo SindSaúde, foram eleitas lideranças do movimento em prol da valorização profissional e levantados os principais problemas. O assédio moral, o sucateamento da frota e o exercício da atividade por trabalhadores que não pertencem à categoria foram as principais reclamações.

A comissão eleita durante a assembleia, composta por Marques, Leão Magno e Jeferson, lidera o movimento por melhorias. Segundo eles, alguns veículos estão na ativa há mais de 30 anos. “Outro problema é que a fiscalização da manutenção por parte da gerência do Parque de Apoio é ineficiente, pois muitos carros vão para o conserto e voltam com o mesmo defeito. Além disso, algumas ambulâncias chegam a ficar um mês na manutenção”, contam os servidores.

A categoria queixa-se ainda de que outros profissionais, que não são motoristas concursados, têm permissão, graças ao Decreto n°32.880/2011 do Governo do Distrito Federal (GDF), para dirigir veículos operacionais. “Além de caracterizar desvio de função, esses servidores, denominados autorizados, não possuem especialização para tal função”, relata a comissão.

Segundo os trabalhadores, o número de ‘autorizados’ ultrapassa a marca de 700 profissionais. “O quadro dos motoristas não está sendo respeitado”, avalia a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. O departamento jurídico do sindicato estuda medidas para resolver a situação.

Publicado em HMIB
 |  Quarta, 12 Fevereiro 2014 01:24

Afim de valorizar os nossos trabalhadores, o SindSaúde busca  sempre divulgar atuações que se destaquem na categoria. Exemplo de trabalho profissional e visionário, o Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida do Hospital Materno Infantil de Brasília (CEPRA – HMIB) é referência em todo o país por fornecer de forma totalmente gratuita tratamentos de inseminação e fertilização.

O programa, que neste ano completa 16 anos de existência, conta com uma equipe multiprofissional, formada por médicos, biólogos, auxiliares de enfermagem, geneticista, andrologista, enfermeiro e psicólogo. “É uma equipe da melhor qualidade”, avalia a diretora do CEPRA e coordenadora do Núcleo de Reprodução Humana, drª Rosally Rulli Costa. Segundo ela, só em 2013, cerca de 8 mil casais foram atendidos, desse total, cerca de 300 casais por ano passam pela triagem de reprodução assistida. Até hoje, mais de trezentos tratamentos obtiveram sucesso. “Fico feliz a cada bebê que nasce”, conta animada. “Nós nos preocupamos com os resultados, mas a nossa maior característica é o acolhimento. Nossa intenção é que o casal saia daqui sabendo que foi feito tudo o que era possível”, esclarece.

Os casais que chegam até o CEPRA passam antes por avaliações nos centros de saúde e hospitais comuns. Após esgotarem todas as possibilidades nas outras unidades, eles são encaminhados ao HMIB. O programa é quase inteiramente custeado pela Secretaria de Saúde e somente no ano passado o Ministério da Saúde passou a contribuir.

De acordo com a diretora, a fila de inseminação artificial foi zerada em 2013 e o tempo de espera para a fertilização in vitro diminuiu de cinco para três anos. “Nós somos a esperança de muitos casais e estamos aqui para acolhê-los. A ciência progride e assim dá oportunidade para que os sonhos se realizem”, finaliza.

Publicado em Mobilização
 |  Terça, 11 Fevereiro 2014 16:47

Os especialistas em saúde retomaram a luta nesta terça-feira (11/2) em assembléia promovida pelo SindSaúde, na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). A reunião estava agendada desde o ano passado e originalmente ocorreria em março, mas foi antecipada pela direção do sindicato.

Os servidores reconheceram que houve melhorias em 2013, entre elas a equiparação salarial com enfermeiros, mas acreditam que agora é preciso avançar naquilo que ainda está pendente. Para isso os trabalhadores exigem negociação direta com o governador Agnelo Queiroz e ensaiam uma aliança com outras categorias, garantindo assim mais força ao movimento.

"Estamos em busca de unificar pauta com enfermeiros e servidores do nível médio. Vamos atrás desse diálogo porque o que nos une precisa ser maior do que as nossas diferenças. Esse tem que ser o nosso discurso agora", explica a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. "Qualquer manifestação de divisão pode causar um prejuízo em efeito dominó para a categoria".

Alguns dos itens da pauta de reivindicações da categoria para 2014 são a equiparação salarial com os odontólogos, a implementação do plano de saúde e o reajuste do auxílio alimentação.

Publicado em HMIB
 |  Terça, 11 Fevereiro 2014 12:53

Apesar de ter sido alvo de melhorias como a compra de novos equipamentos, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Materna do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) tem sofrido com a falta de médicos.  O setor conta com sete médicos, um deles temporário que foi contratado justamente para tentar desafogar a demanda. Outros sete enfermeiros trabalham no local.
Dos dez leitos da UTI Materna, dois estão parados por falta de mão de obra.

Publicado em HMIB
 |  Terça, 11 Fevereiro 2014 12:51

No Arquivo do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) a reclamação é a altura do balcão de atendimento. Segundo servidores, ele parece ter sido mal projetado, pois é muito alto, o que causa aos servidores incômodos e até dor nas costas. Outro ponto citado pelos trabalhadores é a falta de planejamento quando algum profissional se afasta. “Às vezes alguém entra de abono ou férias e isso sobrecarrega o trabalho”, conta uma servidora. Sete trabalhadores atuam no setor, mas um deles está de licença.

Publicado em HRGu
 |  Segunda, 10 Fevereiro 2014 19:56

Os mais de vinte anos de sucateamento da saúde pública deixaram marcas profundas na pediatria do Hospital Regional do Guará (HRGU). Déficit de pessoal, falta de equipamentos e problemas estruturais são só algumas das queixas dos trabalhadores. Os 15 servidores – um enfermeiro e os demais técnicos de enfermagem -, desdobram-se para atender os 17 leitos do setor. “Segundo o dimensionamento, deveríamos ser 22 profissionais”, queixa-se uma servidora.
Alguns servidores apresentam ainda sinais provocados pela sobrecarga, como lesões por esforço repetitivo (LER) e tendinite. No local faltam materiais importantes para o atendimento, como bomba de infusão e jelco 24 (cateter). O teto da pediatria também apresenta problemas e está mofado.

Publicado em HRGu
 |  Segunda, 10 Fevereiro 2014 19:53

O déficit de mão de obra também atinge o Núcleo de Recepção do Hospital Regional do Guará (HRGU). O setor conta com dez trabalhadores e o reforço de mais quatro profissionais, contratados em abril de 2013, parece não ter sido o suficiente. A situação fica ainda mais complicada quando algum imprevisto ocorre, como o adoecimento de um servidor, por exemplo. “Tem dias que trabalho sozinha”, relata uma servidora.

Publicado em HRGu
 |  Terça, 11 Fevereiro 2014 19:48

Criado em 2012, o centro de emergência do Hospital Regional do Guará (HRGU) possui duas salas, uma para pacientes que devem ser atendidos imediatamente (vermelha) e outra para os que correm menos risco (amarela).  O setor é fruto de uma parceria com o Serviço Médico de Urgência (SAMU) “Esse tipo de cuidado rende resultados positivos, pois a população é atendida rapidamente e isso não depende de chegar aqui de ambulância ou por conta própria”, conta uma servidora.

O setor é referência para outras unidades no DF já que, além do HRGU, somente os hospitais de Ceilândia (HRC) e de Base (HBDF) possuem um centro de emergência.

Publicado em HRGu
 |  Segunda, 10 Fevereiro 2014 19:45

No setor de transportes do Hospital Regional do Guará (HRGU) a reivindicação é pela contratação daqueles que estão no cadastro de reserva da Secretaria de Saúde (SES/DF).  A última admissão, cerca de um ano e meio atrás, de quatro profissionais com carga horária de 30 horas semanais, infelizmente não foi o suficiente para suprir a demanda, pois outros quatro trabalhadores, com jornada de 40 horas, saíram do setor, deixando assim um vácuo na escala.

Além disso, dos 18 motoristas, três possuem escala permanente em serviços como hemodiálise, entrega de malote e movimentação de pacientes do Núcleo Regional de Atenção Domiciliar (NRAD). As remoções também são constantes devido ao pequeno porte do hospital e há ainda o envio de roupas para lavagem na lavanderia do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).  Os servidores acreditam que a concessão de horas extras e ampliação de carga horária para quem faz 30 horas poderiam amenizar a sobrecarga.

Publicado em HRGu
 |  Segunda, 10 Fevereiro 2014 19:43

É com muito orgulho que o SindSaúde apresenta a você, servidor do Guará, a mais nova página regionalizada da instituição. Neste novo portal, retrataremos o dia a dia da regional e falaremos de tudo aquilo que interessa ao trabalhador. Sempre buscando, é claro, a valorização dos profissionais que são os verdadeiros provedores da saúde no DF.

O Hospital Regional do Guará (HRGU) tem destaque no trabalho junto aos idosos por meio do ambulatório de Geriatria, serviço que é referência no Distrito Federal. O trabalho da HRGU é integrado junto aos dos centros de saúde da região, onde são feitos o primeiro atendimento aos pacientes. A regional conta com três dessas unidades, além de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

Nos bastidores dessa estrutura estão os personagens mais importantes: os servidores da saúde. Uma categoria aguerrida, que tem muito a contar. Aqui proporcionaremos o espaço para que essas histórias de luta venham à tona.

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