Terça-feira, 30 de setembro de 2014
Lurian Leles

Lurian Leles

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 |  Sexta, 15 Março 2013 08:37

O SindSaúde abre o debate sobre a situação dos AOSD’S e convoca todos os servidores a se reunirem no auditório do sindicato, às 10h, na terça-feira (19). O evento marca o início da campanha do sindicato por melhorias como a isonomia de carga horária, a reestruturação da carreira e a capacitação profissional.

Reunião dos AOSD’S

Local: auditório do SindSaúde

Data: 19/03

Horário: 10h

A diretoria realiza no sábado (16), às 9h, no auditório do SindSaúde, uma assembleia com os motoristas da Secretaria de Saúde (SES-DF). O objetivo do evento é discutir com os trabalhadores as reivindicações que deverão ser exigidas no novo plano de carreira.

Assembleia dos motoristas da SES-DF

Local: auditório do SindSaúde

Data: 16/3

Horário: 9h

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 |  Domingo, 14 Abril 2013 07:04

Na manhã de quarta-feira (13), o SindSaúde realizou assembleia no Hospital Regional do Gama (https://sindsaude.org.br/blog/galeria-de-fotos/assembleia-no-hospital-regional-do-gama/) para discutir a mudança da especialidade dos técnicos administrativos para analista. A tarde, foi a vez dos servidores de Santa Maria se reunirem com a direção do sindicato para debater sobre o tema.

Outras duas reuniões fecham a rodada de assembleias nesta semana. Na próxima sexta (15), a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, comparecerá aos hospitais de Brazlândia, às 10h, e de Planaltina, às 15h.

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 |  Quarta, 13 Março 2013 07:25

O orçamento previsto para a compra de medicamentos da rede pública de Saúde do Distrito Federal encolheu. O alerta partiu do gabinete do deputado Chico Leite (FT). Ao fiscalizar as planilhas orçamentárias, o parlamentar identificou uma redução dos recursos projetados para a aquisição de remédios em comparação com o ano passado. Em 2012, a pasta da Saúde tinha R$ 226,5 milhões para as compras de medicamentos. Conforme o levantamento do parlamentar, neste ano estão disponíveis R$ 176 milhões. Em outras palavras, são, aproximadamente, R$ 50 milhões a menos, em uma redução de 37% em comparação com o ano anterior.

Contramão

Segundo Chico Leite, a previsão orçamentária vai na contramão da postura adotada pelo Palácio do Buriti durante a gestão Agnelo. Isso porque desde que assumiu o governo, Agnelo vem ampliando sucessivamente os recursos para a compra de medicamentos. Um passo necessário em função da situação calamitosa da rede pública. Em 2010, o orçamento foi de 186,5 milhões, No ano seguinte, a verba saltou para R$ 203 milhões. O parlamentar avalia que é inadmissível abrir qualquer brecha para uma piora da Saúde Pública, ainda mais depois dos sucessivos investimentos na reconstrução da rede, que ainda vive problemas.

O lado da secretaria

Sobre este assunto, a pasta da Saúde comunicou oficialmente que qualquer comentário é de responsabilidade da Secretaria de Planejamento. Então está certo.

Com a palavra, a pasta de Planejamento

A secretaria enviou uma nota sobre o assunto. Confira na integra: “Com relação ao orçamento da Saúde para 2013, a competência da Secretaria de Planejamento e Orçamento está relacionada à destinação do “Teto Orçamentário”, ou seja, o valor global destinado à Unidade. A destinação específica para cada área é de responsabilidade da Unidade Recebedora, no caso a Secretaria de Saúde. No que se refere ao valor global, não houve redução na verba para a Secretaria, conforme demonstração abaixo. No tocante à verba para remédios, o fato de haver uma dotação inicial de R$176 milhões, não impede que o valor sofra alterações no decorrer do ano, pois o orçamento total da Secretaria de Saúde em 2012 foi R$2.263.875.371. Neste ano, estão previstos R$2.309.883.500.

Tendências sindicais

A deputada distrital Liliane Roriz (PSD) planeja reunir-se com sindicatos ligados às áreas de Educação, Cultura e Saúde. A lista começa com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde (SindSaúde/DF). Na conversa, serão tratados temas como progressão de caneira, condições de trabalho nas unidades de saúde e ainda a implementação do ponto eletrônico para os servidores do GDF. A parlamentar pretende ir pessoalmente para cada entidade sindical Liliane definiu esta agenda política pelo fato de ter assumido a presidência da Comissão de Educação, Cultura e Saúde da Câmara.

 Fonte: Jornal de Brasília (coluna do alto da torre)

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 |  Segunda, 11 Março 2013 15:18

A diretoria do SindSaúde esteve nesta terça-feira (12) no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) para discutir a pauta de reivindicações dos técnicos administrativos e convocar os servidores para a grande assembleia da categoria, que será realizada no auditório da Secretaria de Saúde (SES-DF), dia 21 (quinta-feira). O sindicato está se mobilizando para lançar a campanha pela mudança da especialidade técnica para analista, que será tratada dentro da revisão do plano de carreiras, e com isso espera alcançar melhorias como a redução de carga horária e a equiparação salarial com os servidores do Carreirão.

A campanha do SindSaúde terá como foco principal a criação e aprovação de um projeto de lei que altere a especialidade da categoria. “Nós queremos um projeto que atenda às suas necessidades tanto quanto aquele da administracao direta, que recebe quase 2 mil reais a mais que vocês”, disse o diretor do sindicato Vander Borges aos trabalhadores. “A regra que tem que valer para a categoria da saúde é a mesma que vale para o Carreirão”, completou a presidente do entidade, Marli Rodrigues. ” No dia 21 nós estaremos lá (grande assembleia) fazendo muito barulho e contaremos com a presenca de várias autoridades. Se nós nao tivermos mobilizacao, não haverá mudanca”, finalizou.

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 |  Segunda, 11 Março 2013 15:12

A diretoria do SindSaúde realizou na tarde desta segunda-feira (11), assembleia no auditório do Hospital Materno Infantil (HMIB) para discutir a campanha que visa a mudança da especialidade de técnico administrativo para analista. A reunião faz parte da mobilização promovida pelo sindicato que culminaráem uma grande assembleia, na Administração Central da Secretaria de Saúde (SES-DF), próximo dia 21.

Marli explicou aos técnicos as melhorias almejadas com a mudança, como a redução de carga horária e a equiparação salarial dos trabalhadores da saúde com os do Carreirão. “Essa categoria já perdeu tempo, dinheiro e saúde demais. Não há mais o que esperar”

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 |  Segunda, 11 Março 2013 14:17
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No dia 28 de fevereiro,a direção do SindSaúde esteve reunida em assembleia com os servidores da Rede Sarah para tratar dos rumos que a categoria vai tomar daqui para frente, sendo o sindicato representante legal dos servidores. Na ocasião, foi apresentado os diretores e a sua presidente, Marli Rodrigues.

Na assembléia, muitos profissionais se queixaram das dificuldades que enfrentam no dia a dia no local de trabalho.Após ouvir vários relatos, a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, se mostrou indignada e disse que é impossível aceitar que na capital do poder haja um desmando do senhor Campos da Paz.Para ela, o administrador da rede  considera  o Sarah como a extensão dos seus desejos e sonhos pessoais.”Nunca vi aquele hospital como um local onde os trabalhadores fazem acontecer”,argumenta.

Segundo Marli, o hospital tem um tratamento publicitário de excelência, e questiona para quem é destinada essa excelência, já que é um hospital mantido por verbas federais.“Existem muitas perguntas que nós vamos atrás pra serem respondidas.Por que a unidade do Lago Norte está fechada? Por que a residência está fechada? Quanto a União repassa para que esse hospital funcione? Qual é a verdadeira condição de trabalho dos servidores? As pesquisas realizadas para saber a qualidade do atendimento são pesquisas feitas por profissionais capacitados ou por telefonistas?”,questiona.

Para a presidente, é um absurdo os servidores não poderem se manifestar para garantir absolutamente nada que a Constituição assegura aos trabalhadores regidos pela CLT.Os servidores não podem nem reclamar das condições de trabalho, senão, são demitidos sumariamente, como ocorreu com um servidor cujo nome o SindSaúde mantém em sigilo.”Será que o Sarah é realmente tudo isso que estão colocando? São perguntas que não querem calar.Nós não vamos respeitar uma instituição que não faz acordo coletivo, que não recebe o sindicato, passa por cima da Constituição, passa por cima da CLT. Quem está por trás de tudo isso? São perguntas que o SindSaúde faz e quer uma resposta”,indaga Marli.

Ainda segundo a presidente, Campos da Paz encontra-se doente e acamado e atualmente o hospital é gerenciado por uma professora de música. E esclareceu que caso os direitos dos trabalhadores não forem atendidos, o SindSaúde vai buscar ajuda e articulações no governo federal ou onde for necessário, para saber o que esconde o Sarah que não permite que o movimento sindical entre e faça o debate com os trabalhadores e gestores.“O que tem de errado? Essa é a pergunta.Se é um hospital de excelência,por que tem servidores tão doentes, tão oprimidos, tão perseguidos? Temos muitas perguntas e queremos  respostas”, contesta.

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 |  Segunda, 11 Março 2013 12:05

Os servidores do Hospital de Base (HBDF) estão preocupados com os puxadinhos que o governo está implantando para tratar prisioneiros de alta periculosidade.Alguns leitos do 8° e do 11°que estão reservados para receber detentos do sistema prisional do DF,não foram planejados por engenheiros  e nem tão pouco por especialistas em segurança pública para atendê-los.

Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, o hospital não foi feito para ser usado como presídio, quando não é planejado a chance de alguma coisa dar errado é enorme, alguém vai acabar pagando com a própria vida.“Nós temos um exemplo que aconteceu em novembro do ano passado no HBDF,um paciente prisional tomou a arma de um agente da Papuda e se suicidou.No Gama teve um caso de um detento que atirou no policial e o matou.Então,o governo do Distrito Federal precisa discutir de forma séria o Hospital Penitenciário, porque aí sim, o engenheiro vai criar um hospital com espaços próprios e os profissionais serão treinados para assisti-los de forma adequada”,esclarece Marli.

Ainda segundo Marli,até uma simples pinça usada nos pacientes, pode virar uma arma violentíssima na mão de um dos presidiários.O que pode causar a morte da pessoa que for atacada, além de ser usada como arma para a própria fuga.E isso não é bom para o servidor da saúde que vem sendo tão massacrado por todos os governos que passaram, e ainda por cima, ganham de presente uma papudinha.

A presidente do SindSaúde quer chamar a atenção do governo para discutir a criação do Hospital Penitenciário o mais rápido possível.O HBDF atende qualquer vítima, não tem distinção, mas os pacientes prisionais após receberem os primeiros socorros, têm que ser encaminhados para o hospital penitenciário onde não vão colocar em risco, nem a vida dos profissionais,e nem dos pacientes que se encontram internados.Para Marli,como se não bastasse o problema da Funap, no qual os servidores acabam se tornando  reféns em seu próprio local de trabalho, o GDF encaminha esses pacientes para o hospital onde não possui a mínima estrutura de segurança.

Segundo Marli,a questão da criação do hospital penitenciário precisa ser discutida,  o governo não pode jogar tudo o que é de ruim em cima do servidor, ele sofre com a situação, mas acaba aceitando tudo calado, o que não podemos mais admitir.“É importante frisar que os pacientes que chegam algemados para a primeira consulta ou de retorno, têm prioridade, porque ficam expostos e a polícia reclama que há risco de resgate O paciente que está esperando há horas para ser atendido, é obrigado dar a vez ao detento. Acreditamos que um governo que tem bom senso, vai começar a discutir essa questão”, afirma Marli.

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 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32

Servidores lamentam ponto, mas governo acredita que sistema vai melhorar saúde pública

A polêmica sobre os pontos eletrônicos instalados no Hos­pital de Base (HB- DF) e no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) continua a dividir opiniões. A medida é uma tentativa do governo lo­cal de controlar, com maior rigor, a carga horária dos pro­fissionais e deve ser imple­mentada em toda a rede de saúde pública nos próximos meses. No entanto, os servi­dores da Saúde contestam a eficácia e o real sentido do no­vo equipamento.

Desde o dia primeiro de março, todos são obrigados a bater o ponto. Somente no Hospital de Base há 32 ter­minais para atender mais de 3,2 mil profissionais, sendo 749 só de médicos efetivos da Secretaria de saúde. “Sere­mos rigorosos com a frequên­cia e carga horária de nossos profissionais. Os pontos vão ajudar a melhorar a saúde pu­blica do DF”, afirma o governador Agnelo Queiroz.

A medida é questionada pela classe médica, que acredita que os pontos serão entrave no atendimento dos pacientes. “Imagine eu ter que parar um atendimento porque tenho que bater ponto. É um absurdo isso”, reclama um médico que não quis se identificar.

Outro profissional também pediu anonimato, disse que há uma burocracia para justificar os dias que os profissionais precisarem ir além de suas cargas horárias. “Se eu passar do meu horário por causa de um atendimento, terei que justificar isso no sis­tema, o que é burocrático e me faz perder tempo, pois só pos­so acessar esse espaço dentro do hospital. Depois desse tra­balho, ainda tenho que espe­rar meu supervisor aprovar a justificativa”, comenta.

A presidente do sindica­to dos Servidores da Saúde (SindSaúde), Marli Rodri­gues, afirma que a adesão ri­gorosa dos pontos eletrônicos é uma tentativa populista do governo de dar uma satisfa­ção a população de um pro­blema causado por uma má gestão da saúde pública lo­cal. “Os pontos não vão sanar a falta de médicos na re­de pública nem amenizar os muitos problemas. É preciso ir além e parar de maquiar o problema”, diz.

A entidade afirma que o governo pretende por a culpa nos médicos pelos mais de 20 anos de descaso com a saúde pública local. De acordo com Marli Rodrigues há uma contradição da Secretaria de Saúde em relação aos pontos. “O GDF vive dizendo que bate recordes de atendimento e cirurgias. Se há falta de médicos, porque o atendimento não diminui? A única verdade que vejo é o que nossos profissionais estão trabalhando além do limite e os pontos podem atrapalhar o comprometimento deles”, analisa. Outro problema apontado pela entidade é a falta de emissão de comprovantes de que o ponto foi batido, para resguardar os profissionais.

Procurada pelo Alô Brasília para rebater as críticas, a Secretaria de Saúde limitou-se a informar que a meta do governo é instalar até o final do semestre 80% dos pontos eletrônicos em toda rede de saúde.

Fonte: Alô Brasília

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