Segunda, 1 de setembro de 2014
Lurian Leles

Lurian Leles

Publicado em Informe
 |  Segunda, 11 Março 2013 12:05

Os servidores do Hospital de Base (HBDF) estão preocupados com os puxadinhos que o governo está implantando para tratar prisioneiros de alta periculosidade.Alguns leitos do 8° e do 11°que estão reservados para receber detentos do sistema prisional do DF,não foram planejados por engenheiros  e nem tão pouco por especialistas em segurança pública para atendê-los.

Para a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, o hospital não foi feito para ser usado como presídio, quando não é planejado a chance de alguma coisa dar errado é enorme, alguém vai acabar pagando com a própria vida.“Nós temos um exemplo que aconteceu em novembro do ano passado no HBDF,um paciente prisional tomou a arma de um agente da Papuda e se suicidou.No Gama teve um caso de um detento que atirou no policial e o matou.Então,o governo do Distrito Federal precisa discutir de forma séria o Hospital Penitenciário, porque aí sim, o engenheiro vai criar um hospital com espaços próprios e os profissionais serão treinados para assisti-los de forma adequada”,esclarece Marli.

Ainda segundo Marli,até uma simples pinça usada nos pacientes, pode virar uma arma violentíssima na mão de um dos presidiários.O que pode causar a morte da pessoa que for atacada, além de ser usada como arma para a própria fuga.E isso não é bom para o servidor da saúde que vem sendo tão massacrado por todos os governos que passaram, e ainda por cima, ganham de presente uma papudinha.

A presidente do SindSaúde quer chamar a atenção do governo para discutir a criação do Hospital Penitenciário o mais rápido possível.O HBDF atende qualquer vítima, não tem distinção, mas os pacientes prisionais após receberem os primeiros socorros, têm que ser encaminhados para o hospital penitenciário onde não vão colocar em risco, nem a vida dos profissionais,e nem dos pacientes que se encontram internados.Para Marli,como se não bastasse o problema da Funap, no qual os servidores acabam se tornando  reféns em seu próprio local de trabalho, o GDF encaminha esses pacientes para o hospital onde não possui a mínima estrutura de segurança.

Segundo Marli,a questão da criação do hospital penitenciário precisa ser discutida,  o governo não pode jogar tudo o que é de ruim em cima do servidor, ele sofre com a situação, mas acaba aceitando tudo calado, o que não podemos mais admitir.“É importante frisar que os pacientes que chegam algemados para a primeira consulta ou de retorno, têm prioridade, porque ficam expostos e a polícia reclama que há risco de resgate O paciente que está esperando há horas para ser atendido, é obrigado dar a vez ao detento. Acreditamos que um governo que tem bom senso, vai começar a discutir essa questão”, afirma Marli.

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 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32

Servidores lamentam ponto, mas governo acredita que sistema vai melhorar saúde pública

A polêmica sobre os pontos eletrônicos instalados no Hos­pital de Base (HB- DF) e no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) continua a dividir opiniões. A medida é uma tentativa do governo lo­cal de controlar, com maior rigor, a carga horária dos pro­fissionais e deve ser imple­mentada em toda a rede de saúde pública nos próximos meses. No entanto, os servi­dores da Saúde contestam a eficácia e o real sentido do no­vo equipamento.

Desde o dia primeiro de março, todos são obrigados a bater o ponto. Somente no Hospital de Base há 32 ter­minais para atender mais de 3,2 mil profissionais, sendo 749 só de médicos efetivos da Secretaria de saúde. “Sere­mos rigorosos com a frequên­cia e carga horária de nossos profissionais. Os pontos vão ajudar a melhorar a saúde pu­blica do DF”, afirma o governador Agnelo Queiroz.

A medida é questionada pela classe médica, que acredita que os pontos serão entrave no atendimento dos pacientes. “Imagine eu ter que parar um atendimento porque tenho que bater ponto. É um absurdo isso”, reclama um médico que não quis se identificar.

Outro profissional também pediu anonimato, disse que há uma burocracia para justificar os dias que os profissionais precisarem ir além de suas cargas horárias. “Se eu passar do meu horário por causa de um atendimento, terei que justificar isso no sis­tema, o que é burocrático e me faz perder tempo, pois só pos­so acessar esse espaço dentro do hospital. Depois desse tra­balho, ainda tenho que espe­rar meu supervisor aprovar a justificativa”, comenta.

A presidente do sindica­to dos Servidores da Saúde (SindSaúde), Marli Rodri­gues, afirma que a adesão ri­gorosa dos pontos eletrônicos é uma tentativa populista do governo de dar uma satisfa­ção a população de um pro­blema causado por uma má gestão da saúde pública lo­cal. “Os pontos não vão sanar a falta de médicos na re­de pública nem amenizar os muitos problemas. É preciso ir além e parar de maquiar o problema”, diz.

A entidade afirma que o governo pretende por a culpa nos médicos pelos mais de 20 anos de descaso com a saúde pública local. De acordo com Marli Rodrigues há uma contradição da Secretaria de Saúde em relação aos pontos. “O GDF vive dizendo que bate recordes de atendimento e cirurgias. Se há falta de médicos, porque o atendimento não diminui? A única verdade que vejo é o que nossos profissionais estão trabalhando além do limite e os pontos podem atrapalhar o comprometimento deles”, analisa. Outro problema apontado pela entidade é a falta de emissão de comprovantes de que o ponto foi batido, para resguardar os profissionais.

Procurada pelo Alô Brasília para rebater as críticas, a Secretaria de Saúde limitou-se a informar que a meta do governo é instalar até o final do semestre 80% dos pontos eletrônicos em toda rede de saúde.

Fonte: Alô Brasília

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 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, visitou o senador Gim Argello (PTB) na manhã de sexta-feira (1°) para discutir a pauta de reivindicações do sindicato. Marli falou sobre as principais bandeiras de luta, como a mudança de especialidade dos técnicos administrativos para analista e a redução de carga horária dos AOSD’s, e relatou problemas que assolam a categoria, como as condições de trabalho dos funcionários da Rede Sarah, a sobrecarga nos mutirões da saúde e o déficit de servidores na Secretaria de Saúde (SES-DF). O senador declarou apoio total ao sindicato.

Segundo Marli, os problemas enfrentados pela categoria são fruto de gestões passadas. “Os servidores vem sofrendo com essas mazelas desde governos anteriores. Está na hora de mudar isso”, avaliou. Em resposta, Gim declarou estar a disposição do sindicato. “As bandeiras de luta do SindSaúde, a partir de agora, são minhas bandeiras”,  garantiu. Gim assegurou ainda que intermediará um encontro da direção do SindSaúde com a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32

Há uma semana a Secretaria de Saúde implementou o  ponto eletrônico no Hospital de  Base (HBDF). Desde então, todos os servidores são obrigados a bater o ponto. A pergunta é, isso resolve o problema do atendimento no hospital? O SindSaúde acredita que a medida não traz benefício algum aos pacientes, pelo contrário, atrapalha ainda mais o trabalho dos servidores, e consequentemente, resulta em mais problemas do que soluções.

Segundo a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, há dois agravantes na obrigatoriedade do ponto. Primeiro, o aparelho não emite nenhum comprovante de frequência, o que deixa o servidor sem uma prova do cumprimento da carga horária. “Esse sistema é ineficiente e não atende a Portaria 1.510/2009, do Ministério do Trabalho, que determina a emissão de documento fiscal para que o servidor controle o que foi registrado”, afirma.

A outra questão é que o trabalho dos profissionais da saúde é imprevisível. “Não há como deixar uma emergência de lado. Por exemplo, caso o servidor esteja na sala de cirurgia, no momento em que deveria bater ponto, ele vai largar tudo para não ficar com falta? Se isso fosse uma exceção talvez coubesse uma justificativa na administração do hospital, mas casos como esse ocorrem todos os dias, o tempo todo”, explica. O diretor Vander Borges ressalta ainda que já há um controle de frequência. “As entradas e saídas dos servidores não são tratadas assim à revelia. Assinamos folhas de ponto, que são controladas pelas chefias imediatas, desde a época da ditadura”, lembra.

De acordo com Marli, a Secretaria de Saúde está usando o ponto eletrônico como uma satisfação para a sociedade. “Essa medida não resolve os muitos anos de sucateamento da saúde e nem o déficit de aproximadamente 13 mil trabalhadores. Os servidores não estão preparados para bater ponto. Não é a categoria quem deve pagar essa conta”, aponta. “Nós não somos contra o ponto. Entendemos que é um mecanismo comum nos locais de trabalho. Mas ressaltamos que dentro dos hospitais o serviço não é burocrático. Não apertamos parafusos, lidamos com vidas!”, finaliza.

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 |  Quarta, 06 Março 2013 21:00
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Hoje (7), pela manhã, foi a vez do SindSaúde se reunir com os técnicos administrativos do Parque de Apoio da Secretaria de Saúde.Diferente das reuniões do HBDF e do HRAN,a dúvida e a incerteza imperavam entre os servidores.Alguns se encontravam desacreditados, mas conforme a presidente do sindicato, Marli Rodrigues,discursava a esperança e a motivação aparecia.

A presidente deixou bem claro que só a luta pode mudar o cenário. Ela enfatizou que vários profissionais do GDF foram beneficiados com a mudança,e que para a categoria da saúde conquistar o mesmo benefício, é preciso pressionar o governo.Marli falou que inicia seu mandato com força total, não quer saber de conchaves políticos,para ela, o foco é no reenquadramento da carreira de técnico para analista.

Alguns profissionais queriam saber como seria essa mudança do nível de técnico para o de analista.Foi explicado que os servidores da área técnica administrativa passariam para a de analista e os novos que ingressassem na carreira,seriam exigidos nível superior. Marli afirmou que essa vai ser a luta do sindicato e que está conclamando todos os servidores da área a abraçarem a causa.“Só com a união que conseguiremos a alcançar essa conquista, a secretaria de saúde não existe se não tiver o técnico administrativo”, disse.

Marli informou que o sindicato está sendo procurado por alguns políticos,a deputada Liliane Roriz (PSD), que acaba de ser nomeada presidente da Comissão de Educação,Saúde e Cultura já entrou em contato.O sindicato conta com o apoio do presidente do PT,Roberto Policarpo,deputado Patrício (PT),deputado Chico Vigilante (PT), deputada Federal Erika Kokay (PT/DF) e do senador Gim Argello (PTB/DF)."Vamos contatar outros parlamentares,pois precisamos articular politicamente para conseguirmos aliados que nos ajudem”, afirmou.

Ao término da reunião, os servidores se mostraram mais otimistas e confirmaram presença na grande assembléia geral do dia 21, que acontecerá na Secretaria de Saúde(SES),localizada no prédio da antiga Câmara Distrital.

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 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32
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Na manhã desta sexta-feira (8),a presidente do SindSaúde,Marli Rodrigues,esteve reunida com os técnicos administrativos do Hospital de Sobradinho para esclarecer as dúvidas dos profissionais acerca do reenquadramento da carreira de técnico para analista. Marli começou o debate dizendo que a nova gestão não está aliada com o governo e nem com partido algum.E anunciou que o sindicato já está com a campanha nas ruas para reivindicar o que vários profissionais de outros órgãos do GDF conquistaram, e que por algum motivo,os servidores da saúde não.



Segundo Marli,os servidores estão acostumados a apanhar e ficar calado,um exemplo é o servidor do carrerão ganhar R$ 1.800,00 a mais para fazer as mesmas tarefas dos técnicos administrativos.A saída, para ela, é a mobilização, a união e o foco para conseguir a vitória. A GATA é a prova do quanto a luta vale à pena, E revelou que o sindicato sofreu duras críticas, mas mesmo assim,conseguiu que  fosse incorporada.”Conseguimos muitas conquistas, e essa será mais uma delas”,enfatizou.



A presidente destacou que o sindicato está trabalhando em busca de apoio político,o senador Gim Argello se comprometeu com a categoria e vários parlamentares estão se colocando à disposição.Na grande assembléia do dia 21 o sindicato tem confirmado a presença de alguns deputados, como a presença do presidente do PT, Roberto Policarpo, do deputado Patrício e do senador Gim Argello.“Caso o parlamentar confirme presença e não compareça, anunciaremos esse fato para todos os presentes”,ameçou Marli.



A servidora Nelza Mª Bispo reclamou do fato de não conseguir um atendimento médico no hospital no qual trabalha. Ela recorreu a um hospital particular e gastou mais de R$ 2.500,00 entre consultas e exames.“Isso é um absurdo,trabalho dentro de um hospital público,mas quando fico doente sou obrigada a recorrer a um particular”,desabafou.



O presidente do Conselho Regional de Saúde de Sobradinho, Aécio Alves,deixou a filha doente em casa para participar da reunião.Ele prometeu levar a discussão aos membros do conselho e denunciou a má gestão do hospital que acaba comprometendo todo o trabalho dos servidores.

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 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32

Dando prosseguimento as reuniões com os técnicos administrativos para esclarecê-los sobre a mudança da carreira de técnico para analista, a direção do SindSaúde esteve reunida ontem à tarde com os profissionais no HRAN. No encontro, foi apresentada a nova diretoria que se colocou à disposição dos servidores.

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues,agradeceu a presença de todos e disse que a categoria está no prejuízo há anos, que se for colocada no papel,vai constatar que perdeu muito.Para Marli,a hora é agora, é preciso união e força para que o projeto seja aprovado.

Marli informou que na sua gestão o foco vai ser para as conquistas dos trabalhadores da saúde,sendo a reivindicação da carreira de técnico para analista à sua bandeira e que não vai compactuar nem com o governo e nem com partido algum. “Estamos conseguindo apoio de alguns políticos, e para nós,não importa se é ou não da base do governo”, esclarece.

Outro tema abordado foi à implantação do ponto eletrônico.Os servidores estão revoltados.Para eles, o ponto é um retrocesso de 20 anos quando a ditadura o impôs. A presidente foi ao encontro e ressaltou que o governo quer culpar o servidor pela sua má gestão e a medida é uma maneira de dar satisfação à sociedade.“O ponto é uma máscara para justificar o caos na saúde pública, não vamos aceitar isso”,declara Marli.

Ainda segundo Marli, o técnico está na invisibilidade e não pode mais ficar assim, é preciso mostrar a cara. Ela argumentou que quando a secretaria promove mutirão, todos trabalham a mais, desde o servidor da lavanderia até o técnico administrativo, mas somente o médico é quem ganha, tem toda uma equipe por trás e não é justo só os médicos ganharem.“Só consegue ser visto quem consegue aparecer,esse é o momento,precisamos ter foco,não podemos mais permitir que sejamos tratados de forma desigual”,defende.

No final, a presidente convocou os presentes para a grande assembléia dos técnicos administrativos que acontecerá no dia 21 na Secretaria de Saúde (SES),onde promete reunir toda a categoria em prol da reivindicação.

Publicado em Mobilização
 |  Quarta, 03 Abril 2013 14:32

O SindSaúde realizou na tarde de terça-feira(5), no auditório do sindicato, três Assembleias Gerais Extraordinárias. Antes de prosseguir os trabalhos, às 14h, foi realizada a reunião do sistema diretivo do sindicato na qual a diretoria anunciou aos servidores sindicalizados o plano de lutas da categoria que são: plano de carreira, plano de saúde, reenquadramento das carreiras de técnico administrativos para analistas; redução de carga horária e reestruturação da carreira com formação custeada pela SES/DF aos AOSD’s e a luta pela regulamentação do técnico de gesso e técnico de laboratório hematologia-hemoterapia.

A presidente do sindicato, Marli Rodrigues, aproveitou para informar que o 5° andar do sindicato passará por uma reforma para receber todos os diretores, o que vai proporcionar mais conforto aos trabalhadores e sindicalizados.Ela ressaltou da necessidade do sindicato de manter uma linha de discussão e diálogo com o governo do GDF para que as reivindicações da categoria sejam aprovadas. E denunciou as ameaças declaradas que vem sofrendo dos ex- funcionários. “A demissão é ruim, amarga, é difícil você fazê-la, mas é necessária” ressaltou Marli.A assembléia aprovou maior rigor dos ex-funcionários nos recintos do sindicato para resguardar a segurança da presidente.

Em seguida, deu início a assembléia das 15h que discutiu a criação de subcódigo para desconto consignado de serviços diversos junto ao GDF em favor do sindicato. O que foi aprovada pela assembléia. A segunda, que teve início às 15h30, foi à eleição para a escolha dos membros da Comissão de Ética para o quadriênio de 2013/2017. Os eleitos foram: Euzimar Mendes; Lucilene Maria Florêncio de Queiroz Freire; Wilson Borges de Souza; Rafael M. dos Santos; Raimunda de Sousa Nunes; Evanilton Barbosa da Silva e Iris Carlos Santos da Silva,

E às 16h, nova assembléia para referendar decisão do sistema diretivo do SindSaúde acerca da liberação relativa a licença para o desempenho de mandato classista e o retorno de diretores ao trabalho, aprovada pelos servidores sindicalizados.

O SindSaúde convida os sindicalizados a participarem das três assembleias gerais que serão realizadas na tarde de amanhã (5), na sede do sindicato. A primeira, às 15h, trata da criação do subcódigo para desconto consignado de serviços diversos junto ao GDF. Posteriormente, às 15h30, será feita a eleição da Comissão de Ética para o quadriênio 2013/2017, e por último, às 16h, a diretoria discutirá com os trabalhadores a liberação da carga horária dos diretores que exercem mandato classista.

Confira os editais:
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
 

O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE BRASÍLIA/DF-SINDSAÚDE, inscrito no CNPJ sob o nº. 00.579.664/0001-57, com sede no SCS, Qd.04, Ed. Nordeste, 5º Andar, Brasília/DF, por sua Diretora-Presidente – Marli Rodrigues, com fundamento no Art. 24, inciso II c/c Art. 68, inciso I e Art. 72, § 2º, do Estatuto Social da Entidade, convoca todos os sindicalizados quites com suas obrigações estatutárias a participarem da Assembléia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 05 de março de 2013, no Auditório do SINDSAÚDE, sito no SCS-Setor Comercial Sul, Qd. 04, Lote 156, Ed. Nordeste, 6º Andar, Brasília/DF, às 15:00 horas, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1 – Aprovar criação de subcódigo para desconto consignado de serviços diversos junto ao Governo do Distrito Federal em favor do SINDSAÚDE.

 
Brasília-DF, 02 de março de 2013.
MARLI RODRIGUES
Diretora-Presidente
SindSaúde
 
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
 

O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE BRASÍLIA/DF-SINDSAÚDE, inscrito no CNPJ sob o nº. 00.579.664/0001-57, com sede no SCS, Qd.04, Ed. Nordeste, 5º Andar, Brasília/DF, por sua Diretora-Presidente – Marli Rodrigues, com fundamento no Art. 24, inciso II c/c Art. 68, inciso I, Art. 72, § 2º e Art. 157, § Único, do Estatuto Social da Entidade, convoca todos os sindicalizados quites com suas obrigações estatutárias a participarem da Assembléia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 05 de março de 2013, no Auditório do SINDSAÚDE, sito no SCS-Setor Comercial Sul, Qd. 04, Lote 156, Ed. Nordeste, 6º Andar, Brasília/DF, às 15:30 horas, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1 – Eleição da Comissão de Ética para o quadriênio 2013/2017.

 
Brasília-DF, 02 de março de 2013.
MARLI RODRIGUES
Diretora-Presidente
SindSaúde

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
 

O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE BRASÍLIA/DF-SINDSAÚDE, inscrito no CNPJ sob o nº. 00.579.664/0001-57, com sede no SCS, Qd.04, Ed. Nordeste, 5º Andar, Brasília/DF, por sua Diretora-Presidente – Marli Rodrigues, com fundamento no Art. 14 c/c Art. 24, inciso II c/c Art. 68, inciso I e Art. 72, § 2º, do Estatuto Social da Entidade, convoca todos os sindicalizados quites com suas obrigações estatutárias a participarem da Assembléia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 05 de março de 2013, no Auditório do SINDSAÚDE, sito no SCS-Setor Comercial Sul, Qd. 04, Lote 156, Ed. Nordeste, 6º Andar, Brasília/DF, às 16:00 horas, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1 – Referendar decisão do Sistema Diretivo do SINDSAÚDE acerca da liberação relativa a Licença para  Desempenho de Mandato Classista e/ou retorno de Diretores ao trabalho.

 
Brasília-DF, 02 de março de 2013.
MARLI RODRIGUES
Diretora-Presidente
SindSaúde
 

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